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	<title>Manual de Revisão da FUNAG - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<updated>2020-12-04T21:40:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Associação Brasileira de Normas Técnicas - NBR 10520 e &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;Regras gerais de apresentação&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) As citações diretas, no texto, de até três linhas, devem estar contidas entre aspas duplas. As aspas simples são utilizadas para indicar citação no interior da citação.&lt;br /&gt;
  Segundo Sá: “[...] por meio da mesma ‘arte de conversação’ que abrange tão extensa e significativa parte da nossa existência cotidiana”&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;sup&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) As citações diretas, no texto, com mais de três linhas, devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado e sem as aspas. &lt;br /&gt;
               A teleconferência permite ao indivíduo participar de um encontro nacional ou regional sem a necessidade&lt;br /&gt;
               de deixar seu local de origem. Tipos comuns de teleconferência incluem o uso da televisão, telefone, e&lt;br /&gt;
               computador. Através de áudio-conferência, utilizando a companhia local de telefone, um sinal de áudio&lt;br /&gt;
               pode ser emitido em um salão de qualquer dimensão.&amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) As citações indiretas (de dados, ideias ou frases, mesmo que não literais, de terceiros) devem ter sua fonte referenciada no mesmo parágrafo em que foram mencionadas (entre parênteses ou em nota de rodapé).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 No Brasil, entre 1º de janeiro e 10 de dezembro de 2018, houve 159.718 casos confirmados de dengue, com 141 mortes (BBC, 2019b).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Nas últimas décadas, os defensores da descentralização passaram a compor amplo espectro político, envolvendo desde economistas      neoliberais até movimentos sociais. Tanto o discurso político quanto o acadêmico advogaram a reforma praticamente como sinônimo de democracia e eficiência administrativa (ABRUCIO, 2006, p. 77).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Devem ser indicadas as supressões, interpolações, comentários, ênfase ou destaques, do seguinte modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) supressões: [...]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) interpolações, acréscimos ou comentários: [ ]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) ênfase ou destaque: itálico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) Para enfatizar trechos da citação, deve-se destacá-los indicando esta alteração com a expressão &amp;quot;grifo nosso&amp;quot; entre parênteses, após a chamada da citação, ou grifo do autor, caso o destaque já faça parte da obra consultada. Exemplo: &lt;br /&gt;
  “[...] b) desejo de criar uma &#039;&#039;literatura independente&#039;&#039;, diversa, de vez que, aparecendo o classicismo como manifestação de passado colonial [...]” (CANDIDO, 1993, v. 2, p. 12, grifo do autor).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6) Quando a citação incluir texto traduzido pelo autor, deve-se incluir, após a chamada da citação, a expressão &amp;quot;tradução nossa&amp;quot;, entre parênteses. Exemplo:&lt;br /&gt;
  “Ao fazê-lo pode estar envolto em culpa, perversão, ódio de si mesmo [...] pode julgar-se pecador e identificar-se com seu pecado.” (RAHNER, 1962, p. 463, tradução nossa).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7) Números de chamada de notas de rodapé&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A. No corpo do texto, aparecem: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:- a) o mais próximo possível de palavra ou termo ao qual a nota fizer referência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Exs.: &lt;br /&gt;
: Podem ser identificados seis padrões⁴ básicos para as orações pessoais, isto é, com sujeito, na Língua Portuguesa (a função que vem entre parênteses é facultativa e pode ocorrer em ordem diversa): [...]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:- b) antes do sinal de pontuação da oração ou frase a que se referem.&lt;br /&gt;
: Exs.:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: • antes de ponto-final:  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: [...] Trata-se do regime informalmente denominado de “urgência urgentíssima”. No Regimento Interno da Câmara dos Deputados, está previsto no art. 155; no Regimento Interno do Senado Federal, no art. 353, caput, inciso I²³. (&#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;, p. 167).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: • antes de dois-pontos:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
: Ex.: &lt;br /&gt;
: A seguir, são analisadas algumas questões que costumam suscitar dúvidas quanto à correta concordância verbal. [...] k) verbo “ser”: a concordância segue a regra geral (concordância com o sujeito em pessoa e número), mas, nos seguintes casos, é feita com o predicativo⁵: [...] (&#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;, p. 70)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
B. Em trechos recuados de citações, aparecem depois do último sinal de pontuação do trecho citado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Baseado em exemplos do &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;: &amp;lt;http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf&amp;gt;. Acesso em: 11/11/2020.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;Sistema de chamada&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Quando houver coincidência de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes; se mesmo assim existir coincidência, colocam-se os prenomes por extenso. Exemplos: &lt;br /&gt;
: (BARBOSA, C., 1958)   &lt;br /&gt;
: (BARBOSA, O., 1959)  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: (BARBOSA, Cássio, 1965)&lt;br /&gt;
: (BARBOSA, Celso, 1965)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) As citações de diversos documentos de um mesmo autor, publicados num mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e sem espacejamento, conforme a lista de referências. Exemplos: &lt;br /&gt;
: REESIDE, 1927a, p. 15.&lt;br /&gt;
: REESIDE, 1927b, p. 20.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) As citações indiretas de diversos documentos de vários autores, mencionados simultaneamente, devem ser separadas por ponto-e-vírgula, em ordem alfabética. Exemplos:&lt;br /&gt;
: FONSECA, 1997; PAIVA, 1997; SILVA, 1997.&lt;br /&gt;
: CROSS, 1984; KNOX, 1982; MEZIROW, 1991.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
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		<title>Citações</title>
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		<updated>2020-12-04T21:40:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Associação Brasileira de Normas Técnicas - NBR 10520)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;Regras gerais de apresentação&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) As citações diretas, no texto, de até três linhas, devem estar contidas entre aspas duplas. As aspas simples são utilizadas para indicar citação no interior da citação.&lt;br /&gt;
  Segundo Sá: “[...] por meio da mesma ‘arte de conversação’ que abrange tão extensa e significativa parte da nossa existência cotidiana”&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;sup&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) As citações diretas, no texto, com mais de três linhas, devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado e sem as aspas. &lt;br /&gt;
               A teleconferência permite ao indivíduo participar de um encontro nacional ou regional sem a necessidade&lt;br /&gt;
               de deixar seu local de origem. Tipos comuns de teleconferência incluem o uso da televisão, telefone, e&lt;br /&gt;
               computador. Através de áudio-conferência, utilizando a companhia local de telefone, um sinal de áudio&lt;br /&gt;
               pode ser emitido em um salão de qualquer dimensão.&amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) As citações indiretas (de dados, ideias ou frases, mesmo que não literais, de terceiros) devem ter sua fonte referenciada no mesmo parágrafo em que foram mencionadas (entre parênteses ou em nota de rodapé).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 No Brasil, entre 1º de janeiro e 10 de dezembro de 2018, houve 159.718 casos confirmados de dengue, com 141 mortes (BBC, 2019b).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Nas últimas décadas, os defensores da descentralização passaram a compor amplo espectro político, envolvendo desde economistas      neoliberais até movimentos sociais. Tanto o discurso político quanto o acadêmico advogaram a reforma praticamente como sinônimo de democracia e eficiência administrativa (ABRUCIO, 2006, p. 77).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Devem ser indicadas as supressões, interpolações, comentários, ênfase ou destaques, do seguinte modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) supressões: [...]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) interpolações, acréscimos ou comentários: [ ]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) ênfase ou destaque: itálico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) Para enfatizar trechos da citação, deve-se destacá-los indicando esta alteração com a expressão &amp;quot;grifo nosso&amp;quot; entre parênteses, após a chamada da citação, ou grifo do autor, caso o destaque já faça parte da obra consultada. Exemplo: &lt;br /&gt;
  “[...] b) desejo de criar uma &#039;&#039;literatura independente&#039;&#039;, diversa, de vez que, aparecendo o classicismo como manifestação de passado colonial [...]” (CANDIDO, 1993, v. 2, p. 12, grifo do autor).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6) Quando a citação incluir texto traduzido pelo autor, deve-se incluir, após a chamada da citação, a expressão &amp;quot;tradução nossa&amp;quot;, entre parênteses. Exemplo:&lt;br /&gt;
  “Ao fazê-lo pode estar envolto em culpa, perversão, ódio de si mesmo [...] pode julgar-se pecador e identificar-se com seu pecado.” (RAHNER, 1962, p. 463, tradução nossa).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7) Números de chamada de notas de rodapé&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A. No corpo do texto, aparecem: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:- a) o mais próximo possível de palavra ou termo ao qual a nota fizer referência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Exs.: &lt;br /&gt;
: Podem ser identificados seis padrões⁴ básicos para as orações pessoais, isto é, com sujeito, na Língua Portuguesa (a função que vem entre parênteses é facultativa e pode ocorrer em ordem diversa): [...]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:- b) antes do sinal de pontuação da oração ou frase a que se referem.&lt;br /&gt;
: Exs.:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: • antes de ponto-final:  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: [...] Trata-se do regime informalmente denominado de “urgência urgentíssima”. No Regimento Interno da Câmara dos Deputados, está previsto no art. 155; no Regimento Interno do Senado Federal, no art. 353, caput, inciso I²³. (&#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;, p. 167).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: • antes de dois-pontos:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
: Ex.: &lt;br /&gt;
: A seguir, são analisadas algumas questões que costumam suscitar dúvidas quanto à correta concordância verbal. [...] k) verbo “ser”: a concordância segue a regra geral (concordância com o sujeito em pessoa e número), mas, nos seguintes casos, é feita com o predicativo⁵: [...] (&#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;, p. 70)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
B. Em trechos recuados de citações, aparecem depois do último sinal de pontuação do trecho citado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Baseado em exemplos do &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;: &amp;lt;http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf&amp;gt;. Acesso em: 11/11/2020.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;Sistema de chamada&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Quando houver coincidência de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes; se mesmo assim existir coincidência, colocam-se os prenomes por extenso. Exemplos: &lt;br /&gt;
: (BARBOSA, C., 1958)   &lt;br /&gt;
: (BARBOSA, O., 1959)  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: (BARBOSA, Cássio, 1965)&lt;br /&gt;
: (BARBOSA, Celso, 1965)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) As citações de diversos documentos de um mesmo autor, publicados num mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e sem espacejamento, conforme a lista de referências. Exemplos: &lt;br /&gt;
: REESIDE, 1927a, p. 15.&lt;br /&gt;
: REESIDE, 1927b, p. 20.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) As citações indiretas de diversos documentos de vários autores, mencionados simultaneamente, devem ser separadas por ponto-e-vírgula, em ordem alfabética. Exemplos:&lt;br /&gt;
: FONSECA, 1997; PAIVA, 1997; SILVA, 1997.&lt;br /&gt;
: CROSS, 1984; KNOX, 1982; MEZIROW, 1991.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Cita%C3%A7%C3%B5es&amp;diff=625</id>
		<title>Citações</title>
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		<updated>2020-12-04T21:38:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Associação Brasileira de Normas Técnicas - NBR 10520)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;Regras gerais de apresentação&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) As citações diretas, no texto, de até três linhas, devem estar contidas entre aspas duplas. As aspas simples são utilizadas para indicar citação no interior da citação.&lt;br /&gt;
  Segundo Sá: “[...] por meio da mesma ‘arte de conversação’ que abrange tão extensa e significativa parte da nossa existência cotidiana”&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;sup&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) As citações diretas, no texto, com mais de três linhas, devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado e sem as aspas. &lt;br /&gt;
               A teleconferência permite ao indivíduo participar de um encontro nacional ou regional sem a necessidade&lt;br /&gt;
               de deixar seu local de origem. Tipos comuns de teleconferência incluem o uso da televisão, telefone, e&lt;br /&gt;
               computador. Através de áudio-conferência, utilizando a companhia local de telefone, um sinal de áudio&lt;br /&gt;
               pode ser emitido em um salão de qualquer dimensão.&amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) As citações indiretas (de dados, ideias ou frases, mesmo que não literais, de terceiros) devem ter sua fonte referenciada no mesmo parágrafo em que foram mencionadas (entre parênteses ou em nota de rodapé).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 No Brasil, entre 1º de janeiro e 10 de dezembro de 2018, houve 159.718 casos confirmados de dengue, com 141 mortes (BBC, 2019b).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Nas últimas décadas, os defensores da descentralização passaram a compor amplo espectro político, envolvendo desde economistas      neoliberais até movimentos sociais. Tanto o discurso político quanto o acadêmico advogaram a reforma praticamente como sinônimo de democracia e eficiência administrativa (ABRUCIO, 2006, p. 77).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Devem ser indicadas as supressões, interpolações, comentários, ênfase ou destaques, do seguinte modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) supressões: [...]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) interpolações, acréscimos ou comentários: [ ]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) ênfase ou destaque: itálico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) Para enfatizar trechos da citação, deve-se destacá-los indicando esta alteração com a expressão &amp;quot;grifo nosso&amp;quot; entre parênteses, após a chamada da citação, ou grifo do autor, caso o destaque já faça parte da obra consultada. Exemplo: &lt;br /&gt;
  “[...] b) desejo de criar uma &#039;&#039;literatura independente&#039;&#039;, diversa, de vez que, aparecendo o classicismo como manifestação de passado colonial [...]” (CANDIDO, 1993, v. 2, p. 12, grifo do autor).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6) Quando a citação incluir texto traduzido pelo autor, deve-se incluir, após a chamada da citação, a expressão &amp;quot;tradução nossa&amp;quot;, entre parênteses. Exemplo:&lt;br /&gt;
  “Ao fazê-lo pode estar envolto em culpa, perversão, ódio de si mesmo [...] pode julgar-se pecador e identificar-se com seu pecado.” (RAHNER, 1962, p. 463, tradução nossa).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7) Números de chamada de notas de rodapé&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A. No corpo do texto, aparecem: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:- a) o mais próximo possível de palavra ou termo ao qual a nota fizer referência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Exs.: &lt;br /&gt;
: Podem ser identificados seis padrões⁴ básicos para as orações pessoais, isto é, com sujeito, na Língua Portuguesa (a função que vem entre parênteses é facultativa e pode ocorrer em ordem diversa): [...]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:- b) antes do sinal de pontuação da oração ou frase a que se referem.&lt;br /&gt;
: Exs.:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: • antes de ponto-final:  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: [...] Trata-se do regime informalmente denominado de “urgência urgentíssima”. No Regimento Interno da Câmara dos Deputados, está previsto no art. 155; no Regimento Interno do Senado Federal, no art. 353, caput, inciso I²³. (&amp;quot;Manual de redação da Presidência da República&amp;quot;, p. 167).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: • antes de dois-pontos:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
: Ex.: &lt;br /&gt;
: A seguir, são analisadas algumas questões que costumam suscitar dúvidas quanto à correta concordância verbal. [...] k) verbo “ser”: a concordância segue a regra geral (concordância com o sujeito em pessoa e número), mas, nos seguintes casos, é feita com o predicativo⁵: [...] (&amp;quot;Manual de redação da Presidência da República&amp;quot;, p. 70)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
B. Em trechos recuados de citações, aparecem depois do último sinal de pontuação do trecho citado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Baseado em exemplos do &amp;quot;Manual de redação da Presidência da República&amp;quot;: &amp;lt;http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf&amp;gt;. Acesso em: 11/11/2020.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;Sistema de chamada&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Quando houver coincidência de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes; se mesmo assim existir coincidência, colocam-se os prenomes por extenso. Exemplos: &lt;br /&gt;
: (BARBOSA, C., 1958)   &lt;br /&gt;
: (BARBOSA, O., 1959)  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: (BARBOSA, Cássio, 1965)&lt;br /&gt;
: (BARBOSA, Celso, 1965)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) As citações de diversos documentos de um mesmo autor, publicados num mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e sem espacejamento, conforme a lista de referências. Exemplos: &lt;br /&gt;
: REESIDE, 1927a, p. 15.&lt;br /&gt;
: REESIDE, 1927b, p. 20.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) As citações indiretas de diversos documentos de vários autores, mencionados simultaneamente, devem ser separadas por ponto-e-vírgula, em ordem alfabética. Exemplos:&lt;br /&gt;
: FONSECA, 1997; PAIVA, 1997; SILVA, 1997.&lt;br /&gt;
: CROSS, 1984; KNOX, 1982; MEZIROW, 1991.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Cita%C3%A7%C3%B5es&amp;diff=624</id>
		<title>Citações</title>
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		<updated>2020-12-04T21:34:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: /* Regras gerais de apresentação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Associação Brasileira de Normas Técnicas - NBR 10520)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;Regras gerais de apresentação&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) As citações diretas, no texto, de até três linhas, devem estar contidas entre aspas duplas. As aspas simples são utilizadas para indicar citação no interior da citação.&lt;br /&gt;
  Segundo Sá: “[...] por meio da mesma ‘arte de conversação’ que abrange tão extensa e significativa parte da nossa existência cotidiana”&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;sup&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) As citações diretas, no texto, com mais de três linhas, devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado e sem as aspas. &lt;br /&gt;
               A teleconferência permite ao indivíduo participar de um encontro nacional ou regional sem a necessidade&lt;br /&gt;
               de deixar seu local de origem. Tipos comuns de teleconferência incluem o uso da televisão, telefone, e&lt;br /&gt;
               computador. Através de áudio-conferência, utilizando a companhia local de telefone, um sinal de áudio&lt;br /&gt;
               pode ser emitido em um salão de qualquer dimensão.&amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) As citações indiretas (de dados, ideias ou frases, mesmo que não literais, de terceiros) devem ter sua fonte referenciada no mesmo parágrafo em que foram mencionadas (entre parênteses ou em nota de rodapé).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 No Brasil, entre 1º de janeiro e 10 de dezembro de 2018, houve 159.718 casos confirmados de dengue, com 141 mortes (BBC, 2019b).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Nas últimas décadas, os defensores da descentralização passaram a compor amplo espectro político, envolvendo desde economistas      neoliberais até movimentos sociais. Tanto o discurso político quanto o acadêmico advogaram a reforma praticamente como sinônimo de democracia e eficiência administrativa (ABRUCIO, 2006, p. 77).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Devem ser indicadas as supressões, interpolações, comentários, ênfase ou destaques, do seguinte modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) supressões: [...]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) interpolações, acréscimos ou comentários: [ ]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) ênfase ou destaque: itálico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) Para enfatizar trechos da citação, deve-se destacá-los indicando esta alteração com a expressão &amp;quot;grifo nosso&amp;quot; entre parênteses, após a chamada da citação, ou grifo do autor, caso o destaque já faça parte da obra consultada. Exemplo: &lt;br /&gt;
  “[...] b) desejo de criar uma &#039;&#039;literatura independente&#039;&#039;, diversa, de vez que, aparecendo o classicismo como manifestação de passado colonial [...]” (CANDIDO, 1993, v. 2, p. 12, grifo do autor).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6) Quando a citação incluir texto traduzido pelo autor, deve-se incluir, após a chamada da citação, a expressão &amp;quot;tradução nossa&amp;quot;, entre parênteses. Exemplo:&lt;br /&gt;
  “Ao fazê-lo pode estar envolto em culpa, perversão, ódio de si mesmo [...] pode julgar-se pecador e identificar-se com seu pecado.” (RAHNER, 1962, p. 463, tradução nossa).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7) Números de chamada de notas de rodapé&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A. No corpo do texto, aparecem: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:- a) o mais próximo possível de palavra ou termo ao qual a nota fizer referência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Exs.: &lt;br /&gt;
: Podem ser identificados seis padrões⁴ básicos para as orações pessoais, isto é, com sujeito, na Língua Portuguesa (a função que vem entre parênteses é facultativa e pode ocorrer em ordem diversa): [...]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:- b) antes do sinal de pontuação da oração ou frase a que se referem.&lt;br /&gt;
: Exs.:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: • antes de ponto-final:  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: [...] Trata-se do regime informalmente denominado de “urgência urgentíssima”. No Regimento Interno da Câmara dos Deputados, está previsto no art. 155; no Regimento Interno do Senado Federal, no art. 353, caput, inciso I²³. (Manual de Redação Oficial da Presidência da República, p. 167).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: • antes de dois-pontos:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
: Ex.: &lt;br /&gt;
: A seguir, são analisadas algumas questões que costumam suscitar dúvidas quanto à correta concordância verbal. [...] k) verbo “ser”: a concordância segue a regra geral (concordância com o sujeito em pessoa e número), mas, nos seguintes casos, é feita com o predicativo⁵: [...] (Manual de Redação Oficial da Presidência da República (p. 70)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
B. Em trechos recuados de citações, aparecem depois do último sinal de pontuação do trecho citado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Baseado em exemplos do Manual de revisão da Presidência da República: &amp;lt;http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf&amp;gt;. Acesso em: 11/11/2020.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;Sistema de chamada&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Quando houver coincidência de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes; se mesmo assim existir coincidência, colocam-se os prenomes por extenso. Exemplos: &lt;br /&gt;
: (BARBOSA, C., 1958)   &lt;br /&gt;
: (BARBOSA, O., 1959)  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: (BARBOSA, Cássio, 1965)&lt;br /&gt;
: (BARBOSA, Celso, 1965)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) As citações de diversos documentos de um mesmo autor, publicados num mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e sem espacejamento, conforme a lista de referências. Exemplos: &lt;br /&gt;
: REESIDE, 1927a, p. 15.&lt;br /&gt;
: REESIDE, 1927b, p. 20.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) As citações indiretas de diversos documentos de vários autores, mencionados simultaneamente, devem ser separadas por ponto-e-vírgula, em ordem alfabética. Exemplos:&lt;br /&gt;
: FONSECA, 1997; PAIVA, 1997; SILVA, 1997.&lt;br /&gt;
: CROSS, 1984; KNOX, 1982; MEZIROW, 1991.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Cita%C3%A7%C3%B5es&amp;diff=623</id>
		<title>Citações</title>
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		<updated>2020-12-04T21:33:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Associação Brasileira de Normas Técnicas - NBR 10520)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;Regras gerais de apresentação&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) As citações diretas, no texto, de até três linhas, devem estar contidas entre aspas duplas. As aspas simples são utilizadas para indicar citação no interior da citação.&lt;br /&gt;
  Segundo Sá: “[...] por meio da mesma ‘arte de conversação’ que abrange tão extensa e significativa parte da nossa existência cotidiana”&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;sup&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) As citações diretas, no texto, com mais de três linhas, devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado e sem as aspas. &lt;br /&gt;
               A teleconferência permite ao indivíduo participar de um encontro nacional ou regional sem a necessidade&lt;br /&gt;
               de deixar seu local de origem. Tipos comuns de teleconferência incluem o uso da televisão, telefone, e&lt;br /&gt;
               computador. Através de áudio-conferência, utilizando a companhia local de telefone, um sinal de áudio&lt;br /&gt;
               pode ser emitido em um salão de qualquer dimensão.&amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) As citações indiretas (de dados, ideias ou frases, mesmo que não literais, de terceiros) devem ter sua fonte referenciada no mesmo parágrafo em que foram mencionadas (entre parênteses ou em nota de rodapé).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 No Brasil, entre 1º de janeiro e 10 de dezembro de 2018, houve 159.718 casos confirmados de dengue, com 141 mortes (BBC, 2019b).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Nas últimas décadas, os defensores da descentralização passaram a compor amplo espectro político, envolvendo desde economistas      neoliberais até movimentos sociais. Tanto o discurso político quanto o acadêmico advogaram a reforma praticamente como sinônimo de democracia e eficiência administrativa (ABRUCIO, 2006, p. 77).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Devem ser indicadas as supressões, interpolações, comentários, ênfase ou destaques, do seguinte modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) supressões: [...]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) interpolações, acréscimos ou comentários: [ ]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) ênfase ou destaque: itálico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) Para enfatizar trechos da citação, deve-se destacá-los indicando esta alteração com a expressão &amp;quot;grifo nosso&amp;quot; entre parênteses, após a chamada da citação, ou grifo do autor, caso o destaque já faça parte da obra consultada. Exemplo: &lt;br /&gt;
  “[...] b) desejo de criar uma &#039;&#039;literatura independente&#039;&#039;, diversa, de vez que, aparecendo o classicismo como manifestação de passado colonial [...]” (CANDIDO, 1993, v. 2, p. 12, grifo do autor).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6) Quando a citação incluir texto traduzido pelo autor, deve-se incluir, após a chamada da citação, a expressão &amp;quot;tradução nossa&amp;quot;, entre parênteses. Exemplo:&lt;br /&gt;
  “Ao fazê-lo pode estar envolto em culpa, perversão, ódio de si mesmo [...] pode julgar-se pecador e identificar-se com seu pecado.” (RAHNER, 1962, p. 463, tradução nossa).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7) Números de chamada de notas de rodapé&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A. No corpo do texto, aparecem: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:- a) o mais próximo possível de palavra ou termo ao qual a nota fizer referência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Exs.: &lt;br /&gt;
: Podem ser identificados seis padrões⁴ básicos para as orações pessoais, isto é, com sujeito, na Língua Portuguesa (a função que vem entre parênteses é facultativa e pode ocorrer em ordem diversa): [...]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:- b) antes do sinal de pontuação da oração ou frase a que se referem.&lt;br /&gt;
: Exs.:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: • antes de ponto-final:  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: [...] Trata-se do regime informalmente denominado de “urgência urgentíssima”. No Regimento Interno da Câmara dos Deputados, está previsto no art. 155; no Regimento Interno do Senado Federal, no art. 353, caput, inciso I²³. (Manual de Redação Oficial da Presidência da República, p. 167).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: • antes de dois-pontos:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
: Ex.: &lt;br /&gt;
: A seguir, são analisadas algumas questões que costumam suscitar dúvidas quanto à correta concordância verbal. [...] k) verbo “ser”: a concordância segue a regra geral (concordância com o sujeito em pessoa e número), mas, nos seguintes casos, é feita com o predicativo⁵: [...] (Manual de Redação Oficial da Presidência da República (p. 70)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
B. Em trechos recuados de citações, aparecem depois do último sinal de pontuação do trecho citado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Baseado em exemplos do Manual de revisão da Presidência da República: &amp;lt;http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf&amp;gt;. Acesso em: 11/11/2020.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;Sistema de chamada&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Quando houver coincidência de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes; se mesmo assim existir coincidência, colocam-se os prenomes por extenso. Exemplos: &lt;br /&gt;
: (BARBOSA, C., 1958)   &lt;br /&gt;
: (BARBOSA, O., 1959)  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: (BARBOSA, Cássio, 1965)&lt;br /&gt;
: (BARBOSA, Celso, 1965)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) As citações de diversos documentos de um mesmo autor, publicados num mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e sem espacejamento, conforme a lista de referências. Exemplos: &lt;br /&gt;
: REESIDE, 1927a, p. 15.&lt;br /&gt;
: REESIDE, 1927b, p. 20.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) As citações indiretas de diversos documentos de vários autores, mencionados simultaneamente, devem ser separadas por ponto-e-vírgula, em ordem alfabética. Exemplos:&lt;br /&gt;
: FONSECA, 1997; PAIVA, 1997; SILVA, 1997.&lt;br /&gt;
: CROSS, 1984; KNOX, 1982; MEZIROW, 1991.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Cita%C3%A7%C3%B5es&amp;diff=622</id>
		<title>Citações</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Cita%C3%A7%C3%B5es&amp;diff=622"/>
		<updated>2020-12-04T21:31:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Associação Brasileira de Normas Técnicas - NBR 10520)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;Regras gerais de apresentação&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) As citações diretas, no texto, de até três linhas, devem estar contidas entre aspas duplas. As aspas simples são utilizadas para indicar citação no interior da citação.&lt;br /&gt;
  Segundo Sá: “[...] por meio da mesma ‘arte de conversação’ que abrange tão extensa e significativa parte da nossa existência cotidiana”&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;sup&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) As citações diretas, no texto, com mais de três linhas, devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado e sem as aspas. &lt;br /&gt;
               A teleconferência permite ao indivíduo participar de um encontro nacional ou regional sem a necessidade&lt;br /&gt;
               de deixar seu local de origem. Tipos comuns de teleconferência incluem o uso da televisão, telefone, e&lt;br /&gt;
               computador. Através de áudio-conferência, utilizando a companhia local de telefone, um sinal de áudio&lt;br /&gt;
               pode ser emitido em um salão de qualquer dimensão.&amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) As citações indiretas (de dados, ideias ou frases, mesmo que não literais, de terceiros) devem ter sua fonte referenciada no mesmo parágrafo em que foram mencionadas (entre parênteses ou em nota de rodapé).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 No Brasil, entre 1º de janeiro e 10 de dezembro de 2018, houve 159.718 casos confirmados de dengue, com 141 mortes (BBC, 2019b).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Nas últimas décadas, os defensores da descentralização passaram a compor amplo espectro político, envolvendo desde economistas      neoliberais até movimentos sociais. Tanto o discurso político quanto o acadêmico advogaram a reforma praticamente como sinônimo de democracia e eficiência administrativa (ABRUCIO, 2006, p. 77).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Devem ser indicadas as supressões, interpolações, comentários, ênfase ou destaques, do seguinte modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) supressões: [...]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) interpolações, acréscimos ou comentários: [ ]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) ênfase ou destaque: itálico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) Para enfatizar trechos da citação, deve-se destacá-los indicando esta alteração com a expressão &amp;quot;grifo nosso&amp;quot; entre parênteses, após a chamada da citação, ou grifo do autor, caso o destaque já faça parte da obra consultada. Exemplo: &lt;br /&gt;
  “[...] b) desejo de criar uma &#039;&#039;literatura independente&#039;&#039;, diversa, de vez que, aparecendo o classicismo como manifestação de passado colonial [...]” (CANDIDO, 1993, v. 2, p. 12, grifo do autor).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6) Quando a citação incluir texto traduzido pelo autor, deve-se incluir, após a chamada da citação, a expressão &amp;quot;tradução nossa&amp;quot;, entre parênteses. Exemplo:&lt;br /&gt;
  “Ao fazê-lo pode estar envolto em culpa, perversão, ódio de si mesmo [...] pode julgar-se pecador e identificar-se com seu pecado.” (RAHNER, 1962, p. 463, tradução nossa).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7) Números de chamada de notas de rodapé&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A. No corpo do texto, aparecem: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:- a) o mais próximo possível de palavra ou termo ao qual a nota fizer referência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Exs.: &lt;br /&gt;
: Podem ser identificados seis padrões⁴ básicos para as orações pessoais, isto é, com sujeito, na Língua Portuguesa (a função que vem entre parênteses é facultativa e pode ocorrer em ordem diversa): [...]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:- b) antes do sinal de pontuação da oração ou frase a que se referem.&lt;br /&gt;
: Exs.:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: • antes de ponto-final:  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: [...] Trata-se do regime informalmente denominado de “urgência urgentíssima”. No Regimento Interno da Câmara dos Deputados, está previsto no art. 155; no Regimento Interno do Senado Federal, no art. 353, caput, inciso I²³. (Manual de Redação Oficial da Presidência da República_, p. 167).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: • antes de dois-pontos:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
: Ex.: &lt;br /&gt;
: A seguir, são analisadas algumas questões que costumam suscitar dúvidas quanto à correta concordância verbal. [...] k) verbo “ser”: a concordância segue a regra geral (concordância com o sujeito em pessoa e número), mas, nos seguintes casos, é feita com o predicativo⁵: [...] (Manual de Redação Oficial da Presidência da República (p. 70)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
B. Em trechos recuados de citações, aparecem depois do último sinal de pontuação do trecho citado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Baseado em exemplos do Manual de revisão da Presidência da República: &amp;lt;http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf&amp;gt;. Acesso em: 11/11/2020.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;Sistema de chamada&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Quando houver coincidência de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes; se mesmo assim existir coincidência, colocam-se os prenomes por extenso. Exemplos: &lt;br /&gt;
: (BARBOSA, C., 1958)   &lt;br /&gt;
: (BARBOSA, O., 1959)  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: (BARBOSA, Cássio, 1965)&lt;br /&gt;
: (BARBOSA, Celso, 1965)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) As citações de diversos documentos de um mesmo autor, publicados num mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e sem espacejamento, conforme a lista de referências. Exemplos: &lt;br /&gt;
: REESIDE, 1927a, p. 15.&lt;br /&gt;
: REESIDE, 1927b, p. 20.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) As citações indiretas de diversos documentos de vários autores, mencionados simultaneamente, devem ser separadas por ponto-e-vírgula, em ordem alfabética. Exemplos:&lt;br /&gt;
: FONSECA, 1997; PAIVA, 1997; SILVA, 1997.&lt;br /&gt;
: CROSS, 1984; KNOX, 1982; MEZIROW, 1991.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Cita%C3%A7%C3%B5es&amp;diff=621</id>
		<title>Citações</title>
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		<updated>2020-12-04T21:30:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: /* Regras gerais de apresentação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Associação Brasileira de Normas Técnicas - NBR 10520)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;Regras gerais de apresentação&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) As citações diretas, no texto, de até três linhas, devem estar contidas entre aspas duplas. As aspas simples são utilizadas para indicar citação no interior da citação.&lt;br /&gt;
  Segundo Sá: “[...] por meio da mesma ‘arte de conversação’ que abrange tão extensa e significativa parte da nossa existência cotidiana”&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;sup&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) As citações diretas, no texto, com mais de três linhas, devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado e sem as aspas. &lt;br /&gt;
               A teleconferência permite ao indivíduo participar de um encontro nacional ou regional sem a necessidade&lt;br /&gt;
               de deixar seu local de origem. Tipos comuns de teleconferência incluem o uso da televisão, telefone, e&lt;br /&gt;
               computador. Através de áudio-conferência, utilizando a companhia local de telefone, um sinal de áudio&lt;br /&gt;
               pode ser emitido em um salão de qualquer dimensão.&amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) As citações indiretas (de dados, ideias ou frases, mesmo que não literais, de terceiros) devem ter sua fonte referenciada no mesmo parágrafo em que foram mencionadas (entre parênteses ou em nota de rodapé).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 No Brasil, entre 1º de janeiro e 10 de dezembro de 2018, houve 159.718 casos confirmados de dengue, com 141 mortes (BBC, 2019b).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Nas últimas décadas, os defensores da descentralização passaram a compor amplo espectro político, envolvendo desde economistas      neoliberais até movimentos sociais. Tanto o discurso político quanto o acadêmico advogaram a reforma praticamente como sinônimo de democracia e eficiência administrativa (ABRUCIO, 2006, p. 77).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Devem ser indicadas as supressões, interpolações, comentários, ênfase ou destaques, do seguinte modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) supressões: [...]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) interpolações, acréscimos ou comentários: [ ]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) ênfase ou destaque: itálico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) Para enfatizar trechos da citação, deve-se destacá-los indicando esta alteração com a expressão &amp;quot;grifo nosso&amp;quot; entre parênteses, após a chamada da citação, ou grifo do autor, caso o destaque já faça parte da obra consultada. Exemplo: &lt;br /&gt;
  “[...] b) desejo de criar uma &#039;&#039;literatura independente&#039;&#039;, diversa, de vez que, aparecendo o classicismo como manifestação de passado colonial [...]” (CANDIDO, 1993, v. 2, p. 12, grifo do autor).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6) Quando a citação incluir texto traduzido pelo autor, deve-se incluir, após a chamada da citação, a expressão &amp;quot;tradução nossa&amp;quot;, entre parênteses. Exemplo:&lt;br /&gt;
  “Ao fazê-lo pode estar envolto em culpa, perversão, ódio de si mesmo [...] pode julgar-se pecador e identificar-se com seu pecado.” (RAHNER, 1962, p. 463, tradução nossa).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7) Números de chamada de notas de rodapé&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A. No corpo do texto, aparecem: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:- a) o mais próximo possível de palavra ou termo ao qual a nota fizer referência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:- Exs.: &lt;br /&gt;
:- Podem ser identificados seis padrões⁴ básicos para as orações pessoais, isto é, com sujeito, na Língua Portuguesa (a função que vem entre parênteses é facultativa e pode ocorrer em ordem diversa): [...]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:- b) antes do sinal de pontuação da oração ou frase a que se referem.&lt;br /&gt;
:- Exs.:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• antes de ponto-final:  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
_[...] Trata-se do regime informalmente denominado de “urgência urgentíssima”. No Regimento Interno da Câmara dos Deputados, está previsto no art. 155; no Regimento Interno do Senado Federal, no art. 353, caput, inciso I²³. (Manual de Redação Oficial da Presidência da República_, p. 167).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• antes de dois-pontos:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Ex.: &lt;br /&gt;
_A seguir, são analisadas algumas questões que costumam suscitar dúvidas quanto à correta concordância verbal. [...] k) verbo “ser”: a concordância segue a regra geral (concordância com o sujeito em pessoa e número), mas, nos seguintes casos, é feita com o predicativo⁵: [...] (Manual de Redação Oficial da Presidência da República (p. 70)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
B. Em trechos recuados de citações, aparecem depois do último sinal de pontuação do trecho citado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Baseado em exemplos do Manual de revisão da Presidência da República: &amp;lt;http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf&amp;gt;. Acesso em: 11/11/2020.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;Sistema de chamada&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Quando houver coincidência de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes; se mesmo assim existir coincidência, colocam-se os prenomes por extenso. Exemplos: &lt;br /&gt;
: (BARBOSA, C., 1958)   &lt;br /&gt;
: (BARBOSA, O., 1959)  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: (BARBOSA, Cássio, 1965)&lt;br /&gt;
: (BARBOSA, Celso, 1965)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) As citações de diversos documentos de um mesmo autor, publicados num mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e sem espacejamento, conforme a lista de referências. Exemplos: &lt;br /&gt;
: REESIDE, 1927a, p. 15.&lt;br /&gt;
: REESIDE, 1927b, p. 20.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) As citações indiretas de diversos documentos de vários autores, mencionados simultaneamente, devem ser separadas por ponto-e-vírgula, em ordem alfabética. Exemplos:&lt;br /&gt;
: FONSECA, 1997; PAIVA, 1997; SILVA, 1997.&lt;br /&gt;
: CROSS, 1984; KNOX, 1982; MEZIROW, 1991.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=620</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
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		<updated>2020-12-04T21:25:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceçôes:&#039;&#039;&#039; a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas em títulos, cargos, postos, funções, profissões e axiônimos em geral&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”; pelo novo Acordo Ortográfico, os cargos, postos e axiônimos em geral devem grafar-se com minúscula inicial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitem inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;). Caso a regra da maiúscula opcional pretendesse abranger os axiônimos, a expressão &amp;quot;neste caso&amp;quot; (que se refere, claramente, ao elemento mais próximo, dos hagiônimos) deveria ter sido substituída por &amp;quot;em ambos os casos&amp;quot; ou &amp;quot;nos dois casos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, recomenda-se que, nas publicações da FUNAG, siga-se a regra oficial, já seguida pelos órgãos de comunicações da Presidência da República e do Congresso Nacional e pela imprensa brasileira e portuguesa em geral, de grafar com inicial minúscula os nomes de títulos, cargos, funções, profissões e axiônimos em geral, reservando o uso de maiúsculas para as instituições: o Senado (mas: o senador; os senadores; a senadora Fulana de Tal); o ministro da Educação (mas: o Ministério da Educação); o doutor; a oficial de chancelaria; o professor; o primeiro-ministro; a chanceler; o arcebispo de Buenos Aires; o embaixador do Brasil na Itália; o vice-presidente Fulano de Tal; o papa Francisco; o patriarca de Moscou; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem outros exemplos de títulos, cargos, profissões e axiônimos em geral que devem ser escritos com iniciais minúsculas: advogado, barão, bispo, capitão, cardeal, conde, conselheiro, coronel, deputado, desembargador, diretor-executivo, doutor, duque, general, imperador, juiz, major, marquês, padre, príncipe, rei, secretário, senhor, vereador, visconde, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa recomendação aplica-se mesmo quando o título seja seguido do nome: o barão do Rio Branco, o duque de Caxias, o marquês de Pombal, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres ou dignitários que se revestem de caráter episcopal: Dom João VI, Dom Pedro I, Dom Paulo Evaristo Arns, etc. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty recomenda a utilização de maiúsculas não somente nos nomes de instituições, mas também nas partes de nomes de instituições usadas em&lt;br /&gt;
combinação com nomes de cargos. Por exemplo, o ministro das Relações Exteriores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): &#039;&#039;O Senhor do Paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;O senhor do paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;Menino de Engenho&#039;&#039; ou &#039;&#039;Menino de engenho&#039;&#039;, &#039;&#039;Árvore e Tambor&#039;&#039; ou &#039;&#039;Árvore e tambor&#039;&#039;.&amp;quot;&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses etc. em português, que constem de obras da FUNAG, sejam escritos com maiúscula apenas na primeira letra e nos nomes próprios.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O sol é para todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A norma 8.2 da ABNT indica que “o título e o subtítulo devem ser reproduzidos como figuram no documento, separados por dois pontos”, enquanto a íntegra do documento (Normas Brasileiras – ABNT NBR 6023) aponta o uso de maiúscula somente na primeira letra do título seguido por todo o restante em letras minúsculas, exceto nomes próprios e siglas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa regra, que é a mesma das demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), deve ser usada também nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; (p. 56) recomendar para que se use iniciais maiúsculas em todas as palavras, exceto aquelas de ligação, como artigos, conjunções, pronomes etc., este mesmo manual usa em sua bibliografia somente a maiúscula no primeiro elemento e minúsculas nos demais vocábulos. Nota-se, inclusive, que o exemplo usado na página 56 – &#039;&#039;Moderna Gramática Portuguesa&#039;&#039; – está de outra forma na bibliografia na página 173 – BECHARA, Evanildo. &#039;&#039;Moderna gramática portuguesa&#039;&#039;. 19. ed. São Paulo: Nacional, 1974.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de redação da Presidência da República: Acordo Ortogràfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em compostos com hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme o Manual de redação da Presidência da República (p. 26), em palavras com hífen, após se optar pelo uso da maiúscula ou da minúscula, deve-se manter a escolha para a grafia de todos os elementos hifenizados: pode-se escrever “Vice-Presidente” ou “vice-presidente”, mas não “Vice-presidente”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nomes próprios, ambos os elementos do composto com hífen devem ser escritos com iniciais maiúsculas. Por exemplo, Grã-Bretanha; Timor-Leste; Associação Latino-Americana de Integração; Organização Pan-Americana da Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em axiônimos de personalidades históricas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A alínea f) do ponto 1º da Base XIX, sobre uso de minúsculas e maiúsculas do Acordo Ortográfico de 1990 estipula que devem ser escritos com inicial minúscula as palavras que designam formas de tratamento ou reverência (senhor doutor..., bacharel..., cardeal...). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, ressalva a possibilidade de usar maiúscula inicial no caso de hagiônimos: santa/Santa Filomena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse contexto, pode-se entender que os nomes próprios de grandes personalidades históricas, por processo similar ao da formação de hagiônimos, incorporam a forma de tratamento pela qual a referida personalidade foi consagrada pela tradição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desse modo, dentre outros, usam-se maíúsculas em: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:- Barão do Rio Branco&lt;br /&gt;
:- Cardeal Richelieu&lt;br /&gt;
:- Dom João VI&lt;br /&gt;
:- Duque de Caxias&lt;br /&gt;
:- Frei Caneca&lt;br /&gt;
:- Marquês de Pombal&lt;br /&gt;
:- Papa Leão I&lt;br /&gt;
:- Visconde de Ouro Preto&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=619</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=619"/>
		<updated>2020-12-04T21:24:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceçôes:&#039;&#039;&#039; a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas em títulos, cargos, postos, funções, profissões e axiônimos em geral&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”; pelo novo Acordo Ortográfico, os cargos, postos e axiônimos em geral devem grafar-se com minúscula inicial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitem inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;). Caso a regra da maiúscula opcional pretendesse abranger os axiônimos, a expressão &amp;quot;neste caso&amp;quot; (que se refere, claramente, ao elemento mais próximo, dos hagiônimos) deveria ter sido substituída por &amp;quot;em ambos os casos&amp;quot; ou &amp;quot;nos dois casos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, recomenda-se que, nas publicações da FUNAG, siga-se a regra oficial, já seguida pelos órgãos de comunicações da Presidência da República e do Congresso Nacional e pela imprensa brasileira e portuguesa em geral, de grafar com inicial minúscula os nomes de títulos, cargos, funções, profissões e axiônimos em geral, reservando o uso de maiúsculas para as instituições: o Senado (mas: o senador; os senadores; a senadora Fulana de Tal); o ministro da Educação (mas: o Ministério da Educação); o doutor; a oficial de chancelaria; o professor; o primeiro-ministro; a chanceler; o arcebispo de Buenos Aires; o embaixador do Brasil na Itália; o vice-presidente Fulano de Tal; o papa Francisco; o patriarca de Moscou; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem outros exemplos de títulos, cargos, profissões e axiônimos em geral que devem ser escritos com iniciais minúsculas: advogado, barão, bispo, capitão, cardeal, conde, conselheiro, coronel, deputado, desembargador, diretor-executivo, doutor, duque, general, imperador, juiz, major, marquês, padre, príncipe, rei, secretário, senhor, vereador, visconde, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa recomendação aplica-se mesmo quando o título seja seguido do nome: o barão do Rio Branco, o duque de Caxias, o marquês de Pombal, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres ou dignitários que se revestem de caráter episcopal: Dom João VI, Dom Pedro I, Dom Paulo Evaristo Arns, etc. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty recomenda a utilização de maiúsculas não somente nos nomes de instituições, mas também nas partes de nomes de instituições usadas em&lt;br /&gt;
combinação com nomes de cargos. Por exemplo, o ministro das Relações Exteriores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): &#039;&#039;O Senhor do Paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;O senhor do paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;Menino de Engenho&#039;&#039; ou &#039;&#039;Menino de engenho&#039;&#039;, &#039;&#039;Árvore e Tambor&#039;&#039; ou &#039;&#039;Árvore e tambor&#039;&#039;.&amp;quot;&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses etc. em português, que constem de obras da FUNAG, sejam escritos com maiúscula apenas na primeira letra e nos nomes próprios.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O sol é para todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A norma 8.2 da ABNT indica que “o título e o subtítulo devem ser reproduzidos como figuram no documento, separados por dois pontos”, enquanto a íntegra do documento (Normas Brasileiras – ABNT NBR 6023) aponta o uso de maiúscula somente na primeira letra do título seguido por todo o restante em letras minúsculas, exceto nomes próprios e siglas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa regra, que é a mesma das demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), deve ser usada também nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; (p. 56) recomendar para que se use iniciais maiúsculas em todas as palavras, exceto aquelas de ligação, como artigos, conjunções, pronomes etc., este mesmo manual usa em sua bibliografia somente a maiúscula no primeiro elemento e minúsculas nos demais vocábulos. Nota-se, inclusive, que o exemplo usado na página 56 – &#039;&#039;Moderna Gramática Portuguesa&#039;&#039; – está de outra forma na bibliografia na página 173 – BECHARA, Evanildo. &#039;&#039;Moderna gramática portuguesa&#039;&#039;. 19. ed. São Paulo: Nacional, 1974.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de redação da Presidência da República: Acordo Ortogràfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em compostos com hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme o Manual de redação da Presidência da República (p. 26), em palavras com hífen, após se optar pelo uso da maiúscula ou da minúscula, deve-se manter a escolha para a grafia de todos os elementos hifenizados: pode-se escrever “Vice-Presidente” ou “vice-presidente”, mas não “Vice-presidente”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nomes próprios, ambos os elementos do composto com hífen devem ser escritos com iniciais maiúsculas. Por exemplo, Grã-Bretanha; Timor-Leste; Associação Latino-Americana de Integração; Organização Pan-Americana da Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em axiônimos de personalidades históricas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A alínea f) do ponto 1º da Base XIX, sobre uso de minúsculas e maiúsculas do Acordo Ortográfico de 1990 estipula que devem ser escritos com inicial minúscula as palavras que designam formas de tratamento ou reverência (senhor doutor..., bacharel..., cardeal...). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, ressalva a possibilidade de usar maiúscula inicial no caso de hagiônimos: santa/Santa Filomena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse contexto, pode-se entender que os nomes próprios de grandes personalidades históricas, por processo similar ao da formação de hagiônimos, incorporam a forma de tratamento pela qual a referida personalidade foi consagrada pela tradição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desse modo, dentre outros, usam-se maíúsculas em: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Barão do Rio Branco&lt;br /&gt;
- Cardeal Richelieu&lt;br /&gt;
- Dom João VI&lt;br /&gt;
- Duque de Caxias&lt;br /&gt;
- Frei Caneca&lt;br /&gt;
- Marquês de Pombal&lt;br /&gt;
- Papa Leão I&lt;br /&gt;
- Visconde de Ouro Preto&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=618</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=618"/>
		<updated>2020-12-04T21:23:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceçôes:&#039;&#039;&#039; a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas em títulos, cargos, postos, funções, profissões e axiônimos em geral&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”; pelo novo Acordo Ortográfico, os cargos, postos e axiônimos em geral devem grafar-se com minúscula inicial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitem inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;). Caso a regra da maiúscula opcional pretendesse abranger os axiônimos, a expressão &amp;quot;neste caso&amp;quot; (que se refere, claramente, ao elemento mais próximo, dos hagiônimos) deveria ter sido substituída por &amp;quot;em ambos os casos&amp;quot; ou &amp;quot;nos dois casos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, recomenda-se que, nas publicações da FUNAG, siga-se a regra oficial, já seguida pelos órgãos de comunicações da Presidência da República e do Congresso Nacional e pela imprensa brasileira e portuguesa em geral, de grafar com inicial minúscula os nomes de títulos, cargos, funções, profissões e axiônimos em geral, reservando o uso de maiúsculas para as instituições: o Senado (mas: o senador; os senadores; a senadora Fulana de Tal); o ministro da Educação (mas: o Ministério da Educação); o doutor; a oficial de chancelaria; o professor; o primeiro-ministro; a chanceler; o arcebispo de Buenos Aires; o embaixador do Brasil na Itália; o vice-presidente Fulano de Tal; o papa Francisco; o patriarca de Moscou; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem outros exemplos de títulos, cargos, profissões e axiônimos em geral que devem ser escritos com iniciais minúsculas: advogado, barão, bispo, capitão, cardeal, conde, conselheiro, coronel, deputado, desembargador, diretor-executivo, doutor, duque, general, imperador, juiz, major, marquês, padre, príncipe, rei, secretário, senhor, vereador, visconde, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa recomendação aplica-se mesmo quando o título seja seguido do nome: o barão do Rio Branco, o duque de Caxias, o marquês de Pombal, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres ou dignitários que se revestem de caráter episcopal: Dom João VI, Dom Pedro I, Dom Paulo Evaristo Arns, etc. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty recomenda a utilização de maiúsculas não somente nos nomes de instituições, mas também nas partes de nomes de instituições usadas em&lt;br /&gt;
combinação com nomes de cargos. Por exemplo, o ministro das Relações Exteriores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): &#039;&#039;O Senhor do Paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;O senhor do paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;Menino de Engenho&#039;&#039; ou &#039;&#039;Menino de engenho&#039;&#039;, &#039;&#039;Árvore e Tambor&#039;&#039; ou &#039;&#039;Árvore e tambor&#039;&#039;.&amp;quot;&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses etc. em português, que constem de obras da FUNAG, sejam escritos com maiúscula apenas na primeira letra e nos nomes próprios.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O sol é para todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A norma 8.2 da ABNT indica que “o título e o subtítulo devem ser reproduzidos como figuram no documento, separados por dois pontos”, enquanto a íntegra do documento (Normas Brasileiras – ABNT NBR 6023) aponta o uso de maiúscula somente na primeira letra do título seguido por todo o restante em letras minúsculas, exceto nomes próprios e siglas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa regra, que é a mesma das demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), deve ser usada também nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; (p. 56) recomendar para que se use iniciais maiúsculas em todas as palavras, exceto aquelas de ligação, como artigos, conjunções, pronomes etc., este mesmo manual usa em sua bibliografia somente a maiúscula no primeiro elemento e minúsculas nos demais vocábulos. Nota-se, inclusive, que o exemplo usado na página 56 – &#039;&#039;Moderna Gramática Portuguesa&#039;&#039; – está de outra forma na bibliografia na página 173 – BECHARA, Evanildo. &#039;&#039;Moderna gramática portuguesa&#039;&#039;. 19. ed. São Paulo: Nacional, 1974.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de redação da Presidência da República: Acordo Ortogràfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em compostos com hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme o Manual de redação da Presidência da República (p. 26), em palavras com hífen, após se optar pelo uso da maiúscula ou da minúscula, deve-se manter a escolha para a grafia de todos os elementos hifenizados: pode-se escrever “Vice-Presidente” ou “vice-presidente”, mas não “Vice-presidente”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nomes próprios, ambos os elementos do composto com hífen devem ser escritos com iniciais maiúsculas. Por exemplo, Grã-Bretanha; Timor-Leste; Associação Latino-Americana de Integração; Organização Pan-Americana da Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em axiônimos de personalidades históricas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A alínea f) do ponto 1º da Base XIX, sobre uso de minúsculas e maiúsculas do Acordo Ortográfico de 1990 estipula que devem ser escritos com inicial minúscula as palavras que designam formas de tratamento ou reverência (senhor doutor..., bacharel..., cardeal...). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, ressalva a possibilidade de usar maiúscula inicial no caso de hagiônimos: santa/Santa Filomena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse contexto, pode-se entender que os nomes próprios de grandes personalidades históricas, por processo similar ao da formação de hagiônimos, incorporam a forma de tratamento pela qual a referida personalidade foi consagrada pela tradição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desse modo, dentre outros, usam-se maíúsculas em: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Barão do Rio Branco&lt;br /&gt;
Cardeal Richelieu&lt;br /&gt;
Dom João VI&lt;br /&gt;
Duque de Caxias&lt;br /&gt;
Frei Caneca&lt;br /&gt;
Marquês de Pombal&lt;br /&gt;
Papa Leão I&lt;br /&gt;
Visconde de Ouro Preto&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Estados_e_cidades&amp;diff=617</id>
		<title>Estados e cidades</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Estados_e_cidades&amp;diff=617"/>
		<updated>2020-10-22T15:52:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao citar cidades, deve-se indicar o estado, exceto no caso de capitais. Em textos escritos, a sigla do estado deve vir entre parênteses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O Senado assinará hoje com o Tribunal de Justiça do Paraná protocolo de intenções para instalar em conjunto a TV Senado e a Rádio Senado FM em Curitiba. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A EPL surge da transformação da Empresa de Transporte Ferroviário de Alta Velocidade (Etav), criada para administrar a construção do trem-bala entre os municípios do Rio de Janeiro e Campinas (SP).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O convênio prevê que Recife, Rio Branco, Natal e Curitiba serão as próximas capitais a integrar a Rede Legislativa de TV Digital.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As 6 mil toneladas de rejeitos radioativos resultantes do acidente foram armazenadas no Centro Regional de Ciências Nucleares do Centro-Oeste (CRCN-CO), construído especialmente para isso, em Abadia de Goiás (GO), município próximo a Goiânia.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mais um pedágio nas estradas Paulistas. Esse fica na Rodovia Anhaguera na altura de Nova Odessa – SP. (use a sigla entre parênteses)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Evite abreviar nomes de cidades. Se for necessário, por redução de espaço, use em título, infográfico e crawl as abreviaturas:&lt;br /&gt;
BH, para Belo Horizonte;&lt;br /&gt;
NY, para Nova York;&lt;br /&gt;
Rio, para a cidade do Rio de Janeiro (use RJ para o estado);&lt;br /&gt;
Não use BSB para Brasília.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Para cidades brasileiras, o manual adota a grafia registrada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Para cidades estrangeiras, use a forma aportuguesada mais comum. Em vez de Philadelphia, use Filadélfia, por exemplo.&lt;br /&gt;
Use Nova York, e não Nova Iorque.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Estados_e_cidades&amp;diff=616</id>
		<title>Estados e cidades</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Estados_e_cidades&amp;diff=616"/>
		<updated>2020-10-22T15:51:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao citar cidades, deve-se indicar o estado, exceto no caso de capitais. Em textos escritos, a sigla do estado deve vir entre parênteses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O Senado assinará hoje com o Tribunal de Justiça do Paraná protocolo de intenções para instalar em conjunto a TV Senado e a Rádio Senado FM em Curitiba. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A EPL surge da transformação da Empresa de Transporte Ferroviário de Alta Velocidade (Etav), criada para administrar a construção do trem-bala entre os municípios do Rio de Janeiro e Campinas (SP).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O convênio prevê que Recife (PE), Rio Branco (AC), Natal (RN) e Curitiba (PR) serão as próximas capitais a integrar a Rede Legislativa de TV Digital.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As 6 mil toneladas de rejeitos radioativos resultantes do acidente foram armazenadas no Centro Regional de Ciências Nucleares do Centro-Oeste (CRCN-CO), construído especialmente para isso, em Abadia de Goiás (GO), município próximo a Goiânia.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mais um pedágio nas estradas Paulistas. Esse fica na Rodovia Anhaguera na altura de Nova Odessa – SP. (use a sigla entre parênteses)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Evite abreviar nomes de cidades. Se for necessário, por redução de espaço, use em título, infográfico e crawl as abreviaturas:&lt;br /&gt;
BH, para Belo Horizonte;&lt;br /&gt;
NY, para Nova York;&lt;br /&gt;
Rio, para a cidade do Rio de Janeiro (use RJ para o estado);&lt;br /&gt;
Não use BSB para Brasília.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Para cidades brasileiras, o manual adota a grafia registrada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Para cidades estrangeiras, use a forma aportuguesada mais comum. Em vez de Philadelphia, use Filadélfia, por exemplo.&lt;br /&gt;
Use Nova York, e não Nova Iorque.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Estados_e_cidades&amp;diff=615</id>
		<title>Estados e cidades</title>
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		<updated>2020-10-22T15:50:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: Criou página com &amp;#039;(&amp;#039;&amp;#039;Manual de comunicação da Secom do Senado&amp;#039;&amp;#039;)   Ao citar cidades, deve-se indicar o estado, exceto no caso de capitais. Em textos escritos, a sigla do estado deve vir entre...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao citar cidades, deve-se indicar o estado, exceto no caso de capitais. Em textos escritos, a sigla do estado deve vir entre parênteses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O Senado assinará hoje com o Tribunal de Justiça do Paraná protocolo de intenções para instalar em conjunto a TV Senado e a Rádio Senado FM em Curitiba. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A EPL surge da transformação da Empresa de Transporte Ferroviário de Alta Velocidade (Etav), criada para administrar a construção do trem-bala entre os municípios do Rio de Janeiro e Campinas (SP).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O convênio prevê que Recife (PE), Rio Branco (AC), Natal (RN) e Curitiba (PR) serão as próximas capitais a integrar a Rede Legislativa de TV Digital.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As 6 mil toneladas de rejeitos radioativos resultantes do acidente foram armazenadas no Centro Regional de Ciências Nucleares do Centro-Oeste (CRCN-CO), construído especialmente para isso, em Abadia de Goiás (GO), município próximo a Goiânia.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mais um pedágio nas estradas Paulistas. Esse fica na Rodovia Anhaguera na altura de Nova Odessa – SP. (use a sigla entre parênteses)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Evite abreviar nomes de cidades. Se for necessário, por redução de espaço, use em título, infográfico e crawl as abreviaturas:&lt;br /&gt;
BH, para Belo Horizonte;&lt;br /&gt;
NY, para Nova York;&lt;br /&gt;
Rio, para a cidade do Rio de Janeiro (use RJ para o estado);&lt;br /&gt;
Não use BSB para Brasília.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Para cidades brasileiras, o manual adota a grafia registrada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Para cidades estrangeiras, use a forma aportuguesada mais comum. Em vez de Philadelphia, use Filadélfia, por exemplo.&lt;br /&gt;
Use Nova York, e não Nova Iorque.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Manual_de_revis%C3%A3o_da_FUNAG&amp;diff=614</id>
		<title>Manual de revisão da FUNAG</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Manual_de_revis%C3%A3o_da_FUNAG&amp;diff=614"/>
		<updated>2020-10-22T15:47:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: /* Revisão */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Apresentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual tem o objetivo de ser uma ferramenta teórico-referencial para garantir maior clareza e padronizar as revisões de textos publicados pela Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora elaborado primariamente para servir de referência aos revisores da FUNAG e aos autores que submetam textos para serem publicados pela Fundação, o manual também pode ser útil para o público em geral, pois busca sanar dúvidas comuns do idioma português e consolida recomendações de várias fontes oficiais, listadas no item [[#Referências_e_fontes_de_pesquisa|Referências e fontes de pesquisa]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eventuais comentários e sugestões podem ser enviados para o &#039;&#039;e-mail&#039;&#039; manual@funag.gov.br.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Revisão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Orientações gerais aos revisores]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Revisão e preparação de original]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Línguas estrangeiras]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Maiúsculas e minúsculas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Noções básicas de gramática da língua portuguesa]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Colocação pronominal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Concordância verbal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Pronomes demonstrativos]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Sujeito preposicionado]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Uso do por que/por quê/porque/porquê]] =====&lt;br /&gt;
==== [[Nomes oficiais de países em inglês, espanhol e francês]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Estados e cidades]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Numerais]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Datas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Horas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Números]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Valores monetários]] =====&lt;br /&gt;
==== [[Pontuação]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Aspas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Hífen]] =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== [[Meia-risca/Travessão]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Parênteses]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Vírgula]] =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Reduções, abreviaturas e siglas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Topônimos e gentílicos]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Uso de itálico]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Vocabulário e dúvidas frequentes]]  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Principais orientações da ABNT]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Citações]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Referências]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências e fontes de pesquisa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual compila recomendações de diversas fontes, com vistas a sanar as dúvidas mais comuns no dia a dia do processo editorial de publicações da FUNAG. Deve ser utilizado em todas as fases, especialmente nas de preparação de originais e revisão de provas, com a finalidade de conferir dados e padronizar termos geográficos, econômicos, legislativos, parlamentares, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para informações mais detalhadas, listam-se, a seguir, as principais fontes de referência utilizadas neste manual: &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;, aprovado pela Portaria nº 292, de 11 de maio de 2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 12 de maio de 2016, atualizado em 13 de maio de 2020, disponível em https://diplopedia.itamaraty.gov.br/uploads/19-Manual_de_Reda%C3%A7%C3%A3o_Oficial_e_Diplom%C3%A1tica_do_Itamaraty.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;, 3ª edição, revista, atualizada e ampliada, aprovado pela Portaria nº 1.369, de 27 de dezembro de 2018, publicada no DOU de 28 de dezembro de 2018, disponível em http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, promulgado pelo Decreto nº 6.583, de 29 de setembro de 2008, publicado no DOU de 30 de setembro de 2008, disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6583.htm; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letras (ABL), disponível em http://bit.ly/buscaVOLP; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), especialmente as normas NBR 6023 (Informação e documentação - referências - elaboração), 2ª edição, de 14 de novembro de 2018; e NBR 10520 (Informação e documentação - citações em documentos - apresentação), de agosto de 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além dessas fontes principais de referência, foram consultadas, para a elaboração deste manual, muitas fontes secundárias, como dicionários da língua portuguesa, gramáticas modernas, além de outros manuais e ferramentas de pesquisa como, por exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de comunicação da Secretaria de Comunicação Social do Senado Federal&#039;&#039;, disponível em https://www12.senado.leg.br/manualdecomunicacao;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de redação da Câmara de Deputados: padronização e documentos administrativos&#039;&#039;, disponível em http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/32279/manual_redacao_camara.pdf?sequence=7;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual editorial do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada&#039;&#039; (Ipea), disponível em https://www.ipea.gov.br/sites/manualeditorial;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sistema Concórdia do Itamaraty, que contém informações sobre atos internacionais de que o Brasil é parte, disponível em https://concordia.itamaraty.gov.br/; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Biblioteca das Nações Unidas, que contém Informações sobre outros atos internacionais, disponível em http://research.un.org/en/docs/law/treaties.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ajuda==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/5e/Cheatsheet-en.png Resumo de formatação]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [[Detalhamento]]&lt;br /&gt;
[[Usuário:FUNAG|FUNAG]] ([[Usuário Discussão:FUNAG|discussão]]) 15h32min de 5 de outubro de 2017 (BRT)&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=597</id>
		<title>Hífen</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=597"/>
		<updated>2020-07-16T17:25:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortogràfico da Língua Portuguesa; VOLP; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual editorial do Ipea&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sucessivas reformas ortográficas e, sobretudo, o uso da língua portuguesa tem evidenciado uma tendência contínua à diminuição do emprego do hífen, com seu uso se restringindo a compostos eventuais (“encontrei-os”, “ser-me-á”, “Acordo MERCOSUL-União Europeia”, “eixo Brasília-Lisboa”, “anti-ISIS”, etc.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, obrigatório no Brasil desde 1º de janeiro de 2016, determina que, “nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Não usar hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não devem ser usados hífens, por exemplo, nos nomes (por extenso) dos números (seiscentos e vinte e um mil, oitocentos e vinte e dois; décimo terceiro; tricentésimo vigésimo primeiro; um quarto; dois quintos; um e meio). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tampouco devem levar hifens, entre outras, as seguintes expressões ou locuções: acordo de livre comércio, aeroespacial, afrodescendente, agroindústria, agropecuária, ajudante de ordens, almirante de esquadra, alto comissariado, alto representante, anglofalante, anglomania, ano novo, anteontem, antiaéreo, anticoloniais, anticonservador, antiliberal, antimíssil, antirreligioso, antissocial, à parte (locução adverbial, que se distingue do substantivo aparte), assembleia geral (exceção à regra das expressões com &amp;quot;geral&amp;quot;, que levam hífen), à toa, autoestrada, autorregulação, à vontade, boa sorte, bom dia, bom senso, boa tarde, boa noite, bom senso, bons ofícios, brigadeiro do ar, caixa eletrônico, caixa postal, capitão de fragata, capitão de mar e guerra, carta credencial, carta revogatória, carta rogatória, cidade sede, circular telegráfica, coautor, coerdeiro, cogestão, conta corrente, contracheque, contraindicação, contraofensiva, contrassenha, coobrigação, cooperação, coordenar, copatrocinar, copatrocínio, correio eletrônico, despacho telegráfico, dia a dia, dona de casa, encarregado de negócios, Estado membro, Estados membros, Estado parte, Estados partes, estadunidense (preferível a &amp;quot;estado-unidense&amp;quot;, forma também admitida pelo VOLP), eurocentrismo, eurodeputado, extraoficial, extraoficialmente, extrarregional, extrema direita, extrema esquerda, febre amarela, fim de século, fim de semana, general de brigada, general de divisão, general de exército, greve geral, homem bomba, hora extra, horas extras, infantojuvenil, infraestrutura, intrarregional (mas inter-regional), intranacional, limpeza geral, livre comércio, livre mercado, lua de mel, lusofonia, malgrado, malvisto, mandachuva, mandato tampão, meia(s) palavra(s), membros não permanentes, microempresa, mão de obra, multissetorial, não agressão, não alinhado, não beligerante, não combatente, não discriminação, não fumante, não governamental, não ingerência, não intervenção, não permanente, não proliferação, não violência, neoidealismo, neoimprerialismo, neoliberalismo, neorrealismo, organização não governamental, papel ofício, paraquedas, paraquedismo, paraquedista, passatempo, plurianual, plurissetorial, ponto de interrogação, ponto de vista, ponto e vírgula, pôr do sol, preestabelecer, presidente eleito, proativo, quase delito, quase equilíbrio, radiouvinte, reelaborar, residência funcional, residência oficial, reunião geral, sala de jantar, salário mínimo, semiárido, sequestro relâmpago, sinologia, sobreaquecer, sobreaquecimento, socioeconômico, subaquático, subchefe, subchefia, superaquecer, superaquecimento, tão só, tão somente, traje passeio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fins de padronização, também as formas compostas por letras e números deverão ser escritas sem hífen: G20 (não G-20, nem G 20), assim como A380, A4, CMP11, COP22, 3D, E190, G4, G7, G8, G20, G77, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos termos do AOLP, “emprega-se o hífen nos topônimos compostos, iniciados pelos adjetivos grã, grão ou por forma verbal ou cujos elementos estejam ligados por artigo”, como “Grã-Bretanha”, “Passa-Quatro”, “Baía de Todos-os-Santos”, “Trás-os-Montes”, enquanto “os outros topônimos compostos escrevem-se com os elementos separados, sem hífen”, como América do Sul, Belo Horizonte, Cabo VerdeN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se em português sem hífen os países: “a Bósnia e Herzegovina”, “o Congo Brazzaville”, “o Congo Kinshasa”, “a Guiné Conakry”, “a Guiné Equatorial”, “a Papua Nova Guiné”, “Trinidad e Tobago”, etc. As únicas exceções, consagradas, são &amp;quot;Guiné-Bissau&amp;quot;, &amp;quot;República Centro-Africana&amp;quot; e &amp;quot;Timor-Leste&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, os nomes de cidades dispensam o hífen: “Andorra la Vella”; “Adis Abeba”; “Dar es Salaam”; “Hong Kong”; “Kuala Lumpur”; “Jerusalém Leste”, “Jerusalém Oeste”, “Nova Delhi”; “Nova York”; “Phnom Penh”; “Porto Príncipe”; “Saint George&#039;s” (capital de Granada); “Saint John&#039;s” (capital de Antígua e Barbuda); “Tel Aviv”; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Uso de hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras de uso do hífen em vigor mantêm a obrigatoriedade nos seguintes casos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) em compostos iniciados por numeral ordinal - primeiro-ministro; segunda-secretária; terceiros-secretários; primeira-secretaria, primeira-dama, etc.; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) em gentílicos - centro-africano; latino-americano; norte-americano; norte-coreano; sul-americano, sul-africano, sul-coreano, juiz-forano, cruzeirense-do-sul, etc.;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
c) nos nomes de instituições e cargos compostos pelo adjetivo “geral” - Procuradoria-Geral; secretário-geral; subsecretário-geral; consulado-geral; cônsul-geral; coordenação-geral; coordenadora-geral; diretor-geral; relator-geral; ouvidor-geral, etc. (mas, como apontado acima, a expressão assembleia geral não leva hífen); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) nos compostos com “ex-” ou “vice-” - ex-primeira-ministra; ex-vice-presidente; vice-cônsules; vice-consulado, etc.;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) em postos da hierarquia militar: tenente-coronel, capitão-tenente. Atenção: nomes compostos com elemento de ligação preposicionado ficam sem hífen: brigadeiro do ar, general de exército, general de brigada, tenente-brigadeiro do ar; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) em cargos que denotam hierarquia dentro de uma empresa: diretor-presidente, diretor-adjunto, editor-chefe, editor-assistente, sócio-gerente, diretor-executivo (Manual da Secom do Senado).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue lista exemplificativa de expressões que mantêm o hífen, segundo o VOLP: &lt;br /&gt;
abaixo-assinado, afro-asiático, afro-brasileiro, afro-luso-brasileiro, além-fronteiras, além-mar, alto-mar, anglo-saxão, anti-humanas, anti-humanitário, anti-humanistas, anti-imperialista, bem-sucedido, bem-vindo, boa-fé, carro-bomba, centro-americano, cidade-estado, cidade-irmã, consulado-geral, cônsul-geral, conta-corrente, contra-almirante, decreto-lei, euro-asiático, estado-maior, estado-tampão, ex-primeiro-ministro, ex-vice-presidente, geo-história, indo-europeu, inter-hemisférico, inter-racial, inter-regional (mas intrarregional), inter-relação, inter-religioso, latino-americano, livre-câmbio, livre-docência, livre-docente, livre-iniciativa, luso-brasileiro, má-fé, major-brigadeiro, mal-entendido, mal-estar, mal-humorado, mandato-tampão, matéria-prima, mesa-redonda, neo-ortodoxo, norte-americano, país-membro (pl. países-membros), pan-americano, pan-árabe, pan-hispânico, papel-moeda, para-brisa(s), porta-aviões, pós-graduação, pré-contrato, pré-escolar, pré-requisito, primeiro-ministro, primeiro-mundismo, primeiro-mundista, pró-americano, professor-assistente, recém-nascido, recém-nomeado, salário-família, salário-hora, secretaria-geral, secretário-geral, segundo-secretário, sem-número, sobre-humano, sub-humano, sub-reitor, subsecretário-geral, sul-africano, sul-coreano, tenente-brigadeiro, tenente-coronel, terceiro-mundista, terceiro-mundo, vice-almirante, vice-cônsul, vice-consulado, vice-presidente, vice-reitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o &#039;&#039;Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty&#039;&#039; também recomenda a manutenção do hífen nas expressões &amp;quot;acordo-quadro&amp;quot; e &amp;quot;ministro-conselheiro&amp;quot;. Embora o Manual do Itamaraty considere aceitável a expressão &amp;quot;não-permanente&amp;quot;, com hífen, recomenda-se evitar, nas publicações da FUNAG, o hífen em todas as expressões nas quais o &amp;quot;não&amp;quot; funciona quase como um prefixo (ver os exemplos de expressões sem hífen, neste verbete).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os nomes em francês não aportuguesados são escritos com hífen uma vez que, naquela língua, o hífen em geral é obrigatório: “Porto-Novo” (capital do Benin); “Port-au-Prince” (nome francês de Porto Príncipe, capital do Haiti); “Saint-Georges-de-l&#039;Oyapock”, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utiliza-se hífen para indicar a ligação de tempo entre dois termos:&lt;br /&gt;
: O período junho-julho de 2004 não assistiu a um sucesso econômico tão surpreendente quanto o semestre anterior daquele ano.&lt;br /&gt;
: Os resultados totalmente disponíveis do biênio 2003-2004 permitem aos cidadãos uma avaliação inicial consistente dos governos eleitos em 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também se utiliza hífen para indicar ligação de espaço entre dois termos; bem como para acordo, relação.&lt;br /&gt;
: O acordo MERCOSUL-União Europeia.&lt;br /&gt;
: O desenvolvimento econômico brasileiro se deu no sentido sul-norte.&lt;br /&gt;
: A delicada situação mundial quanto ao processo de enriquecimento de urânio no Irã abala ainda mais as relações ocidentais-orientais.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=596</id>
		<title>Hífen</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=596"/>
		<updated>2020-07-16T17:20:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortogràfico da Língua Portuguesa; VOLP; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual editorial do Ipea&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sucessivas reformas ortográficas e, sobretudo, o uso da língua portuguesa tem evidenciado uma tendência contínua à diminuição do emprego do hífen, com seu uso se restringindo a compostos eventuais (“encontrei-os”, “ser-me-á”, “Acordo MERCOSUL-União Europeia”, “eixo Brasília-Lisboa”, “anti-ISIS”, etc.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, obrigatório no Brasil desde 1º de janeiro de 2016, determina que, “nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Não usar hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não devem ser usados hífens, por exemplo, nos nomes (por extenso) dos números (seiscentos e vinte e um mil, oitocentos e vinte e dois; décimo terceiro; tricentésimo vigésimo primeiro; um quarto; dois quintos; um e meio). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tampouco devem levar hifens, entre outras, as seguintes expressões ou locuções: acordo de livre comércio, aeroespacial, afrodescendente, agroindústria, agropecuária, ajudante de ordens, almirante de esquadra, alto comissariado, alto representante, anglofalante, anglomania, ano novo, anteontem, antiaéreo, anticoloniais, anticonservador, antiliberal, antimíssil, antirreligioso, antissocial, à parte (locução adverbial, que se distingue do substantivo aparte), assembleia geral (exceção à regra das expressões com &amp;quot;geral&amp;quot;, que levam hífen), à toa, autoestrada, autorregulação, à vontade, boa sorte, bom dia, bom senso, boa tarde, boa noite, bom senso, bons ofícios, brigadeiro do ar, caixa eletrônico, caixa postal, capitão de fragata, capitão de mar e guerra, carta credencial, carta revogatória, carta rogatória, cidade sede, circular telegráfica, coautor, coerdeiro, cogestão, conta corrente, contracheque, contraindicação, contraofensiva, contrassenha, coobrigação, cooperação, coordenar, copatrocinar, copatrocínio, correio eletrônico, despacho telegráfico, dia a dia, dona de casa, encarregado de negócios, Estado membro, Estados membros, Estado parte, Estados partes, estadunidense (preferível a &amp;quot;estado-unidense&amp;quot;, forma também admitida pelo VOLP), eurocentrismo, eurodeputado, extraoficial, extraoficialmente, extrarregional, extrema direita, extrema esquerda, febre amarela, fim de século, fim de semana, general de brigada, general de divisão, general de exército, greve geral, homem bomba, hora extra, horas extras, infantojuvenil, infraestrutura, intrarregional (mas inter-regional), intranacional, limpeza geral, livre comércio, livre mercado, lua de mel, lusofonia, malgrado, malvisto, mandachuva, mandato tampão, meia(s) palavra(s), membros não permanentes, microempresa, mão de obra, multissetorial, não agressão, não alinhado, não beligerante, não combatente, não discriminação, não fumante, não governamental, não ingerência, não intervenção, não permanente, não proliferação, não violência, neoidealismo, neoimprerialismo, neoliberalismo, neorrealismo, organização não governamental, papel ofício, paraquedas, paraquedismo, paraquedista, passatempo, plurianual, plurissetorial, ponto de interrogação, ponto de vista, ponto e vírgula, pôr do sol, preestabelecer, presidente eleito, proativo, quase delito, quase equilíbrio, radiouvinte, reelaborar, residência funcional, residência oficial, reunião geral, sala de jantar, salário mínimo, semiárido, sequestro relâmpago, sinologia, sobreaquecer, sobreaquecimento, socioeconômico, subaquático, subchefe, subchefia, superaquecer, superaquecimento, tão só, tão somente, traje passeio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fins de padronização, também as formas compostas por letras e números deverão ser escritas sem hífen: G20 (não G-20, nem G 20), assim como A380, A4, CMP11, COP22, 3D, E190, G4, G7, G8, G20, G77, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos termos do AOLP, “emprega-se o hífen nos topônimos compostos, iniciados pelos adjetivos grã, grão ou por forma verbal ou cujos elementos estejam ligados por artigo”, como “Grã-Bretanha”, “Passa-Quatro”, “Baía de Todos-os-Santos”, “Trás-os-Montes”, enquanto “os outros topônimos compostos escrevem-se com os elementos separados, sem hífen”, como América do Sul, Belo Horizonte, Cabo VerdeN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se em português sem hífen os países: “a Bósnia e Herzegovina”, “o Congo Brazzaville”, “o Congo Kinshasa”, “a Guiné Conakry”, “a Guiné Equatorial”, “a Papua Nova Guiné”, “Trinidad e Tobago”, etc. As únicas exceções, consagradas, são &amp;quot;Guiné-Bissau&amp;quot;, &amp;quot;República Centro-Africana&amp;quot; e &amp;quot;Timor-Leste&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, os nomes de cidades dispensam o hífen: “Andorra la Vella”; “Adis Abeba”; “Dar es Salaam”; “Hong Kong”; “Kuala Lumpur”; “Jerusalém Leste”, “Jerusalém Oeste”, “Nova Delhi”; “Nova York”; “Phnom Penh”; “Porto Príncipe”; “Saint George&#039;s” (capital de Granada); “Saint John&#039;s” (capital de Antígua e Barbuda); “Tel Aviv”; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Uso de hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras de uso do hífen em vigor mantêm a obrigatoriedade nos seguintes casos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) em compostos iniciados por numeral ordinal - primeiro-ministro; segunda-secretária; terceiros-secretários; primeira-secretaria, primeira-dama, etc.; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) em gentílicos - centro-africano; latino-americano; norte-americano; norte-coreano; sul-americano, sul-africano, sul-coreano, juiz-forano, cruzeirense-do-sul, etc.;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
c) nos nomes de instituições e cargos compostos pelo adjetivo “geral” - Procuradoria-Geral; secretário-geral; subsecretário-geral; consulado-geral; cônsul-geral; coordenação-geral; coordenadora-geral; diretor-geral; relator-geral; ouvidor-geral, etc. (mas, como apontado acima, a expressão assembleia geral não leva hífen); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) nos compostos com “ex-” ou “vice-” - ex-primeira-ministra; ex-vice-presidente; vice-cônsules; vice-consulado, etc.;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) em postos da hierarquia militar: tenente-coronel, capitão-tenente. Atenção: nomes compostos com elemento de ligação preposicionado ficam sem hífen: brigadeiro do ar, general de exército, general de brigada, tenente-brigadeiro do ar; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) em cargos que denotam hierarquia dentro de uma empresa: diretor-presidente, diretor-adjunto, editor-chefe, editor-assistente, sócio-gerente, diretor-executivo (Manual da Secom do Senado).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue lista exemplificativa de expressões que mantêm o hífen, segundo o VOLP: &lt;br /&gt;
abaixo-assinado, afro-asiático, afro-brasileiro, afro-luso-brasileiro, além-fronteiras, além-mar, alto-mar, anglo-saxão, anti-humanitário, anti-imperialista, bem-sucedido, bem-vindo, boa-fé, carro-bomba, centro-americano, cidade-estado, cidade-irmã, consulado-geral, cônsul-geral, conta-corrente, contra-almirante, decreto-lei, euro-asiático, estado-maior, estado-tampão, ex-primeiro-ministro, ex-vice-presidente, geo-história, indo-europeu, inter-hemisférico, inter-racial, inter-regional (mas intrarregional), inter-relação, latino-americano, livre-câmbio, livre-docência, livre-docente, livre-iniciativa, luso-brasileiro, má-fé, major-brigadeiro, mal-entendido, mal-estar, mal-humorado, mandato-tampão, matéria-prima, mesa-redonda, neo-ortodoxo, norte-americano, país-membro (pl. países-membros), pan-americano, pan-árabe, pan-hispânico, papel-moeda, para-brisa(s), porta-aviões, pós-graduação, pré-contrato, pré-escolar, pré-requisito, primeiro-ministro, primeiro-mundismo, primeiro-mundista, pró-americano, professor-assistente, recém-nascido, recém-nomeado, salário-família, salário-hora, secretaria-geral, secretário-geral, segundo-secretário, sem-número, sobre-humano, sub-humano, sub-reitor, subsecretário-geral, sul-africano, sul-coreano, tenente-brigadeiro, tenente-coronel, terceiro-mundista, terceiro-mundo, vice-almirante, vice-cônsul, vice-consulado, vice-presidente, vice-reitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o &#039;&#039;Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty&#039;&#039; também recomenda a manutenção do hífen nas expressões &amp;quot;acordo-quadro&amp;quot; e &amp;quot;ministro-conselheiro&amp;quot;. Embora o Manual do Itamaraty considere aceitável a expressão &amp;quot;não-permanete&amp;quot;, com hífen, recomenda-se evitar, nas publicações da FUNAG, o hífen em todas as expressões nas quais o &amp;quot;não&amp;quot; funciona quase como um prefixo (ver os exemplos de expressões sem hífen, neste verbete).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os nomes em francês não aportuguesados são escritos com hífen uma vez que, naquela língua, o hífen em geral é obrigatório: “Porto-Novo” (capital do Benin); “Port-au-Prince” (nome francês de Porto Príncipe, capital do Haiti); “Saint-Georges-de-l&#039;Oyapock”, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utiliza-se hífen para indicar a ligação de tempo entre dois termos:&lt;br /&gt;
: O período junho-julho de 2004 não assistiu a um sucesso econômico tão surpreendente quanto o semestre anterior daquele ano.&lt;br /&gt;
: Os resultados totalmente disponíveis do biênio 2003-2004 permitem aos cidadãos uma avaliação inicial consistente dos governos eleitos em 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também se utiliza hífen para indicar ligação de espaço entre dois termos; bem como para acordo, relação.&lt;br /&gt;
: O acordo MERCOSUL-União Europeia.&lt;br /&gt;
: O desenvolvimento econômico brasileiro se deu no sentido sul-norte.&lt;br /&gt;
: A delicada situação mundial quanto ao processo de enriquecimento de urânio no Irã abala ainda mais as relações ocidentais-orientais.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Concord%C3%A2ncia_verbal&amp;diff=592</id>
		<title>Concordância verbal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Concord%C3%A2ncia_verbal&amp;diff=592"/>
		<updated>2020-06-12T14:57:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A regra geral é: o verbo concorda em número e pessoa com o sujeito da oração.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sujeito único — casos particulares&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Quando o sujeito é representado por expressões partitivas (&#039;&#039;&#039;a maioria de&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;&#039;parte de&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;&#039;uma porção de&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;&#039;metade de&#039;&#039;&#039;) acompanhadas por nome, o verbo pode concordar com o partitivo ou com o nome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: A maior parte dos &#039;&#039;pacientes&#039;&#039; não &#039;&#039;desenvolvem&#039;&#039; os sintomas no início da doença.&lt;br /&gt;
: A &#039;&#039;maior parte&#039;&#039; dos pacientes não &#039;&#039;desenvolve&#039;&#039; os sintomas no início da doença.&lt;br /&gt;
: Pesquisa mostra que &#039;&#039;metade&#039;&#039; dos brasileiros se &#039;&#039;protege&#039;&#039; da radiação solar.&lt;br /&gt;
: Pesquisa mostra que metade dos &#039;&#039;brasileiros&#039;&#039; se &#039;&#039;protegem&#039;&#039; da radiação solar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Quando o sujeito é precedido por expressões como &#039;&#039;&#039;cerca de&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;&#039;mais de&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;&#039;menos de&#039;&#039;&#039; e outras que indicam quantidade aproximada, o verbo concorda com o numeral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Com a medida, &#039;&#039;cerca de 50&#039;&#039; milhões de pessoas &#039;&#039;serão&#039;&#039; beneficiados.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Mais de um&#039;&#039; senador &#039;&#039;votou&#039;&#039; contra a orientação do partido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Nos casos em que o sujeito é um nome próprio no plural:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Se o nome for precedido de artigo, o verbo fica no plural.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Os Estados Unidos consomem&#039;&#039; cerca de 20 milhões de barris de petróleo por dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Se o nome não estiver acompanhado de artigo, o verbo fica no singular.&lt;br /&gt;
: Diante do atual impasse, &#039;&#039;Minas Gerais defende&#039;&#039; regra de transição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Em nome de obras, prefira o verbo no singular:&lt;br /&gt;
: Segundo Sarney, &#039;&#039;Os sertões&#039;&#039; define a nacionalidade do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
4. Quando o sujeito é formado pela expressão &#039;&#039;&#039;um dos que&#039;&#039;&#039;, o verbo fica no plural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O estado foi &#039;&#039;um dos que haviam&#039;&#039; ingressado na Justiça contra os atuais critérios do FPE.&lt;br /&gt;
: Herman Benjamin assinalou que o CDC é &#039;&#039;uma das poucas leis brasileiras nascidas&#039;&#039; por determinação constitucional.&lt;br /&gt;
: Essa é &#039;&#039;uma das leis que&#039;&#039;, mais do que aplicadas, &#039;&#039;são&#039;&#039; muito admiradas elos brasileiros  — enfatizou o ministro.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Quando o sujeito é o pronome relativo &#039;&#039;&#039;que&#039;&#039;&#039;, o verbo concorda em número e pessoa com o antecedente do pronome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Foram &#039;&#039;os integrantes&#039;&#039; da comissão &#039;&#039;que rejeitaram&#039;&#039; a proposta.&lt;br /&gt;
: O senador foi &#039;&#039;um dos poucos que concordaram&#039;&#039; com as emendas ao projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
6. Quando o sujeito é o pronome relativo &#039;&#039;&#039;quem&#039;&#039;&#039;, o verbo fica na terceira pessoa do singular ou concorda com o antecedente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Meu primeiro projeto sobre o assunto foi apresentado há 20 anos e ninguém quis aprová-lo. Não sou &#039;&#039;eu quem está&#039;&#039; atrasando isso — respondeu o senador.&lt;br /&gt;
: Foi &#039;&#039;ele quem propôs&#039;&#039;, no ano passado, a criação de uma subcomissão no Senado que buscasse caminhos para o Brasil vencer o atraso na : exploração desses elementos químicos.&lt;br /&gt;
: São &#039;&#039;eles quem marcam&#039;&#039; a data, os convocados, quando podem comparecer, acordados com a comissão.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Quando o sujeito é um pronome de tratamento, o verbo fica na terceira pessoa do singular e concorda com o gênero da pessoa a que se refere.&lt;br /&gt;
: Senhor governador, Vossa Excelência está equivocado — disse o parlamentar.&lt;br /&gt;
: Senhora governadora, Vossa Excelência está equivocada — disse o parlamentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
8. Nas orações com verbo impessoal, como não há sujeito, o verbo fica sempre na terceira pessoa do singular. São os casos de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) verbo haver no sentido de existir ou de transcurso de tempo:&lt;br /&gt;
: Há 15 anos, apenas 2% dos negros tinham ensino superior concluído. Hoje, o índice está em 6%. — disse o senador.&lt;br /&gt;
: Paulo Bernardo afirmou que há no país 263 milhões de celulares aproximadamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) verbo fazer no sentido de tempo decorrido ou para indicar fenômenos da natureza (chover, ventar, amanhecer, anoitecer, gear)&lt;br /&gt;
: Faz dois anos que o projeto está na Câmara. E é medida provisória em cima de medida provisória travando pauta e dificultando as votações — reclamou o parlamentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
9. Quando o sujeito é indeterminado, o verbo vai para a 3ª pessoa do plural. Porém, quando a indeterminação é indicada pela partícula se, o verbo fica no singular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: “Pediram mais tempo para a decisão, mas ninguém entrou em acordo”, reclamou o senador.&lt;br /&gt;
: Durante a reunião, decidiu-se pelo adiamento da votação.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sujeito composto — casos particulares&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
1. Quando o verbo está antes dos sujeitos, ele pode concordar com o núcleo mais próximo ou ir para o plural.&lt;br /&gt;
: Estreia/estreiam o filme e a peça com base na vida de Ruy Barbosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Quando o verbo está depois dos sujeitos, ele vai para o plural.&lt;br /&gt;
: O senador e o deputado acreditam que a terceirização pode ser uma das explicações para os acidentes que veem ocorrendo nas instalações da empresa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Quando os núcleos forem ligados pela conjunção nem, o verbo vai, de preferência, para o plural.&lt;br /&gt;
: Nem eu nem ninguém vamos passar a mão na cabeça dele — afirmou o ministro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Quando os núcleos forem ligados pela conjunção ou... ou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) se indicar exclusão ou se os núcleos forem similares, o verbo fica no singular:&lt;br /&gt;
: Alienação parental é a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor.&lt;br /&gt;
: Há ainda a ação de oferecimento de alimentos, em que o pai ou mãe ajuíza a ação, oferecendo a quantia que se propõe a pagar.&lt;br /&gt;
: A LAI, ou Lei 12.527/2011, estabelece que qualquer cidadão tem o direito de requerer informações de interesse público, não protegidas por sigilo, a órgãos governamentais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) se indicar inclusão (os dois núcleos do sujeito puderem desenvolver ou sofrer a ação), o verbo fica no plural:&lt;br /&gt;
: Ou o país ou as instituições não serão prejudicados com a decisão — afirmou.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Em caso de sujeito formado pela expressão um ou outro, o verbo fica no singular:&lt;br /&gt;
: Apesar das tentativas vãs que um ou outro membro de outros Poderes faz no sentido de enfraquecer a atividade legislativa, querendo tomar o lugar do legislador, nós somos insubstituíveis — afirmou.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Em sujeito representado pela expressão nem um nem outro, o verbo fica no singular.&lt;br /&gt;
: Nem um nem outra forma de votação foi defendida — disse o senador.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. No caso de núcleos ligados pela partícula com:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) se tiver valor de adição (e), o verbo fica no plural:&lt;br /&gt;
: O sindicato dos rodoviários com (e) os representantes dos trabalhadores rurais fizeram manifestações na frente do Congresso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) se a ideia for de companhia, o verbo concorda com o núcleo do sujeito:&lt;br /&gt;
: O líder, com os demais deputados do partido, discordou da proposta.&lt;br /&gt;
: O líder, em companhia dos demais deputados do partido, discordou da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=591</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=591"/>
		<updated>2020-06-12T14:47:31Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceçôes:&#039;&#039;&#039; a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas em títulos, cargos, postos, funções, profissões e axiônimos em geral&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”; pelo novo Acordo Ortográfico, os cargos, postos e axiônimos em geral devem grafar-se com minúscula inicial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitem inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;). Caso a regra da maiúscula opcional pretendesse abranger os axiônimos, a expressão &amp;quot;neste caso&amp;quot; (que se refere, claramente, ao elemento mais próximo, dos hagiònimos) deveria ter sido substituída por &amp;quot;em ambos os casos&amp;quot; ou &amp;quot;nos dois casos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, recomenda-se que, nas publicações da FUNAG, siga-se a regra oficial, já seguida pelos órgãos de comunicações da Presidência da República e do Congresso Nacional e pela imprensa brasileira e portuguesa em geral, de grafar com inicial minúscula os nomes de títulos, cargos, funções, profissões e axiônimos em geral, reservando o uso de maiúsculas para as instituições: o Senado (mas: o senador; os senadores; a senadora Fulana de Tal); o ministro da Educação (mas: o Ministério da Educação); o doutor; a oficial de chancelaria; o professor; o primeiro-ministro; a chanceler; o arcebispo de Buenos Aires; o embaixador do Brasil na Itália; o vice-presidente Fulano de Tal; o papa Francisco; o patriarca de Moscou; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem outros exemplos de títulos, cargos, profissões e axiônimos em geral que devem ser escritos com iniciais minúsculas: advogado, barão, bispo, capitão, cardeal, conde, conselheiro, coronel, deputado, desembargador, diretor-executivo, doutor, duque, general, imperador, juiz, major, marquês, padre, príncipe, rei, secretário, senhor, vereador, visconde, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa recomendação aplica-se mesmo quando o título seja seguido do nome: o barão do Rio Branco, o duque de Caxias, o marquês de Pombal, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres ou dignitários que se revestem de caráter episcopal: Dom João VI, Dom Pedro I, Dom Paulo Evaristo Arns, etc. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): &#039;&#039;O Senhor do Paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;O senhor do paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;Menino de Engenho&#039;&#039; ou &#039;&#039;Menino de engenho&#039;&#039;, &#039;&#039;Árvore e Tambor&#039;&#039; ou &#039;&#039;Árvore e tambor&#039;&#039;.&amp;quot;&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses etc. em português, que constem de obras da FUNAG, sejam escritos com maiúscula apenas na primeira letra e nos nomes próprios.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O sol é para todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A norma 8.2 da ABNT indica que “o título e o subtítulo devem ser reproduzidos como figuram no documento, separados por dois pontos”, enquanto a íntegra do documento (Normas Brasileiras – ABNT NBR 6023) aponta o uso de maiúscula somente na primeira letra do título seguido por todo o restante em letras minúsculas, exceto nomes próprios e siglas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa regra, que é a mesma das demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), deve ser usada também nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; (p. 56) recomendar para que se use iniciais maiúsculas em todas as palavras, exceto aquelas de ligação, como artigos, conjunções, pronomes etc., este mesmo manual usa em sua bibliografia somente a maiúscula no primeiro elemento e minúsculas nos demais vocábulos. Nota-se, inclusive, que o exemplo usado na página 56 – &#039;&#039;Moderna Gramática Portuguesa&#039;&#039; – está de outra forma na bibliografia na página 173 – BECHARA, Evanildo. &#039;&#039;Moderna gramática portuguesa&#039;&#039;. 19. ed. São Paulo: Nacional, 1974.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de redação da Presidência da República: Acordo Ortogràfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Manual_de_revis%C3%A3o_da_FUNAG&amp;diff=590</id>
		<title>Manual de revisão da FUNAG</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Manual_de_revis%C3%A3o_da_FUNAG&amp;diff=590"/>
		<updated>2020-06-12T14:43:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: /* Referências e fontes de pesquisa */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Apresentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual tem o objetivo de ser uma ferramenta teórico-referencial para garantir maior clareza e padronizar as revisões de textos publicados pela Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora elaborado primariamente para servir de referência aos revisores da FUNAG e aos autores que submetam textos para serem publicados pela Fundação, o manual também pode ser útil para o público em geral, pois busca sanar dúvidas comuns do idioma português e consolida recomendações de várias fontes oficiais, listadas no item [[#Referências_e_fontes_de_pesquisa|Referências e fontes de pesquisa]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eventuais comentários e sugestões podem ser enviados para o &#039;&#039;e-mail&#039;&#039; manual@funag.gov.br.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Revisão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Orientações gerais aos revisores]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Revisão e preparação de original]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Línguas estrangeiras]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Maiúsculas e minúsculas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Noções básicas de gramática da língua portuguesa]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Colocação pronominal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Concordância verbal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Pronomes demonstrativos]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Sujeito preposicionado]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Uso do por que/por quê/porque/porquê]] =====&lt;br /&gt;
==== [[Nomes oficiais de países em inglês, espanhol e francês]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Numerais]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Datas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Horas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Números]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Valores monetários]] =====&lt;br /&gt;
==== [[Pontuação]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Aspas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Hífen]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Meia-risca/Travessão]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Parênteses]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Vírgula]] =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Reduções, abreviaturas e siglas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Topônimos e gentílicos]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Uso de itálico]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Vocabulário e dúvidas frequentes]]  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Principais orientações da ABNT]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Citações]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Referências]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências e fontes de pesquisa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual compila recomendações de diversas fontes, com vistas a sanar as dúvidas mais comuns no dia a dia do processo editorial de publicações da FUNAG. Deve ser utilizado em todas as fases, especialmente nas de preparação de originais e revisão de provas, com a finalidade de conferir dados e padronizar termos geográficos, econômicos, legislativos, parlamentares, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para informações mais detalhadas, listam-se, a seguir, as principais fontes de referência utilizadas neste manual: &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;, aprovado pela Portaria nº 292, de 11 de maio de 2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 12 de maio de 2016, atualizado em 13 de maio de 2020, disponível em https://diplopedia.itamaraty.gov.br/uploads/19-Manual_de_Reda%C3%A7%C3%A3o_Oficial_e_Diplom%C3%A1tica_do_Itamaraty.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;, 3ª edição, revista, atualizada e ampliada, aprovado pela Portaria nº 1.369, de 27 de dezembro de 2018, publicada no DOU de 28 de dezembro de 2018, disponível em http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, promulgado pelo Decreto nº 6.583, de 29 de setembro de 2008, publicado no DOU de 30 de setembro de 2008, disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6583.htm; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letras (ABL), disponível em http://bit.ly/buscaVOLP; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), especialmente as normas NBR 6023 (Informação e documentação - referências - elaboração), 2ª edição, de 14 de novembro de 2018; e NBR 10520 (Informação e documentação - citações em documentos - apresentação), de agosto de 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além dessas fontes principais de referência, foram consultadas, para a elaboração deste manual, muitas fontes secundárias, como dicionários da língua portuguesa, gramáticas modernas, além de outros manuais e ferramentas de pesquisa como, por exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de comunicação da Secretaria de Comunicação Social do Senado Federal&#039;&#039;, disponível em https://www12.senado.leg.br/manualdecomunicacao;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de redação da Câmara de Deputados: padronização e documentos administrativos&#039;&#039;, disponível em http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/32279/manual_redacao_camara.pdf?sequence=7;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual editorial do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada&#039;&#039; (Ipea), disponível em https://www.ipea.gov.br/sites/manualeditorial;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sistema Concórdia do Itamaraty, que contém informações sobre atos internacionais de que o Brasil é parte, disponível em https://concordia.itamaraty.gov.br/; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Biblioteca das Nações Unidas, que contém Informações sobre outros atos internacionais, disponível em http://research.un.org/en/docs/law/treaties.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ajuda==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/5e/Cheatsheet-en.png Resumo de formatação]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [[Detalhamento]]&lt;br /&gt;
[[Usuário:FUNAG|FUNAG]] ([[Usuário Discussão:FUNAG|discussão]]) 15h32min de 5 de outubro de 2017 (BRT)&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Vocabul%C3%A1rio_e_d%C3%BAvidas_frequentes&amp;diff=589</id>
		<title>Vocabulário e dúvidas frequentes</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Vocabul%C3%A1rio_e_d%C3%BAvidas_frequentes&amp;diff=589"/>
		<updated>2020-06-12T14:40:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;, &#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;, entre outras fontes)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Palavras e expressões que demandam atenção&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Aachen&#039;&#039;&#039; – Cidade na Alemanha, chamada Aix-la-Chapelle em francês, Aken em holandês e Aquisgrán em espanhol. Em português, usar a forma original alemã (Aachen). No caso das demais localidades de países multilíngues com nomes tradicionais em português, deve-se usar a forma portuguesa, exemplo: Nova York em vez de New York.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;“-abad”&#039;&#039;&#039; – Não aportuguesar os nomes geográficos terminados com esse produtivo sufixo persa: Islamabad (capital do Paquistão); Abbottabad; Allahabad; Faisalabad; Jalalabad; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;abdicar&#039;&#039;&#039; – Pode ser intransitivo (O rei abdicou), transitivo direto (abdicou o trono) ou, preferivelmente, transitivo indireto regido pela preposição “de”: Abdicou do trono (e não ao trono). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;aceito ou aceitado&#039;&#039;&#039; – Em construções em que o particípio do verbo “aceitar” se liga diretamente aos verbos ser e estar, usa-se o particípio irregular: “as condições impostas foram aceitas “. Em construções em que o particípio do verbo “aceitar” se liga aos verbos ter e haver, tanto o particípio regular (“aceitado”) quanto o irregular (“aceito”) são admitidos na norma culta: “Tendo aceito o convite” ou “Tendo aceitado o convite”; “Se já tivessem aceitado a proposta” ou “Se já tivessem aceito a proposta.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;acento grave&#039;&#039;&#039; – Em geral, marca a crase, isto é, a união de duas vogais, como em “Dei o livro a + a embaixadora” = &amp;quot;Dei o livro à embaixadora.&amp;quot; A crase também ocorre quando, equivalente ao “à la” francês ou ao “a la” espanhol, significa “à moda de”: bife à milanesa; frango à parmegiana; nesse caso, pode inclusive vir antes de palavras masculinas: escrevia à Machado de Assis. O acento grave, porém, também pode ser usado sem a existência de uma crase: pode-se usar o “a” com acento grave (“à”) em locuções em que a preposição “a” aparece antes de substantivo feminino no singular, a fim de evitar ambiguidade: “assinar à caneta”; “barco à vela”; “fechar à chave”; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;acompanhado(a)&#039;&#039;&#039; – A regência tradicional é com a preposição “de”: &amp;quot;Ela viajará acompanhado de suas filhas.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;acordo &#039;&#039;stand-by&#039;&#039;, acordo de &#039;&#039;stand-by&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; – Semitraduções, comuns na imprensa, para &#039;&#039;stand-by agreement&#039;&#039;, instrumento do Fundo Monetário Internacional, cuja tradução correta é “acordo de crédito contingente”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;acreano&#039;&#039;&#039; – Para o estado brasileiro do Acre, usar o gentílico acreano, empregado oficialmente pelo próprio governo acreano, pela Academia Acreana de Letras e abonado pelos dicionários. O gentílico “acriano”, recomendado tanto pela nova quanto pela anterior norma ortográfica (em consonância com gentílicos como açoriano, de Açores), é rejeitado localmente. A grafia dos topônimos e gentílicos brasileiros e dos demais países lusófonos deve seguir o uso oficial consagrado, que se sobrepõe a lógicas linguísticas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;acreditado (Estado)&#039;&#039;&#039; – Na tradução brasileira da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, traduziu-se como Estado acreditado a expressão francesa &#039;&#039;État accreditaire&#039;&#039;, que designa o estado que recebe a missão diplomática (em oposição ao Estado acreditante: aquele que envia a missão). Na tradução brasileira da Convenção de Viena sobre Relações Consulares, “Estado receptor” é a forma usada. A fim de assegurar a compreensão, recomenda-se atualmente o uso, em todos os contextos – mesmo, portanto, em se tratando de missões diplomáticas – da expressão “Estado receptor”, em lugar das antigas Estado acreditado (português brasileiro) e Estado acreditador (Portugal e demais países lusófonos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;acreditante (Estado)&#039;&#039;&#039; – A Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas chama “Estado acreditante” ao estado que envia um embaixador ou uma missão diplomática. Para fins de clareza, pode-se substituir a expressão consagrada na tradução da Convenção de Viena por “Estado que envia” ou “Estado de origem”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;“Acrescente-se, ainda, que...”&#039;&#039;&#039; – Exemplo de construção expletiva, que nada acrescenta ao texto e que deve, portanto, ser evitada.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;acrônimo&#039;&#039;&#039; – Tipo de sigla que pode ser lido como uma palavra (por exemplo, PALOP – países africanos de língua oficial portuguesa; ONU; ACNUR; OPEP). Todo acrônimo é uma sigla, mas muitas siglas não são acrônimos. Tanto siglas quanto acrônimos devem ser grafados de acordo com o usado oficialmente por eles. Ex: ALADI; Apex-Brasil; Eletrobras; FUNAG; Ipea; MERCOSUL; OTAN; Petrobras; UNESCO; etc. Como se percebe pelos exemplos, não se deve, nas publicações da FUNAG, seguir a prática da imprensa, de grafar acrônimos com quatro ou mais letras apenas com a inicial maiúscula. Sugere-se consultar as páginas oficiais da instituição para confirmar a forma correta de grafar a sigla ou acrônimo. Para mais detalhes, ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;adequar&#039;&#039;&#039; – Já há muito se deixou de considerá-lo verbo defectivo. Pode ser conjugado em todas as pessoas: eu (me) adequo, tu (te) adequas, etc.; que eu me adeque, que tu te adeques; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;adida&#039;&#039;&#039; – Feminino de adido. Usar os femininos dos cargos que tenham essa forma, quando ocupados por mulheres: a Igreja Anglicana tem bispas (e não “mulheres bispos”) e arcebispas; A pilota sofreu um acidente; a soldada; a capitã. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;adidância&#039;&#039;&#039; – Para se referir ao posto ou cargo de adido, usar nessa grafia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;afegane&#039;&#039;&#039; – Nome da moeda do Afeganistão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;afegão&#039;&#039;&#039; – Gentílico do Afeganistão: o povo afegão; a cultura afegã; cidadãos afegãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;agradar&#039;&#039;&#039; – A regência tradicional, no sentido de “ser do agrado de”, exige a preposição “a”. Ex: “É impossível agradar a todos.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;agravante&#039;&#039;&#039; – Como substantivo, pode ser usado nos dois gêneros (assim como atenuante e componente). Pode-se dizer, portanto, “o agravante” ou “a agravante”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;agrément&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; – Antes de indicar oficialmente um novo embaixador em outro país, solicita-se reservadamente ao governo estrangeiro a concessão do agrément:  a “concordância” oficial do governo ao nome proposto. No caso de cônsules, o instrumento diplomático equivalente chama-se exequatur. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;AIDS&#039;&#039;&#039; – Usar, preferivelmente, a forma HIV/AIDS. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Alcorão&#039;&#039;&#039; – Forma tradicional portuguesa. Usar nessa forma,  e não a hipercorrigida “Corão”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Aleutas&#039;&#039;&#039; – O substantivo “ilhas” não faz parte do nome e, por isso, não leva maiúscula: as ilhas Aleutas. Gentílico: aleúte (comum de gêneros; plural: aleútes). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ambos / ambos os&#039;&#039;&#039; – Em função adjetiva, o numeral “ambos” antecede um substantivo obrigatoriamente determinado por artigo, o que também ocorre com o pronome indefinido “todos”. São corretas, portanto, as construções “ambos os empresários”, “ambas as companhias”, “todos os funcionários”, “todas as pessoas” etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;à medida que/na medida em que&#039;&#039;&#039; – À medida que (locução proporcional) equivale a “à proporção que”, “ao passo que”, “conforme”: Os preços deveriam diminuir à medida que diminui a procura. Já “na medida em que” (locução causal) equivale a “pelo fato de que”, “uma vez que”, &amp;quot;visto que&amp;quot;: Na medida em que se esgotaram as possibilidades de negociação, o projeto foi integralmente vetado. São incorretos os cruzamentos “à medida em que”, “na medida que”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;a meu ver, ao meu ver&#039;&#039;&#039; – Ambas as formas são gramaticalmente perfeitas e abonadas pelos melhores dicionários. Qualquer uma das duas formas pode ser usada em textos opinativos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;amicus curiae&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; – Alguém que, mesmo sem ser parte é chamado ou (tendo se oferecido) aceito para intervir em processo relevante com o objetivo de apresentar a um tribunal sua opinião sobre um caso. Plural: amici curiae. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Ankara&#039;&#039;&#039; – Capital da Turquia (Istanbul é a maior cidade). A pronúncia é proparoxítona (“Âncara”) em turco, assim como o é em inglês e outras línguas: o nome de fato advém do substantivo “âncora”. Gentílico: ankarense. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;anexo/em anexo&#039;&#039;&#039; – O adjetivo anexo concorda em gênero e número com o substantivo ao qual se refere: Encaminho, anexas, as minutas solicitadas. A locução adverbial em anexo é invariável: Encaminho, em anexo, as minutas solicitadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Anguilla&#039;&#039;&#039; – Nessa grafia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Ano Novo, ano novo&#039;&#039;&#039; – Sempre sem hífen.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Antártida&#039;&#039;&#039; – Usar nessa forma (com “d”) para o substantivo (o nome do continente). O adjetivo referente à Antártida é antártico/antártica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;anti&#039;&#039;&#039; – Como os demais prefixos eruditos dissílabos (mini, multi, super, hiper, etc.), não leva acento. A supressão do uso do hífen e as regras de amalgamação estão no novo Acordo Ortográfico (antiviral, antidopagem, antissemitismo). O hífen se mantém quando a palavra a que se junta o prefixo iniciar com letra maiúscula: &amp;quot;Há no parlamento do país partidos declaradamente anti-Rússia e partidos declaradamente anti-Estados Unidos.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;antidopagem&#039;&#039;&#039; – Aportuguesamento de &#039;&#039;antidoping&#039;&#039;: &amp;quot;A Autoridade Mundial Antidopagem apresentou a nova edição do Código Mundial Antidopagem.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Antuérpia&#039;&#039;&#039; – Cidade na Bélgica, chamada Anvers em francês, Antwerpen em holandês e alemão, Amberes em espanhol, etc. Como no caso das demais localidades de países multilíngues com nomes tradicionais em português, deve-se usar a forma portuguesa, Antuérpia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;anuência&#039;&#039;&#039; – Tal como o verbo “anuir”, rege a preposição “a”: &amp;quot;Com a aprovação conclusiva da matéria no plenário do Senado Federal, o poder legislativo expressou sua anuência a que o executivo proceda à ratificação do acordo.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ao encontro de/de encontro a&#039;&#039;&#039; – ”Ao encontro de” indica conformidade, concordância: &amp;quot;Todas as propostas brasileiras foram ao encontro das diretrizes do MERCOSUL, o que muito agradou aos demais membros.&amp;quot; “De encontro a” indica oposição: &amp;quot;As propostas foram de encontro às diretrizes; não haverá acordo.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ao nível de/em nível (de)&#039;&#039;&#039; – “Ao nível de” se usa sobretudo com sentido físico (“ao nível do mar”). “Em nível” se refere a uma instância: A decisão foi tomada em nível ministerial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;agradecer&#039;&#039;&#039; – Agradece-se algo a alguém: &amp;quot;Agradeceu ao servidor a dedicação e a lealdade.&amp;quot; &amp;quot;Agradeceu-lhe o empenho.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;anuir&#039;&#039;&#039; – É verbo transitivo indireto, com a preposição a: &amp;quot;Todos anuíram àquela proposta.&amp;quot; O substantivo “anuência” rege a mesma preposição: &amp;quot;O poder legislativo expressou sua anuência a que o executivo proceda à ratificação do acordo.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Assembleia Geral&#039;&#039;&#039; – Deve ser grafada sem hífen. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;assistir&#039;&#039;&#039; – No sentido de “auxiliar, ajudar, socorrer”, é transitivo direto: &amp;quot;Procuraremos assistir os flagelados pela seca (assisti-los).&amp;quot; No sentido de “estar presente”, “comparecer”, “ver” é transitivo indireto, regendo a preposição “a”: “Não assisti à reunião” (= “Não assisti a ela”). Nessa acepção, não pode ser apassivado na norma culta padrão, em que não se admitem, portanto, construções como “A reunião foi assistida por dez pessoas”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;atender&#039;&#039;&#039; – Quando seu complemento não se refere a pessoas, pode ser transitivo direto ou reger a preposição “a”: O prefeito atendeu ao pedido do vereador, ou atendeu o pedido. Quando seu complemento é (ou são) pessoa(s), é tradicionalmente transitivo direto: &amp;quot;O presidente atendeu o ministro (atendeu-o) em sua reivindicação.&amp;quot; &amp;quot;A ministra atendeu as autoridades presentes.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;avisar&#039;&#039;&#039; – No sentido de “fazer ciente, informar”, pode-se avisar alguém de algo, avisar alguém sobre algo ou avisar algo a alguém. São, portanto, exemplos corretos: &amp;quot;O chefe do protocolo avisou à embaixada que isso não seria possível.&amp;quot; &amp;quot;O chefe do protocolo avisou a embaixada de que isso não seria possível.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;artigo, artigos (de uma lei)&#039;&#039;&#039; – Com inicial minúscula, inclusive na forma abreviada: &amp;quot;Em conformidade com o disposto no art. 84 da Constituição Federal.&amp;quot; &amp;quot;Ficam revogados os artigos em contrário.;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;artigos com nomes de estados brasileiros&#039;&#039;&#039; – Dos 26 estados brasileiros, devem ser usados com artigo definido: o Acre, o Amapá, o Amazonas, a Bahia, o Ceará, o Espírito Santo, o Maranhão, o Pará, a Paraíba, o Paraná, o Piauí, o Rio de Janeiro, o Rio Grande do Norte, o Rio Grande do Sul, o Tocantins. Escreva-se sempre, portanto: “no Tocantins” (não “em”); “ao Tocantins”, etc. Devem-se usar, sem artigo, os nomes dos estados de Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. Escreva-se, portanto: “missão a Sergipe” (não “ao”); “Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul”; “escritório em Mato Grosso”; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;à custa, às custas&#039;&#039;&#039; – Ambas as formas são gramaticalmente corretas e abonadas por bons autores; é indiferente escrever “Vivia à custa do pai” ou “Vivia às custas do pai”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;atenuante&#039;&#039;&#039; – Como substantivo, pode ser usado nos dois gêneros (assim como &amp;quot;agravante&amp;quot; e &amp;quot;componente&amp;quot;). Pode-se dizer, portanto, “o atenuante” ou “a atenuante”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;através de&#039;&#039;&#039; – De acordo com as melhores gramáticas e dicionários, é locução sinônima de “por meio de”, podendo ser usado tanto em sentido físico quanto figurado. Não há nenhum fundamento, portanto, para evitar-se seu uso em sentido figurado. São perfeitamente válidas construções como “O assunto deve ser regulado através de decreto”, como também seriam “regulado por decreto”, “por meio de decreto”, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;à vista&#039;&#039;&#039; – Usar nessa forma, com acento grave.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;baía de Guanabara&#039;&#039;&#039; – A baía é “de” Guanabara, não “da”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;bairro&#039;&#039;&#039; – Com inicial minúscula. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Bangladesh&#039;&#039;&#039; – Usar nessa forma, com artigo definido: o Bangladesh; no Bangladesh; viagem ao Bangladesh. Gentílicos: bangladense ou bangladês. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;banta(s), banto(s) / bantu(s)&#039;&#039;&#039; – Existem as formas “banto” (cujo feminino é “banta”) e “bantu” (invariável em gênero). Independentemente da pronúncia, use-se na escrita, para fins de padronização, a forma “bantu” – que é a única usada nos países lusófonos africanos: um povo bantu; a cultura bantu; a influência das línguas bantus no português brasileiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;bem como&#039;&#039;&#039; – Evite repetir; alterne com “e” ou “como (também)”. Evite o uso do galicismo “bem assim” como equivalente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Belarus&#039;&#039;&#039; – Após o fim da União Soviética, a antiga República Socialista Soviética da Bielorrússia tornou-se independente, sob o nome de República da Belarus (nome oxítono: a sílaba tônico é “–rus”). O gentílico é belarusso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;bimensal&#039;&#039;&#039; – Que ocorre duas vezes por mês. Quando aplicável, substituir por quinzenal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;bimestral&#039;&#039;&#039; – Que ocorre de dois em dois meses. Diferente de bimensal.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Bordeaux&#039;&#039;&#039; – Cidade na França. O nome tradicional português era Bordéus. Em coerência com o tratamento dispensado a demais topônimos de países com uma única língua oficial que usam o nosso alfabeto, recomenda-se o emprego da forma local, Bordeaux, usada internacionalmente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;bósnio, bosníaco&#039;&#039;&#039; – Distingue-se o gentílico “bósnio” (substantivo e adjetivo pátrio do país oficialmente chamado Bósnia e Herzegovina, comumente chamado simplesmente “Bósnia”) de “bosníaco” (membro de grupo étnico antigamente chamado de “bósnios muçulmanos”).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Botsuana&#039;&#039;&#039; – Usar nessa grafia, e com artigo: a República do Botsuana; no Botsuana; o Botsuana. O gentílico é botsuanês. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;BRICS&#039;&#039;&#039; – Grupo de concertação formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Quando se refere ao grupo, usa-se no singular: “o BRICS”. Quando se refere aos países membros, usa-se o plural (“os BRICS”). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;briefing&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; – Não usar em textos em português (nem usar derivados, como briefar ou brifar). Há vários substitutos possíveis: informe, informação, coletiva de imprensa, entrevista coletiva, declaração à imprensa, relato, instruções, sumário, conversa, reunião de trabalho, reunião com a imprensa, reunião, revisão, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;bypass&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; – Não usar em textos em português (nem usar derivados, como bypassar ou baipassar). Há vários substitutos possíveis: contornar, ignorar, atravessar, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;cacique&#039;&#039;&#039; – Use apenas quando o próprio cacique adotar esse título. Na dúvida, use “chefe”. Feminino: cacica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;campesinato&#039;&#039;&#039; – Termo em espanhol. Em português, use trabalhadores rurais ou termo equivalente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;campesino&#039;&#039;&#039; – Termo em espanhol para “camponês”. Como adjetivo, pode ser substituído por agrícola, rural ou campestre, conforme o caso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Carnaval&#039;&#039;&#039; – No novo Acordo Ortográfico, todos os nomes próprios (de quaisquer festividades ou eventos, pagãos ou não) escrevem-se com inicial maiúscula. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Caxemira&#039;&#039;&#039; – Usar nessa grafia. O gentílico a ser usado é caxemirense. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;caucus&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; – Não usar em português. Traduzir, conforme o caso: “convenção” (partidária); “reunião”; “prévias” (eleições). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;chanceler&#039;&#039;&#039; – Comum aos dois gêneros: o chanceler, a chanceler. Na Alemanha e na Áustria, é o chefe de governo (primeiro-ministro). Só se usa como sinônimo de ministro das Relações Exteriores na América Latina (em espanhol: canciller). Em Portugal, na Espanha e na Itália, chanceler é um cargo administrativo de representações diplomáticas – por essa razão, não cabe chamar “chanceler” ao ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, ou canciller /cancelliere a seus homólogos espanhol e italiano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;chancelaria&#039;&#039;&#039; – Na América Latina, é sinônimo de Ministério das Relações Exteriores. Usa-se, ainda, para se referir às instalações físicas com os escritórios de uma representação diplomática, para diferenciá-la da residência do embaixador. Tanto a chancelaria quanto a residência do embaixador podem ser chamadas de “a embaixada”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;chicungunha&#039;&#039;&#039; – Aportuguesamento de chikungunya. Pode-se usar a forma estrangeira, com destaque (itálico) ou o aportuguesamento. Em português, os nomes de doenças escrevem-se com inicial minúscula. Não se deve usar a denominação “febre chicungunha”, decalque do inglês (do mesmo modo que se chama, em inglês, “Dengue fever” à doença chamada em português simplesmente “dengue”). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Chipre&#039;&#039;&#039; – Como outros nomes de países que são ilhas (Cuba, Fiji, Granada, Santa Lúcia, Tuvalu, etc.), rejeita o artigo definido: diga-se (e escreva-se) “a República de Chipre”; “em Chipre”; “de Chipre”; “uma viagem a Chipre”. Quando, estilisticamente, requer o uso de artigo, é – como historicamente sempre foi em português – o artigo feminino que deve ser usado: a antiga Chipre; a bela Chipre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;cingalês&#039;&#039;&#039; – Nome da etnia majoritária no Sri Lanka. O cingalês é também uma das duas línguas oficiais do país – a outra é o tâmil. Não confundir com srilankês. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;clarificar&#039;&#039;&#039; – Não o use, como se tem visto por influência do inglês, em lugar de “esclarecer”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;co&#039;&#039;&#039; – Usar copresidir; coordenar; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;coadunar-se&#039;&#039;&#039; – É pronominal: Esse tipo de prática não se coaduna com os valores defendidos pela organização. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;cólera&#039;&#039;&#039; – Use como substantivo feminino, em todas as acepções. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;committee&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; – Em geral, a melhor tradução, em português, é comissão: &amp;quot;&#039;&#039;He is the chairman of the Senate Foreign Relations Committee&#039;&#039;&amp;quot; = &amp;quot;Ele é o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;como&#039;&#039;&#039; – “As promoções se deram exatamente como prometido” ou “As promoções se deram exatamente como prometidas”: ambas as concordâncias são possíveis e corretas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;competir&#039;&#039;&#039; – Não é defectivo; conjuga-se em todos os tempos e pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;comparecer&#039;&#039;&#039; – No sentido de “apresentar-se em determinado lugar pessoalmente”, transitivo indireto e intransitivo: Compareceu ao encontro na hora marcada. Embora atarefado, não deixa de comparecer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;comunicar&#039;&#039;&#039; – A regência culta é “comunicar algo a alguém”. Exemplos corretos: O ministro comunicou sua decisão aos parlamentares. O ministro comunicou aos parlamentares sua decisão. O ministro comunicou-lhes sua decisão. O ministro comunicou sua decisão a eles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;congratular&#039;&#039;&#039; – Com o sentido de “parabenizar, dar congratulações a, cumprimentar, felicitar”, o verbo congratular é transitivo direto (não se conjuga de forma reflexiva, nem exige qualquer preposição): Congratulo Vossa Excelência pela assinatura do comunicado conjunto para o estabelecimento de relações diplomáticas com as Ilhas Cook. A ouvidoria consular recebeu mensagens de cidadãos brasileiros elogiando o atendimento consular recebido desse posto, razão pela qual congratulo Vossa Excelência e sua equipe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;componente&#039;&#039;&#039; – Como substantivo, pode ser usado nos dois gêneros (assim como agravante e atenuante). Pode-se dizer, portanto, “o componente” ou “a componente”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;conferência de imprensa&#039;&#039;&#039; – Desnecessário aportuguesamento de &#039;&#039;press conference&#039;&#039;; em português, “entrevista coletiva”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;cônjuge&#039;&#039;&#039; – É substantivo masculino: O senador, o deputado e seus cônjuges chegaram no horário. Não existe “a cônjuge”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;consistir&#039;&#039;&#039; – A regência tradicional é com a preposição “em”: consistir em alguma coisa: A cirurgia consistirá numa incisão feita no tórax; o desafio consiste em identificar o problema a tempo de resolvê-lo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;constar de / constar em&#039;&#039;&#039; – A regência tradicional é “constar em” – ainda considerada mais elegante. Atualmente, a norma culta admite também a regência “constar de”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;consulesa&#039;&#039;&#039; – Use exclusivamente para se referir à esposa de um cônsul. A mulher que desempenha a função de cônsul é uma cônsul: a cônsul; a cônsul-geral; a vice-cônsul. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;contatar, contactar&#039;&#039;&#039; – Ambas as grafias (e pronúncias) são corretas e válidas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;contêiner&#039;&#039;&#039; – Palavra já aportuguesada. Plural: contêineres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;conta corrente&#039;&#039;&#039; – O hífen, para o sentido de conta bancária, é desnecessário e contrário à tradição lexicográfica. Escrever sem hífen. Plural: contas correntes. Derivado: correntista. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;contracheque&#039;&#039;&#039; – Em uma só palavra. Sinônimo: holerite. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;copra&#039;&#039;&#039; – Amêndoa do coco seca; substantivo feminino. Dela se pode extrair o copraol, substância gordurosa usada na fabricação de supositórios e vela. A copra e o copraol têm importância na balança comercial de certos países, sobretudo insulares do Pacífico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Corão&#039;&#039;&#039; – Galicismo; em português, usar a forma tradicional “Alcorão”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;CPLP&#039;&#039;&#039; – O nome é “Comunidade dos Países de Língua Portuguesa” (não “de Países”). Tem, desde o ingresso da Guiné Equatorial, em 2014, nove Estados-membros: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Crimeia&#039;&#039;&#039; – Gentílico: crimeu, crimeus, crimeia, crimeias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;cumpre ressaltar / cumpre assinalar&#039;&#039;&#039; – Expressões que, da mesma forma que “vale assinalar”, “importa notar”, etc., devem ser evitadas, por nada acrescentarem ao sentido do texto: se não “cumprisse ressaltar” (ou “valesse assinalar”, “importasse notar”), não se escreveria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;cúpula (ou “reunião de cúpula”)&#039;&#039;&#039; – Em geral, usa-se “cúpula” para se referir apenas às reuniões com a presença de chefes de estado ou de governo. Em espanhol, o termo equivalente é “cumbre” e, em Portugal nos demais países lusófonos, “cimeira” – razão pela qual as reuniões presidenciais da CPLP são assim chamadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Curaçao&#039;&#039;&#039; – Ilha caribenha, parte do Reino dos Países Baixos. A grafia tradicional em português, conforme à ortografia da língua, era Curaçau. Em coerência com o tratamento dispensado aos demais topônimos de países com uma única língua oficial que usam o nosso alfabeto, recomenda-se o emprego da forma local, Curaçao, também usado em inglês. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;customizar&#039;&#039;&#039; – Anglicismo condenável. Em português, diz-se “personalizar”, “adaptar”, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;dado / visto / haja vista&#039;&#039;&#039; – Os particípios dado e visto têm valor passivo e concordam em gênero e número com o substantivo a que se referem: Dados o interesse e o esforço demonstrados, optou-se pela permanência do servidor em sua função. Dadas as circunstâncias...; Vistas as provas apresentadas, não houve hesitação no encaminhamento. Já a expressão haja vista, com o sentido de &#039;uma vez que&#039; ou &#039;seja considerado&#039;, &#039;veja-se&#039;, é invariável: O servidor tem qualidades, haja vista o interesse e o esforço demonstrados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Dalai lama&#039;&#039;&#039; – Não é um nome próprio, mas sim o título do chefe religioso do budismo tibetano. Como tal, costuma vir precedido de artigo definido. Não deve levar hífen. Use-se com as duas minúsculas em contextos em que todos os cargos têm esse tratamento: “O papa encontrou-se com o dalai lama”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;décimo primeiro, décimo segundo, décimo terceiro, etc.&#039;&#039;&#039; – Sem hífen. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;declinar&#039;&#039;&#039; – No sentido de “demonstrar desinteresse por; recusar, refutar, rejeitar”: transitivo direto ou transitivo indireto: Declinou o convite ou Declinou do convite. Declinou as (ou das) homenagens que lhe eram devidas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;de forma que, de modo que/de forma a, de modo a&#039;&#039;&#039; – Usa-se de forma que (ou de modo que) nas orações desenvolvidas: Deu amplas explicações, de forma que tudo ficou claro. Nas orações reduzidas de infinitivo, de forma (maneira ou modo): Deu amplas explicações, de forma (maneira ou modo) a deixar tudo claro. São descabidas as pluralizações de formas (maneiras ou modos) que. É igualmente incorreta a combinação de ambas as formas: “foi feito de modo a que todos recebessem uma parte” – o correto seria “de modo que todos recebessem uma parte”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;demais, de mais&#039;&#039;&#039; – Em uma só palavra, demais, significa “excessivamente”, “muitíssimo” – ou, acompanhada de artigo, “os demais” = “os outros, os restantes”. Escreve-se separado, “de mais”, quando é o oposto de “de menos”, ou quando sinônimo de “fora do habitual”: nada de mais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;dentre&#039;&#039;&#039; – Só deve ser usado quando a frase de fato exige a preposição “de” – isto é, quando tem o sentido de “do meio de”. Em todos os demais casos, use-se simplesmente “entre”: &amp;quot;Apenas um entre nós fez o curso&amp;quot; (não dentre).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;deparar&#039;&#039;&#039; – São várias as regências possíveis: &amp;quot;O acaso depara muitas vezes a felicidade.&amp;quot; &amp;quot;Deparou-se-me uma rara ocasião de superar o impasse na negociação.&amp;quot; No sentido mais usual, de “encontrar de maneira inesperada”, pode ser pronominal ou não: &amp;quot;Deparou com o chanceler norueguês no saguão do hotel&amp;quot; ou &amp;quot;Deparou-se com o chanceler norueguês no saguão do hotel&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;deserto&#039;&#039;&#039; – Em geral, com inicial minúscula: O deserto do Saara; o deserto do Atacama; o deserto de Gobi. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;desagradar&#039;&#039;&#039; – No sentido de “causar reação desfavorável”, é transitivo direto ou transitivo indireto regendo a preposição &amp;quot;a&amp;quot;: &amp;quot;O projeto desagradou o prefeito.&amp;quot; &amp;quot;As novas medidas desagradaram aos contribuintes.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;desobedecer&#039;&#039;&#039; – Com complementos, a regência tradicional exige a preposição “a”: Desobedecer a alguém; desobedecer a alguma coisa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;despercebido&#039;&#039;&#039; – Passar sem ser notado é passar despercebido (e não desapercebido). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;devido a&#039;&#039;&#039; – Sempre com a preposição “a”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;dia a dia&#039;&#039;&#039; – Sem hífen.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;dignitário(s)&#039;&#039;&#039; – É a forma tradicional portuguesa. Deve-se evitar &#039;&#039;dignatário&#039;&#039;, influência do espanhol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;direito&#039;&#039;&#039; – Não há necessidade de inicial maiúscula: “A xaria é o direito islâmico.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;dirigir&#039;&#039;&#039; – Quando empregado com o sentido de encaminhar, pode-se alternar com: transmitir, mandar, encaminhar, remeter, enviar, endereçar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;disponibilizar&#039;&#039;&#039; – O neologismo disponibilizar pode, conforme o caso, ser substituído por: pôr à disposição, fazer disponível, tornar disponível, dispor, oferecer, ofertar, prover, fornecer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;“disruptivo”&#039;&#039;&#039; – Aportuguesamento do inglês &#039;&#039;disruptive&#039;&#039;, a ser evitado – a menos no jargão sociológico, em que tem sentido próprio. Nos demais casos, substituir, por: perturbador, desestabilizador, destruidor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;dopagem&#039;&#039;&#039; – Aportuguesamento de &#039;&#039;doping&#039;&#039;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;doutor&#039;&#039;&#039; – O Manual de Redação da Presidência da República manda restringir o uso do tratamento de “doutor” a comunicações dirigidas a pessoas que tenham concluído curso universitário de doutorado. Nos demais casos, o tratamento “senhor” confere a desejada formalidade às comunicações.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;dupla negativa&#039;&#039;&#039; – Ao contrário do que ocorre em inglês, a dupla negação é construção correta em português: não há nenhuma incorreção (nem ambiguidade ou inversão de sentido) em frases como “Não pudemos atender ninguém na tarde de ontem”, “Não se encontrou nada fora do lugar”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Edito, edito&#039;&#039;&#039; – A forma tradicional portuguesa é paroxítona, sem acento gráfico. Para Houaiss, a diferenciação moderna entre edito e édito, que se criou modernamente no meio jurídico, não tem justificação histórica nem gramatical. No sentido de decreto, ordem, etc., use-se sempre a forma paroxítona, sem acento gráfico: “o Edito de Milão”, não Êdito nem Édito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;é importante notar/ressaltar/etc.&#039;&#039;&#039; – Expressões que, da mesma forma que “vale assinalar”, “cumpre recordar”, etc., devem ser evitadas, por nada acrescentarem ao sentido do texto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;“ele é suposto saber”, “era suposto fazer”&#039;&#039;&#039; – Construção tomada de empréstimo ao inglês &#039;&#039;he is supposed to know&#039;&#039;, sem tradição no português. Evite, por ser má tradução. Em português: ele deve(ria) saber, supõe-se que ele saiba. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Eletrobras&#039;&#039;&#039; – Não é necessário identificar a empresa por seu nome completo; use “Eletrobras”, e uma descrição (“companhia brasileira de energia elétrica”, “empresa de capital aberto, controlada pelo governo brasileiro, que atua nas áreas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica”, etc.). Desde 2010, o nome oficial da empresa escreve-se sem acento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;embaixada&#039;&#039;&#039; – Como todo substantivo comum em português, deve-se escrever, em geral, com inicial minúscula: &amp;quot;O Brasil não tem embaixada residente naquele país.&amp;quot; &amp;quot;Brasília é uma das cidades com maior número de embaixadas.&amp;quot; Pode-se usar com inicial maiúscula quando se refere a nome próprio: “a Embaixada do Brasil em Buenos Aires”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;em detrimento&#039;&#039;&#039; – Exige a preposição “de”, não “a”: em detrimento das negociações; priorizou uma coisa em detrimento de outra (não em detrimento a outra). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;em face de&#039;&#039;&#039; – Sempre que a expressão &amp;quot;em face de&amp;quot; equivaler a &amp;quot;diante de&amp;quot;, é preferível a regência com a preposição de. Evite as expressões &amp;quot;face a&amp;quot;, &amp;quot;frente a&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;eminente&#039;&#039;&#039; – Significa importante. Não confundir com “iminente”, que significa algo que deve acontecer em breve. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;em mão, em mãos&#039;&#039;&#039; – Ambas as formas estão dicionarizadas, são sinônimas, e ambas abonadas por bons autores: pode-se entregar algo em mão ou em mãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;emprego de pronomes demonstrativos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;a) aquele&#039;&#039;&#039; – pronome demonstrativo que indica algo ou alguém afastado espacial e/ou temporalmente do falante e do ouvinte: &amp;quot;Aquele livro no topo da estante é uma reunião de escritos do barão do Rio Branco&amp;quot;; &amp;quot;Aquele dia foi trágico para o país&amp;quot;. Pode também referir-se a pessoa ou coisa genericamente mencionada: &amp;quot;Chefe bom nem sempre é aquele que menos exige.&amp;quot; Nos casos em que há dois antecedentes no discurso, aquele refere-se ao primeiro deles, por oposição a este (v.), que designa o mais próximo: &amp;quot;Pai e filho conhecem o seu ofício, aquele mais que este.&amp;quot; Para designar indivíduo cujo nome se ignora ou que não se possa ou deva nomear: &amp;quot;Aquele é um caso sério de mau negociador.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;b) esse&#039;&#039;&#039; – pronome demonstrativo que designa pessoa ou coisa que esteja afastada do emissor da mensagem e próximo a seu receptor: &amp;quot;Essa cadeira está quebrada, sente-se nesta aqui.&amp;quot; Aplica-se também a alguém ou algo não diretamente ligado ou próximo ao emissor ou ao receptor, mas que o emissor pressupõe ser do conhecimento do receptor (equivale ao artigo definido o): &amp;quot;Esses são mesmo refugiados?&amp;quot;; &amp;quot;Essa juventude de hoje não sabe o que quer&amp;quot;. Pode designar, com função anafórica, o que já foi antes mencionado: &amp;quot;Repouso e boa alimentação, esse é sempre um bom conselho.&amp;quot; Emprega-se junto a aposto de um termo já referido recentemente: &amp;quot;Oliveira Lima, esse grande intelectual e diplomata de que falávamos, era amigo de Machado de Assis.&amp;quot; Usa-se com referência a um tempo relativamente distante no passado ou no futuro, mas que foi referido anteriormente: &amp;quot;Passada essa hora de maior movimento, o consulado costuma ficar mais tranquilo.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;c) este&#039;&#039;&#039; – pronome que indica o que está próximo do falante, no espaço, no tempo ou no discurso: &amp;quot;Este copo aqui é meu&amp;quot;; &amp;quot;esta piada que você contou é ótima&amp;quot;. Com substantivos que denotam tempo, indica o tempo presente ou o mais recente, se a frase é passada, ou o primeiro que virá, se a frase é futura: &amp;quot;Esta noite dormi muito mal&amp;quot;; &amp;quot;esta noite meus amigos irão à minha casa&amp;quot;. Combinado com aquele ou esse, serve para fazer referência a duas pessoas ou coisas já mencionadas, indicando a última, ao passo que, aquele ou esse representa a primeira: &amp;quot;Pedro e Paulo foram despedidos: este, por incompetência, aquele porque faltava muito ao trabalho.&amp;quot; Para chamar atenção sobre algo que se quer enfatizar: &amp;quot;Que grande notícia esta!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;d) isso&#039;&#039;&#039; – pronome demonstrativo que substitui o nome de algo que está afastado do falante e mais perto do ouvinte, ou de algo passado, mas relativamente recente, ou que foi mencionado antes; essa(s) coisa(s): &amp;quot;Deixe-me ver isso que você tem nas mãos&amp;quot;; &amp;quot;você tem razão quando afirma isso&amp;quot;; &amp;quot;isso foi ontem, hoje as coisas mudaram&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;e) isto&#039;&#039;&#039; – pronome demonstrativo que indica algo que se acha mais perto de quem fala, ou, temporalmente, que é recente; esta(s) coisa(s): &amp;quot;Tirem isto da minha frente!&amp;quot;; &amp;quot;isto não tem nada a ver com o que discutíamos ontem&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para mais informações e exemplos, ver o verbete “Pronomes demonstrativos”, em “Noções básicas de gramática da língua portuguesa”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;em que pese&#039;&#039;&#039; – A locução “em que pese” admite dois usos. Modernamente, não exige a preposição “a” e o verbo concorda com o sujeito: &amp;quot;Em que pesem seus bons argumentos, mantenho meu ponto de vista.&amp;quot; &amp;quot;Em que pesem os efeitos positivos que terá sobre a economia, o projeto traz um risco.&amp;quot; A regência clássica (com a preposição “a” e com o verbo, portanto, invariável) é modernamente usada quando a expressão trata de pessoas: &amp;quot;Em que pese aos radicais, o governo não reagiu nem reagirá.&amp;quot; &amp;quot;Em que pese ao juiz nada imparcial, os estreantes venceram o jogo com facilidade.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;encarregado de negócios&#039;&#039;&#039; – Diplomata que chefia interinamente uma embaixada na ausência de um embaixador ou embaixadora. Em inglês e em outras línguas, usa-se a expressão francesa &#039;&#039;chargé d’affaires&#039;&#039;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;encarregado dos arquivos&#039;&#039;&#039; – Funcionário que, não sendo diplomata, chefia interinamente uma embaixada, na ausência de diplomatas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;enfarte ou infarto&#039;&#039;&#039; – As duas formas são tradicionais na língua e corretas. Nos demais países lusófonos, só se usa “enfarte”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;enquanto&#039;&#039;&#039; – Use-se simplesmente “enquanto”, e não enquanto que. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Escalda&#039;&#039;&#039; – Nome português do rio europeu chamado Schelde em holandês e Escaut em francês. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ESO&#039;&#039;&#039; – Sigla referente à Organização Europeia para a Investigação Astronómica no Hemisfério Sul (nome oficial em português – Portugal é um dos países fundadores), mais conhecida pela forma abreviada Observatório Europeu do Sul (ESO). A sigla ESO vem do inglês European Southern Observatory. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;“Estado Islâmico”&#039;&#039;&#039; – Refira-se ao grupo sob formas como: o grupo terrorista autodenominado “Estado Islâmico”; os terroristas do autointitulado “Estado Islâmico”, sempre com aspas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estados Unidos&#039;&#039;&#039; – A concordância é sempre no plural, mesmo quando, por questões estilísticas ou de economia de espaço, se suprime o artigo: “Estados Unidos enviarão vice-presidente ao evento”, e não enviará; “EUA respondem”, não “EUA responde”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;estadunidense&#039;&#039;&#039; - nas publicações da FUNAG, recomenda-se a forma &amp;quot;estadunidense&amp;quot; para designar a pessoa ou coisa pertencente aos Estados Unidos da América, de preferência a &amp;quot;estado-unidense&amp;quot; ou &amp;quot;americano-do-norte&amp;quot; (formas reconhecidas no VOLP e em vários dicionários da língua portuguesa). Caso o contexto não deixe margem a dúvidas sobre o significado, pode-se aceitar as expressões &amp;quot;norte-americano&amp;quot;, ou mesmo &amp;quot;americano&amp;quot; como sinônimos de &amp;quot;estadunidense&amp;quot;, embora seja preferível adotar expressões mais precisas, como &amp;quot;dos Estados Unidos&amp;quot; ou &amp;quot;dos EUA&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;&#039;&#039;&#039;estória&#039;&#039;&#039;&amp;quot; - A palavra &amp;quot;estória&amp;quot; (provavelmente por influência do inglês &#039;&#039;story&#039;&#039;) foi proposta para designar narrativa de ficção, mas a maioria dos dicionários da língua portuguesa recomendam, como forma preferencial, a grafia &amp;quot;história&amp;quot;, tanto para a área de estudos científicos como para a narrativa de ficção (lendas, contos, casos, etc.). Nas publicações da FUNAG, portanto, deve-se evitar a grafia &amp;quot;estória&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;evidência, evidências&#039;&#039;&#039; – O inglês &#039;&#039;evidence(s)&#039;&#039;, referente por exemplo a um delito, traduz-se em português por “prova(s)” ou por “indício(s)”, mas não por evidência(s). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;etc.&#039;&#039;&#039; – Pode em geral ser substituído por “entre outros” e variações. Por se tratar de abreviatura, deve sempre ser seguida de ponto. Para efeitos de padronização, recomenda-se seu uso precedido de vírgula (“militares, diplomatas, etc.”), como fazem bons autores, dicionários como o Aurélio e o próprio texto do Acordo Ortográfico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;exequátur&#039;&#039;&#039; – Grafia aportuguesada de &#039;&#039;exequatur&#039;&#039;, nome latino do instrumento diplomático pelo qual um governo expressa sua anuência a que um agente de outro país exerce a chefia de um consulado-geral, consulado ou vice-consulado em seu território. É o equivalente ao &#039;&#039;agrément&#039;&#039; dos embaixadores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;exceder&#039;&#039;&#039; – No sentido de “ir além, ultrapassar” algo ou alguém, é transitivo direto ou indireto: &amp;quot;Era um estudante que excedia os colegas&amp;quot;; &amp;quot;O peso da bagagem excedeu ao limite&amp;quot;; &amp;quot;Ninguém o excedia no conhecimento dos tratados de limites&amp;quot;; &amp;quot;Excedeu-se a si mesmo&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Excelentíssimo, Excelentíssima&#039;&#039;&#039; – De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o vocativo “Excelentíssimo Senhor” (ou “Excelentíssima Senhora”) apenas se aplica aos presidentes dos três poderes. Todos os demais destinatários, inclusive aqueles tratados por “Vossa Excelência”, recebem por vocativo apenas “Senhor + título ou cargo”: “Senhor Senador”, “Senhor Juiz”, “Senhora Ministra”, “Senhora Subchefe”, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;explodir&#039;&#039;&#039; – Não é verbo defectivo: conjuga-se regularmente em todas as pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;FAO&#039;&#039;&#039; – Mesmo em português, usa-se a sigla FAO, mas o nome por extenso em português é Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;face a&#039;&#039;&#039; – A expressão tradicional em português é “em face de”. Não existe, porém, impedimento gramatical, sintático ou semântico quanto ao uso da expressão “face a”, já abonada pelos melhores dicionários e gramáticos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;fazer as vezes de&#039;&#039;&#039; – Não há crase na expressão: “Embora ainda fosse terceiro-secretário, fazia as vezes de chefe da missão.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;febre amarela&#039;&#039;&#039; – Sem hífen. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Federação da Rússia&#039;&#039;&#039; – Apesar de em inglês ser Russian Federation, o nome oficial do país, em português, é Federação da Rússia (conforme o francês Fédération de Russie e o espanhol Federación de Rusia). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;feminicídio&#039;&#039;&#039; – Assassinato de uma mulher em razão de seu gênero. Foi tipificado em 2015, no Brasil, como crime hediondo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;femininos&#039;&#039;&#039; – Em regra, os substantivos e adjetivos em português tem flexão própria no feminino: a pilota (não “mulher piloto”), a soldada (não “mulher soldado”), a capitã, a adida, a embaixadora, a primeira-ministra, etc. Como regra geral, os cargos terminados em “-e” e em “-l” aceitam a terminação tradicional em “a” (presidenta, chefa; bacharela, oficiala, generala, marechala), embora modernamente se aceite também o uso desses nomes como comuns: a chefe, a oficial. As antigas terminações em “-isa” ou “-esa”, associadas ao diminutivo, são hoje preteridas: em sua maioria, escritoras preferem ser chamadas “poetas”, e não “poetisas”, e as mulheres que chefiam consulados devem ser chamadas cônsules (sendo “consulesas” as mulheres de cônsules). Nos casos de dúvida, siga-se a preferência da própria (“a presidenta” ou “a presidente”, etc.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;filantropo&#039;&#039;&#039; – Nessa grafia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;flamenco&#039;&#039;&#039; – Dança espanhola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;flamengo&#039;&#039;&#039; – Gentílico de Flandres, na Bélgica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;frente a&#039;&#039;&#039; – Expressão relativamente moderna e, por essa razão, preterida por gramáticos tradicionais. Não existe, porém, impedimento gramatical, sintático ou semântico quanto ao uso da expressão, já abonada pelos melhores dicionários e gramáticos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;fronteira&#039;&#039;&#039; – No Brasil, fronteiras separam território nacional de territórios estrangeiros; divisas separam unidades federativas; e limites separam cidades. Com 16.886 km de fronteiras com dez países, o Brasil é o país com a terceira maior extensão fronteiriça terrestre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;futuro do subjuntivo&#039;&#039;&#039; – São frequentes erros nesse tempo verbal. A confusão ocorre porque, na maioria dos verbos, o futuro do subjuntivo é idêntico ao infinitivo: &amp;quot;Se o governo receber&amp;quot;, por exemplo. Há, porém, vários verbos em que o futuro do subjuntivo não coincide com o infinitivo: &amp;quot;Se o governo mantiver&amp;quot;, não “manter”; &amp;quot;Se o governo repuser&amp;quot; (e não “repor”); &amp;quot;Se o governo intervier&amp;quot; (e não “intervir”). Nos casos em que o futuro do subjuntivo coincide com o infinitivo, podem ocorrer erros, por exemplo, de colocação pronominal: os infinitivos, em regra, admitem tanto próclise quanto ênclise; o futuro do subjuntivo, por ser futuro, e não um infinitivo, não. São erradas construções como “Se o governo não recebê-lo...” – a única forma possível é “Se o governo não o receber”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Galícia, Galiza&#039;&#039;&#039; – Galícia, em português, é o nome de uma região da Europa central, entre a Polônia e a Ucrânia (gentílico: galiciano). A comunidade autônoma cujo nome em espanhol é Galicia é chamada, em português, Galiza. O gentílico é galego. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ganho ou ganhado&#039;&#039;&#039; – Em construções em que o particípio do verbo “gastar” se liga diretamente aos verbos ser e estar, usa-se o particípio irregular: “foi ganho”, “tinham sido ganhas”. Em construções em que o particípio do verbo se liga aos verbos ter e haver, tanto o particípio regular (“ganhado”) quanto o irregular (“ganho”) são admitidos na norma culta: “Já tinham ganho” ou “Já tinham ganhado”; “havia ganho” ou “havia ganhado”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;gasto ou gastado&#039;&#039;&#039; – Em construções em que o particípio do verbo “gastar” se liga diretamente aos verbos ser e estar, usa-se o particípio irregular: “foi gasta toda a quantia”, “já haviam sido gastos”. Em construções em que o particípio do verbo “gastar” se liga aos verbos ter e haver, tanto o particípio regular (“gastado”) quanto o irregular (“gasto”) são admitidos na norma culta: “Já tinham gasto” ou “Já tinham gastado”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;glaciar, glacial&#039;&#039;&#039; – Glaciar é um substantivo, sinônimo de geleira: Sobrevoamos imensos glaciares patagônicos. Glacial é um adjetivo: a última era glacial; temperaturas glaciais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;governo&#039;&#039;&#039; – Em regra, escreve-se com inicial minúscula: &amp;quot;o governo federal&amp;quot;, “O governo brasileiro saúda o povo e o governo do Sudão do Sul”; “Cumprimento as senhoras e os senhores embaixadores acreditados junto ao meu governo e os representantes dos organismos internacionais sediados em Brasília”; “Na reunião, os chefes de Estado e de governo dos Estados-membros...” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;grosso modo&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; – Por ser expressão em língua estrangeira (latina), deve ser utilizada em itálico. Significa “aproximadamente”, “em geral”, “de modo genérico”. Não deve ser precedida da preposição &amp;quot;a&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Guianas, Guyana, guianês, guyanês&#039;&#039;&#039; – “Guianês” pode se referir a qualquer habitante da região historicamente conhecida como “Guianas”, que inclui parte do Brasil e da Venezuela, a antiga Guiana Britânica, a Guiana Francesa e a antiga Guiana Holandesa (atual República do Suriname). Ao adquirir a independência, a antiga Guiana Britânica mudou a grafia do próprio nome para Guyana, com “y”. O gentílico “guyanês” se refere, portanto, especificamente à República Cooperativa da Guyana, país cuja capital é Georgetown. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;há ... atrás&#039;&#039;&#039; – Embora redundante (pode-se dizer, com o mesmo sentido e economia de palavras, “Há dez anos” ou “Dez anos atrás”), a forma híbrida (“Há dez anos atrás”) pode ser encontrada em bons autores há décadas e, na opinião de gramáticos como Celso Luft, já está há muito legitimada pelo uso. É usada na linguagem oral, inclusive na língua culta, para efeito de clareza. Na escrita formal, deve-se evitá-la. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Harlem, Haarlem&#039;&#039;&#039; – Use “Harlem” para o bairro em Nova York (EUA) e “Haarlem” para a cidade na Holanda (Países Baixos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;haxemita, haxemitas&#039;&#039;&#039; – Nessa grafia. O nome oficial da Jordânia é República Haxemita da Jordânia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;híndi&#039;&#039;&#039; – Escrever com acento gráfico, indicando a pronúncia paroxítona, que é majoritária, de uma palavra terminada em “i”: “O português é a sexta língua mais falada do mundo; as cinco primeiras são, em ordem decrescente, o chinês, o espanhol, o inglês, o híndi e o árabe.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;hindu&#039;&#039;&#039; – Adepto da religião hinduísta, isto é, do hinduísmo. Não é o mesmo que indiano (gentílico da Índia). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;hipérbole&#039;&#039;&#039; – É a figura de linguagem do exagero: usar palavras e frases de efeito, valores exagerados (“já ocorreu dezenas de vezes”, “senão centenas”), abusar de adjetivos e advérbios. Como toda figura de linguagem, a hipérbole não é apropriada para a redação oficial ou diplomática, e mesmo em correspondências pessoais se recomenda seu uso limitado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Holanda&#039;&#039;&#039; – Embora se refira apenas a uma região da porção continental dos Países Baixos, o nome “Holanda” é usado pelo próprio país em contextos esportivos ou de promoção turística, e a embaixada do país em Portugal chama-se oficialmente, em português, “Embaixada da Holanda em Lisboa”. O nome “Holanda” pode ser usado, portanto, em contextos informais – especialmente quando de fato se estiver referindo à região do país oficialmente denominada Holanda (dividida em Holanda do Norte e Holanda do Sul): as cidades de Amsterdam, Haarlem, Haia e Rotterdam, por exemplo, estão todas situadas em território holandês. Em seu site, a embaixada neerlandesa em Brasília informa que “a língua dos Países Baixos, o neerlandês ou holandês, é o idioma materno de mais de 21 milhões de holandeses e flamengos”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;honoris causa&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; – Grafar em itálico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;hora extra, horas extras&#039;&#039;&#039; – Sem hífen. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;hutu&#039;&#039;&#039; – Palavra oxítona. Invariável no feminino (“a cultura hutu”). O plural é regular: “os hutus”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;iene&#039;&#039;&#039; – Moeda japonesa. Plural: ienes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ilegal&#039;&#039;&#039; – Não use para se referir a pessoa ou a condição migratória irregular. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ilhas ou Ilhas&#039;&#039;&#039; – Deve-se usar inicial maiúscula quando o substantivo faz parte de nome próprio (por exemplo: “o Brasil estabeleceu relações com as Ilhas Cook”; ou “Ilhas Marshall e Ilhas Salomão são países-membros das Nações Unidas”). Devem-se usar iniciais minúsculas quando o substantivo não fizer parte do nome próprio: as ilhas Fiji são tão belas quanto as ilhas Maurício (sem maiúsculas, pois os nomes oficiais dos países são “República de Fiji” e “República de Maurício”). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Ilhas Cayman&#039;&#039;&#039; – Gentílico: caymanês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ilhéu&#039;&#039;&#039; – Feminino: ilhoa. O que vive em ilha, contraste com o espanhol &#039;&#039;isleño&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ilustríssimo&#039;&#039;&#039; – O Manual de Redação da Presidência da República manda abolir de comunicações oficiais o uso dos tratamentos ilustríssimo e digníssimo. O uso de “Ao Senhor” no destinatário e de “Senhor [+ cargo],” como vocativo já confere a necessária formalidade às comunicações oficiais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;iminente&#039;&#039;&#039; – Algo que deve ocorrer em breve. Não confundir com “eminente”, que significa “importante”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;importa notar / importa assinalar&#039;&#039;&#039; – Expressões que, da mesma forma que “vale assinalar”, “cumpre ressaltar”, etc., devem ser evitadas, por nada acrescentarem ao sentido do texto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;implicar&#039;&#039;&#039; – No sentido de “ter como consequência”, “acarretar”, é, originalmente, transitivo direto: Uma decisão que implica prejuízos futuros; O combate à corrupção implica a adoção de medidas drásticas, etc. A variante “implicar em”, mais recente, também ocorre, inclusive na norma culta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;in absentia&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; – Usada para se referir a julgamento em que o réu não está presente. Mesmo com o réu ausente, os acusadores podem apresentar provas e convocar testemunhas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;inaugurar&#039;&#039;&#039; – Algo é inaugurado ou se inaugura, não simplesmente “inaugura”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;inexorável&#039;&#039;&#039; – Na palavra, e em todos os derivados (em português), o “x” tem som de “z”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;informar&#039;&#039;&#039; – É possível informar alguém de algo ou informar algo a alguém. São exemplos corretos, portanto: “É função das embaixadas informar a Secretaria de Estado do andamento da situação política.” “Todos os servidores foram informados sobre as mudanças.” “As mudanças foram informadas a todos os servidores.” “O consulado informou aos vice-consulados que a reunião fora um sucesso.” “O consulado informou-lhes que a reunião fora um sucesso.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;inicializar&#039;&#039;&#039; – Anglicismo desnecessário, a ser evitado pelo vernáculo “iniciar” ou sinônimo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;intermediar&#039;&#039;&#039; – Tem dois modelos de conjugação: o irregular, predominante em Portugal, é feito à semelhança de “odiar”: intermedeio, intermedeias, intermedeia: “A União Europeia intermedeia as discussões.” No Brasil, usa-se sobretudo a forma regular: “O Brasil intermedia as discussões.” A dupla conjugação ocorre com muitos verbos terminados em “-iar”, como “negociar”, “premiar”, etc. Em Portugal, diz-se “A União Europeia negoceia em bloco”, “A Academia premeia os vencedores”, enquanto no Brasil é predominante a conjugação regular. Ambas as conjugações são válidas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Internet&#039;&#039;&#039; – Escrever com letra maiúscula, quando usado como nome próprio da rede mundial: “a página do Itamaraty na Internet”. Se tratado como substantivo comum, com inicial minúscula, deveria ser marcado como estrangeirismo (e consequentemente destacado, por exemplo, por meio do itálico: uma &#039;&#039;internet&#039;&#039;). Informalmente, usa-se por vezes em contextos em que a forma preferível seria “conexão”: “A conexão está lenta hoje.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;iuane&#039;&#039;&#039; – Moeda chinesa. Plural: iuanes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Jersey&#039;&#039;&#039; – Nessa grafia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;juro, juros&#039;&#039;&#039; – Juro é singular, juros é o plural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Kiev&#039;&#039;&#039; – Em inglês, usar a transliteração oficial ucraniana, Kyiv. Em português, a forma tradicional, a ser usada, é Kiev. Gentílico: kievense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Kosovo&#039;&#039;&#039; – Usa-se com artigo (“no Kosovo”, “o Kosovo”). O gentílico é kosovar (no masculino e no feminino); plural: kosovares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;km&#039;&#039;&#039; – O símbolo de quilômetro é “km”, com letra minúscula. Assim, escreva-se “Área: 95.346 km2”.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Liga Árabe&#039;&#039;&#039; – O nome oficial é Liga dos Estados Árabes (não “de”); o nome curto, “Liga Árabe”. É preferível o uso da forma curta, Liga Árabe, ao de siglas como LEA. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;lone wolf&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; – Expressão usada em inglês para designar um terrorista que atua sozinho, sem filiação a uma organização. O equivalente recomendado em português é rato solitário (não “lobo”). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Luhansk&#039;&#039;&#039; – Para fins de padronização, usar a grafia Luhanks (e não Lugansk). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;madraça&#039;&#039;&#039; – Substantivo feminino: escola corânica. Usar nessa grafia, em substituição ao desusado “madraçal” e a grafias estrangeiras como “madrasa” ou “madrassa”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;magnicídio&#039;&#039;&#039; – Assassinato de uma alta autoridade (por exemplo, o chefe de Estado). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;mais bem, mais mal&#039;&#039;&#039; - Antes de particípio, use as formas &amp;quot;mais bem&amp;quot; e &amp;quot;mais mal&amp;quot;, em vez de &amp;quot;melhor&amp;quot; e &amp;quot;pior&amp;quot;. Exemplos: Ele considerou que isso seria mais bem assimilado (e não melhor assimilado). Essas posições precisam ser mais bem explicadas (e não melhor explicadas). Nos outros casos, use melhor e pior. Exemplo: Os representantes das empresas que trabalham com alimentos disseram que vão pensar na confecção de cartilhas para melhor orientar os funcionários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;mandado&#039;&#039;&#039; – De segurança, de prisão, de busca e apreensão, de injunção, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;mandato&#039;&#039;&#039; – De senador, de deputado, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mar&#039;&#039;&#039; – Quando faz parte do nome próprio, usa-se com inicial maiúscula: o Mar Morto, o Mar do Caribe, o Mar de Aral, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;massivo&#039;&#039;&#039; – Em português, o equivalente vernáculo é “maciço”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;mediar&#039;&#039;&#039; – Tem dois modelos de conjugação: o irregular, predominante em Portugal, é feito à semelhança de “odiar”: medeio, medeias, medeia: “Quem medeia a discussão agora à tarde?” No Brasil, usa-se sobretudo a forma regular: “O Brasil media as discussões.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;membra&#039;&#039;&#039; – Palavra existente e correta, como feminino de membro, para se referir a mulher que pertence a grupo ou organização. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mesa&#039;&#039;&#039; – Usa-se com inicial maiúscula quando é o nome de órgão deliberativo: “a Mesa Diretora do Senado Federal – mais comumente chamada simplesmente de ‘a Mesa’ – é instância...”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;microempresas&#039;&#039;&#039; – Nessa grafia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;micro e pequenas empresas&#039;&#039;&#039; – “Micro” permanece invariável: As micro e pequenas empresas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;milhão, milhões&#039;&#039;&#039; – São sempre masculinas. Duzentos milhões de pessoas (não duzentas milhões). Embora escrevam-se com “lh”, os derivados escrevem-se todos com “li”: milionésimo, milionário, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;missão&#039;&#039;&#039; – Em regra, com inicial minúscula: “os chefes de missões diplomática”; “uma missão diplomática”. Escreve-se com maiúscula quando forma parte de nome próprio: “a Missão Permanente do Brasil em Genebra”; “a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Moldávia&#039;&#039;&#039; – Nome de uma região da Europa, dividida entre a República da Romênia e a República da Moldova. A atual Moldova foi também chamada “Moldávia” quando, antes da independência, fazia parte da União Soviética. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Moldova&#039;&#039;&#039; – País europeu, cujo nome oficial é República da Moldova. Antes da independência, chama-se “República Socialista Soviética da Moldávia”. A língua oficial da Moldova é hoje o romeno; sua capital é Chișinău (pronunciada Kishinau) e o gentílico referente ao país é moldovo: a população moldova; os recursos moldovos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Montreal&#039;&#039;&#039; – Usar nessa grafia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;mudança(s) do clima&#039;&#039;&#039; – É a forma a ser usada, em lugar da antiga mudança(s) climática(s). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;nem&#039;&#039;&#039; – Conjunção aditiva que significa “e não”, “e tampouco”, dispensando, portanto, a conjunção e: “Não foram feitos reparos à proposta inicial, nem à nova versão do projeto.” “O instrumento de adesão à referida Convenção não foi aprovado nem depositado em Londres em tempo hábil.” Observe-se, porém, que a conjunção “e” pode preceder as locuções adverbiais nem mesmo, nem sequer e nem ao menos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;nesse país, nessa cidade, nessa capital&#039;&#039;&#039; – Referem-se ao local onde está o interlocutor, quando o interlocutor não está no mesmo local que o orador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;neste país, nesta cidade, nesta capital&#039;&#039;&#039; – Referem-se ao local onde está o orador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;no sentido de (que)&#039;&#039;&#039; – Evite o abuso que confere a essa locução uma função conjuntiva desprovida de sentido. Empregue também com vistas a, a fim de, com o fito (objetivo, intuito, fim) de, com a finalidade de, tendo em vista ou mira, tendo por fim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;nosso, nossa, nossos, nossas&#039;&#039;&#039; – Não use o possessivo da primeira pessoa do plural: nosso país, nossa embaixada, etc. Empregue o Brasil, a embaixada brasileira ou a embaixada do Brasil, o posto, a delegação do Brasil, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Nova York&#039;&#039;&#039; – Usar nessa grafia, tanto para a cidade quanto para o estado dos EUA. Gentílico: nova-iorquino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;num, numa&#039;&#039;&#039; – Contrações corretas de “em” + “um” e “em” + “uma”, tão gramaticais quanto “no”, “naqueles”, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;objetivar / ter por objetivo&#039;&#039;&#039; – Ter por objetivo pode ser alternado com pretender, ter por fim, ter em mira, ter como propósito, no intuito de, com o fito de. Objetivar significa antes “materializar”, “tornar objetivo” (objetivar ideias, planos, o abstrato). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;obrigado&#039;&#039;&#039; – O sentido original obrigaria a concordância – ao assinar uma mensagem em nome de uma assessoria, por exemplo, somente seria lícita, por essa lógica, a forma “(muito) obrigada”, e ao se redigir na primeira pessoa do plural, seria obrigatório o uso de “(muito) obrigados”. Mesmo na língua culta, porém, sempre foi comum, em ambos os casos, o uso oficial de “(muito) obrigado”, usado com valor interjetivo (como atesta Houaiss). Como, porém, persiste censura de uns a esse uso invariável, pode ser preferível o uso de formas verbais, como “(Muito) agradeço”, “Agradecemos (muitíssimo)”, “Com meus/nossos sinceros agradecimentos”, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;obsequiar, obséquio&#039;&#039;&#039; – Na pronúncia culta tradicional, o “s” tem o som de “z” (são da mesma família de “exéquias”). Em “subsídio” e “subsidiar”, porém, a pronúncia culta e tradicional do segundo “s” é com o som de “ss”: “subci-”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;observador permanente&#039;&#039;&#039; – Título do chefe de uma missão diplomática com status de observadora – em geral, junto a um organismo internacional (por exemplo: o chefe da missão diplomática da Palestina junto às Nações Unidas). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Oceano&#039;&#039;&#039; – Com inicial maiúscula, nos nomes de oceanos: o Oceano Atlântico; no Oceano Índico; do Oceano Pacífico; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;quot;o fato de o&amp;quot;, &amp;quot;de a&amp;quot;, &amp;quot;de ele&amp;quot;&#039;&#039;&#039; – O Acordo Ortográfico em vigor reafirma o preceito da gramática normativa que recomenda não ligar a preposição (por exemplo, “de”) a palavras que se lhe sigam, quando antecedidas de verbo no infinitivo: &amp;quot;O fato de o país ter crescido a taxas elevadas no período...&amp;quot;; &amp;quot;O fato de eles ainda não terem respondido à consulta...&amp;quot;; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Olimpíada, Olimpíadas&#039;&#039;&#039; – Como ensinam Aurélio e Houaiss (e como mostra o uso geral), os dois termos são sinônimos, e equivalem ainda a “jogos olímpicos”. Quando entendidos como nomes próprios, podem ser usados com maiúsculas: “as Olimpíadas de Pequim”, etc. Pode-se usar indistintamente, portanto: “as Olimpíadas do Rio”, “a Olimpíada do Rio” ou “os Jogos Olímpicos do Rio”, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;operacionalizar&#039;&#039;&#039; – Neologismo desnecessário. Prefira: fazer, executar, levar a cabo ou a efeito, pôr em obra, praticar, cumprir, desempenhar, produzir, efetuar, construir, compor, estabelecer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;operações de paz&#039;&#039;&#039; – O termo genérico “operações de paz” faz referência às operações de consolidação da paz (&#039;&#039;peacemaking&#039;&#039;), de manutenção da paz (&#039;&#039;peacekeeping&#039;&#039;) e de construção da paz (&#039;&#039;peacebuilding&#039;&#039;). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;opor veto&#039;&#039;&#039; – Vetar é opor veto. Apor é &#039;acrescentar&#039;. O veto é oposto, nunca aposto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;organismo internacional&#039;&#039;&#039; – É forma consagrada e correta, até mais usual (figura, por exemplo, na Constituição Federal) que “organização internacional”, para traduzir a expressão “international organization” (ou “organisation”). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;outrossim&#039;&#039;&#039; – Advérbio em desuso. Evite-o. Quando de fato cabível, substituir por “do mesmo modo” ou “igualmente”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;obedecer&#039;&#039;&#039; – Rege a preposição “a”: Obedecer a alguém ou a alguma coisa (obedecer-lhe). “As reformas obedeceram à lógica do programa de governo.” “É necessário que as autoridades constituídas obedeçam aos preceitos da Constituição.” “Todos lhe obedecem.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;pago ou pagado&#039;&#039;&#039; – Em construções em que o particípio do verbo “pagar” se liga diretamente aos verbos ser e estar, usa-se o particípio irregular: “foi pago”, “tinham sido pagas”. Em construções em que o particípio do verbo se liga aos verbos ter e haver, tanto o particípio regular (“pagado”) quanto o irregular (“pago”) são admitidos na norma culta: “Já tinham pago” ou “Já tinham pagado”; “havia pago” ou “havia pagado”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;PALOP&#039;&#039;&#039; – Sigla de “países africanos de língua oficial portuguesa”. Embora também se possa usar no singular, a sigla é tradicionalmente usada no plural, razão pela qual dispensa o “s” ou qualquer marcação do plural: “Angola e Moçambique são os dois maiores PALOP.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Paralimpíada, paralimpíadas&#039;&#039;&#039; – Nessa grafia, como “Jogos Paralímpicos” e “Comitê Paralímpico”. Pode ser usada indistintamente no plural ou no singular, com maiúscula ou minúscula (ver “olimpíada, olimpíadas”). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Paraty&#039;&#039;&#039; – Nessa grafia; o nome da cidade é Paraty; o gentílico, paratiense. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;parêntese&#039;&#039;&#039; – Usar nessa forma: um parêntese, os parênteses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;partidos políticos&#039;&#039;&#039; – A menos que se trate de um partido novo, as siglas de partidos políticos brasileiros não precisam vir acompanhadas do nome por extenso do partido. Imediatamente após a primeira menção a um político, porém, deve-se escrever, entre parênteses a sigla de seu partido, separada, com barra, da sigla de seu estado: “O senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB/SC).” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;peacekeepers&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; – Incluem militares, mas também policiais e civis. Dependendo do contexto, &#039;&#039;peacekeepers&#039;&#039; poderá ser traduzido por “capacetes azuis”, “forças de manutenção da paz”, “forças de paz”, “missão de paz”, “tropas de paz”, “pacificadores”, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;peço / rogo / solicito / muito agradeceria&#039;&#039;&#039; – Apenas nas notas diplomáticas é recomendado o uso das expressões “Tenho a honra de solicitar” ou “Tenho a honra de me dirigir a Vossa Excelência para solicitar.” Em qualquer outro caso, prefira a forma direta: peço, rogo, solicito ou muito agradeceria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;pedir&#039;&#039;&#039; – A regência tradicional é pedir a alguém alguma coisa (Pediu ao assessor o relatório da reunião) ou pedir a alguém que faça alguma coisa (Pediu aos interessados que procurassem a área competente). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;penalizar&#039;&#039;&#039; – Pode ser usado como sinônimo de “apenar”, “punir”, “castigar” (e “penalizado” como “punido”, etc.). Outrora condenado por puristas, esse sentido de penalizar já tem o respaldo de todos os bons dicionários. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;persona non grata&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; – Plural: &#039;&#039;personae non gratae&#039;&#039;. A Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas determina que “O Estado receptor poderá a qualquer momento, e sem ser obrigado a justificar a sua decisão, notificar ao Estado de origem que o chefe da missão ou qualquer membro do pessoal diplomático da missão é &#039;&#039;persona non grata&#039;&#039; ou que outro membro do pessoal da missão não é aceitável. O Estado de origem, conforme o caso, retirará a pessoa em questão ou dará por terminadas as suas funções na missão. Uma pessoa poderá ser declarada &#039;&#039;non grata&#039;&#039; ou não aceitável mesmo antes de chegar ao território do estado receptor.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;persuadir&#039;&#039;&#039; – Persuade-se alguém de alguma coisa (Persuadiram o cientista de que a experiência fracassara) ou se persuade alguém a alguma coisa (O interventor persuadiu os resistentes à rendição). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Petrobras&#039;&#039;&#039; – O nome da empresa não tem acento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Plenário&#039;&#039;&#039; - Para Plenário do Senado, da Câmara dos Deputados ou de outra instituição, recomenda-se o uso da inicial maiúscula, mesmo no plural. Exemplos: As quatro PECs voltarão a ser debatidas em Plenário. Com o acordo entre os integrantes da comissão, os parlamentares afirmaram que o texto terá votação rápida nos Plenários da Câmara e do Senado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;poder, poderes&#039;&#039;&#039; – Não há razão para o uso de maiúsculas: “O poder legislativo”, “os poderes executivo e judiciário”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;polaco e polonês&#039;&#039;&#039; – Formas sinônimas; ambas podem ser usadas. “Polaco” é a forma tradicional e é a única usada nos países de língua espanhola, em Portugal e nos demais países lusófonos como gentílico de Polônia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Port of Spain&#039;&#039;&#039; – Capital de Trinidad e Tobago. Usar nessa grafia, sem hifens. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;posto&#039;&#039;&#039; – Em regra, com inicial minúscula: “o chefe do posto”; “os postos do Brasil no exterior”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;poupar&#039;&#039;&#039; – No sentido de “fazer que não despenda”, é transitivo direto ou bitransitivo (poupar a alguém alguma coisa): Poupou despesas (aos pais). Poupou trabalho (aos médicos). No sentido de “proteger(-se) [de algo penoso]”, é bitransitivo e pronominal, poupar-se de algo ou alguma coisa: Poupou os idosos de desgostos. Poupei-me desses problemas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;precisar&#039;&#039;&#039; – É transitivo indireto: quem precisa, precisa de alguma coisa. Com verbos no infinitivo, a preposição pode ser dispensada: precisamos agir com rapidez. Não é errada, porém, sua manutenção: precisamos de agir com rapidez. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;presidenta&#039;&#039;&#039; – O feminino flexionado “presidenta” é forma tradicional, registrada em dicionários e gramáticas desde 1812 (como “infanta”, “parenta”, etc.). Posteriormente, a partir de meados do século XX, passou-se a admitir também “presidente” como comum de dois gêneros (“a presidente”). As duas formas são consideradas corretas e equivalentes por todos os gramáticos e dicionaristas contemporâneos. Em casos de dúvida, use-se a forma usada pela própria pessoa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;preferir&#039;&#039;&#039; – A regência culta tradicional admite apenas a preposição “a”: preferir uma coisa a outra. Vale o mesmo para o adjetivo preferível: “Isto é preferível àquilo.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Primeira-secretária, segundo-secretário, terceiros-secretários&#039;&#039;&#039; – Evite 1a Secretária, 2o-Secretário; use sempre por extenso: primeira-secretária, segundo-secretário (no plural: primeiros-secretários, terceiras-secretários). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;PROSUL&#039;&#039;&#039; - Foro para o Progresso e Desenvolvimento da América do Sul, lançado na reunião de presidentes sul-americanos de Santiago do Chile, em 22 de março de 2019. Portanto, diferentemente da UNASUL, usar &amp;quot;o&amp;quot; PROSUL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Punjab&#039;&#039;&#039; – Usar nessa grafia. O gentílico é punjabi. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Quebec&#039;&#039;&#039; – Usar nessa grafia. A província se chama simplesmente “Quebec”; quando se fala, portanto, sobre “a província do Quebec”, a palavra “província” dispensa a inicial maiúscula. Já a cidade de mesmo nome chama-se, oficialmente, “Cidade de Quebec”; por essa razão, a primeira palavra do nome (“Cidade”) deve vir sempre em maiúscula. Note-se que a cidade é “de” Quebec, mas a província admite o artigo (masculino): o Quebec, no Quebec, do Quebec. Gentílico em português: quebequense. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ratificação&#039;&#039;&#039; – Quem ratifica (ou não) um acordo, decreto, tratado, etc. é o poder executivo, e não o poder legislativo. Este pode aprovar (ou não) o texto do acordo, mas, após a aprovação parlamentar, cabe ainda, no Brasil, ao presidente da República decidir se ratifica ou não o compromisso, podendo decidir não o fazer mesmo após tê-lo assinado e obtido a aprovação pelo Congresso Nacional (que apenas pode autorizar o poder executivo a proceder à ratificação, mas não obrigá-lo a fazê-lo). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;rato solitário&#039;&#039;&#039; – Adaptação recomendada ao português da expressão &#039;&#039;lone wolf&#039;&#039;, que se refere ao terrorista que atua sozinho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;reda(c)tar&#039;&#039;&#039; – Não existe em português nem “redactar” nem “redatar” com o sentido de redigir, escrever; seu uso é erro causado por influência do espanhol. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Recife&#039;&#039;&#039; – O nome da cidade brasileira leva oficialmente o artigo definido: Prefeitura do Recife; Câmara Municipal do Recife; governo do Recife. No caso de cidades brasileiras, portuguesas e de demais países lusófonos, segue-se o uso oficial feito pelo governo local: assim, a quase totalidade dos nomes de cidades não admite artigo; entre as poucas exceções, levam artigo definido: o Recife, o Rio de Janeiro, o Porto, o Crato. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;recorde&#039;&#039;&#039; – Usar nessa grafia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;relativo a&#039;&#039;&#039; – Para evitar a repetição, pode-se empregar também: referente a, concernente a, tocante a, atinente a, pertencente a, que diz respeito a, que trata de. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;renunciar&#039;&#039;&#039; – Modernamente, usa-se como transitivo indireto, sempre com a preposição “a”: “Renunciarei à chefia da divisão.” “Renunciou ao cargo de presidente da comissão.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;responder&#039;&#039;&#039; – Rege a preposição “a”: “responder a uma mensagem” (não “responder uma mensagem”); “responder a este telegrama”; “responder à consulta”; “responder ao chefe”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;risco de vida / risco de morte&#039;&#039;&#039; – Ambas as expressões são legítimas e podem ser usadas como sinônimas de “risco de morrer”, “risco de perder a vida”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;rupia&#039;&#039;&#039; – A moeda da Índia e de vários outros países é a rupia (sílaba tônica: pí), não rúpia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;saarauí, saarauís&#039;&#039;&#039; – Gentílico do Saara Ocidental (antigo Saara Espanhol, atualmente reivindicado pelo Marrocos e pela autoproclamada “República Árabe Saarauí Democrática”). Usar nessa forma, oxítona, com o “i” tônico dos gentílicos de origem árabe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;site&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; – Redução de &#039;&#039;website&#039;&#039;. Na redação oficial, há alternativas preferíveis como “página”, “endereço”, “portal” ou “sítio”, que podem ser seguidos ou não de determinante (“eletrônico”, “virtual”, “na Internet”, “da Internet”), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;salvo melhor juízo&#039;&#039;&#039; – Cacoete da linguagem jurídica, desnecessário no ambiente diplomático. Toda opinião submetida a chefias pode, naturalmente, ser contraditada. São dispensáveis essa expressão, sua sigla (s.m.j.) e todas as outras fórmulas de mesmo sentido, que nada acrescentam ao texto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;sámi&#039;&#039;&#039; – Usar essa forma para se referir ao povo lapão, originário da Finlândia e de partes da Suécia, da Noruega e da Rússia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Santo Domingo&#039;&#039;&#039; – Capital da República Dominicana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;“se” como indeterminador do sujeito&#039;&#039;&#039; – Quando usado como indeterminador do sujeito, o pronome “se” mantém-se no singular: “Na Grécia antiga adorava-se a vários deuses”, “Precisa-se de funcionários”, “Lá, vive-se bem, mas não se é feliz”, “Pela primeira vez, ouviu-se críticas ao novo chefe”, “Nunca se viu tantos títulos latino-americanos nas livrarias brasileiras”, “Não se deu ouvidos às queixas”, “Mesmo nos clássicos já se vê exemplos desse tipo”, “Constatada a existência de erros, fez-se alterações pontuais no texto”. &lt;br /&gt;
Apenas com verbos transitivos diretos é possível empregar o “se” não como indeterminador, mas como apassivador, o que permite conjugações como: “Ouviram-se críticas”, “Nunca se viram tantos títulos”, “Não se deram ouvidos”, “Já se veem exemplos”, “Fizeram-se alterações”. Tanto as construções com “se” apassivador quanto aquelas com “se” indeterminador (“ouviu-se críticas” ou “ouviram-se críticas”, “fez-se alterações” ou “fizeram-se alterações”, etc.) têm emprego na norma culta – redação oficial, literária, jornalística, etc. – tanto histórica quanto atualmente, em todos os países lusófonos, e são abonadas por gramáticos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sri Lanka&#039;&#039;&#039; – Gentílico: srilankês. A forma “cingalês” faz referência apenas à etnia majoritária no país e à sua língua, não sendo sinônima de “srilankês”, que se refere a todo o país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;statu quo&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; – A grafia correta é essa (e não &#039;&#039;status quo&#039;&#039;). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;“sub-“&#039;&#039;&#039; – Liga-se sem hífen: subchefe, subchefia, subsecretário-geral, subdesenvolvimento, subsaariano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;subsidiar, subsídio&#039;&#039;&#039; – Na pronúncia culta tradicional, o segundo “s” tem som de “ss”, e não de “z” (como em subsolo, subsaariana, subsecretário). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;sultão&#039;&#039;&#039; – O feminino, irregular, é sultana. O plural mais usual é sultões. Sumatra – Usar nessa forma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;tedeum&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; – Adaptação à língua espanhola da locução latina &#039;&#039;Te Deum&#039;&#039;, que designa uma cerimônia religiosa (por exemplo, uma missa) em que se dá graças. Em países hispânicos, é comum a realização de um &#039;&#039;tedeum&#039;&#039;&amp;quot; entre as cerimônias oficiais da posse de um novo presidente. Como estrangeirismo, deve ser grafado em itálico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ter a ver / ter que ver&#039;&#039;&#039; – Ambas as expressões são corretas e podem ser usadas com o sentido de “ter relação com”, “estar relacionado com”, “dizer respeito a”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ter de / ter que&#039;&#039;&#039; – Ambas as construções existem e são admitidas na norma culta: pode-se dizer indiferentemente &#039;&#039;temos de&#039;&#039; enfrentar o problema ou &#039;&#039;temos que&#039;&#039; enfrentar o problema (a antiga diferenciação de sentido entre as duas formas não mais existe). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ter pago ou pagado, aceito ou aceitado, ganho ou ganhado&#039;&#039;&#039; – Não é verdade que apenas as formas regulares (ou longas) de particípios (como aceitado, pagado, gastado e ganhado) possam ser usadas com os verbos ter e haver, assim como tampouco procede que apenas as formas irregulares (curtas) estejam corretas. Ambas as formas de construção ocorrem e são corretas na linguagem culta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Timor-Leste&#039;&#039;&#039; – Por se tratar de país que também usa oficialmente a língua portuguesa, é essencial o uso correto, em documentos oficiais, do nome do país em português: escreve-se sempre com hífen e sem artigo definido: diga-se – e escreva-se – “em Timor-Leste” (não ‘no’); “de Timor-Leste” (não ‘do’); “a Timor-Leste” (não ‘ao’), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;tratar-se de&#039;&#039;&#039; – É sempre usado com sujeito indeterminado e, portanto, invariável: “Trata-se aqui dos adidos”. É incorreto seu uso com sujeito: “*Um adido trata-se de um funcionário que...” ou qualquer flexão: “Como se tratam de propostas que precisam ser aprovadas pelo Congresso” (o correto é: “Como se trata de propostas que precisam...”).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;trema&#039;&#039;&#039; – Atualmente só deve ser usado, em português, na grafia de nomes próprios estrangeiros e de seus derivados: Müller e mülleriano, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;tútsi&#039;&#039;&#039; – Palavra paroxítona. Invariável no feminino (“a cultura tútsi”). O plural é  regular: “os tútsis”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;UNASUL&#039;&#039;&#039; – União de Nações Sul-Americanas. No dia 15 de abril de 2019, o governo brasileiro denunciou o Tratado Constitutivo da UNASUL, formalizando sua saída da organização. A decisão foi comunicada oficialmente ao governo do Equador, país depositário do acordo, e surtiu efeitos seis meses após. Vários outros países sul-americanos também deixaram a UNASUL e, com o Brasil, lançaram o PROSUL (ver acima).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;UNESCO&#039;&#039;&#039; – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Mesmo em português, usa-se a sigla em inglês, UNESCO. Por ser um acrônimo longo, de uso frequente e de conhecimento generalizado, pode ser escrito com apenas maiúscula inicial: “As discussões no âmbito da Unesco (...)”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;sobressair&#039;&#039;&#039; – No sentido de “distinguir-se”, pode ser usado não pronominalmente: &amp;quot;Seu estilo sobressai em meio aos dos demais.&amp;quot; &amp;quot;O edifício sobressaía no horizonte.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;solicitar&#039;&#039;&#039; – No sentido de “rogar”, “pedir”, é bitransitivo: solicitar algo a alguém (ou de alguém). Solicitou o suplemento literário a seu amigo. Solicitou a atenção de todos os presentes. O complemento direto é a coisa solicitada; o complemento indireto, a pessoa a quem se solicita. Por essa razão, são incorretas construções como “*alguém foi solicitado a fazer algo”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;suceder&#039;&#039;&#039; – Na acepção de “vir depois”, “substituir”, pede objeto indireto: “O filho sucederá ao pai na chefia da empresa. Nunca conheci o diplomata a quem sucedi nesta função.” Pede igualmente objeto indireto no sentido de “acontecer (algo a alguém)”: “Nunca mais o vi; o que lhe terá sucedido?”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;todo, todo o&#039;&#039;&#039; – A diferenciação que modernamente se tentou criar entre as duas formas não existe na gramática tradicional, não tem respaldo na história nem nos usos da língua, como já observavam Said Ali e Ruy Barbosa: “Todo o ato lícito que vise a resguardar, transferir, modificar ou extinguir direitos é um ato jurídico” ou “Todo ato lícito que...”, indiferentemente; “todo o mundo” ou “todo mundo”, etc. No plural, o artigo é de rigor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;tratar-se de&#039;&#039;&#039; – É sempre usado com sujeito indeterminado e, portanto, invariável: “Trata-se aqui dos adidos.” É incorreto seu uso com sujeito: “Um adido trata-se de um funcionário que...” ou qualquer flexão: “Como se tratam de propostas que precisam ser aprovadas pelo Congresso” (o correto é: “Como se trata de propostas que precisam...”). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;travesti&#039;&#039;&#039; – A concordância gramatical de gênero faz-se conforma a autoidentificação: “Duas travestis que visitam a cidade foram detidas pela polícia por vestirem-se como mulheres, o que é crime no país. Ambas aguardam em liberdade o julgamento.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Ufá&#039;&#039;&#039; – Cidade na Rússia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;UNRWA&#039;&#039;&#039; – Sempre, na primeira menção à agência, usar o nome completo, acompanhado da sigla, indicando tratar-se de sigla em inglês: “A Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA, na sigla em inglês)”. Nas menções seguintes, pode-se usar apenas a sigla (“A UNRWA...”). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;veredito / veredicto&#039;&#039;&#039; – Ambas as escritas (e pronúncias) são admitidas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;viger&#039;&#039;&#039; – Significa vigorar, ter vigor, ser válido. Seu gerúndio, regular, é “vigendo”. A portaria vige. A lei tributária vigente naquele ano. Não é verbo defectivo – pode ser conjugado, portanto, em todas as pessoas e tempos. É um verbo regular, com a vogal “e” (e não “i”) na terminação de suas conjugações: &amp;quot;O decreto continua vigendo.&amp;quot; &amp;quot;Aquelas regras vigeram no país até 2009.&amp;quot; &amp;quot;A lei tributária vigente naquele ano.&amp;quot; Não existe ‘vigir’. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;visar&#039;&#039;&#039; – É transitivo direto no sentido de validar, autenticar um documento. Exemplo: “Visou uma minuta”; “visou o passaporte”. Com o sentido de “objetivar”, a regência formal é transitiva indireta, com a preposição a: “O projeto visa ao estabelecimento de uma nova ética social.” “As providências visavam ao interesse das classes desfavorecidas.” Ante verbos no infinitivo, a preposição é dispensável: “Visavam (a) reunir o maior número de países do continente.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;vir a&#039;&#039;&#039; – A preposição usual é “a” (vir ao Brasil), embora, como com “chegar” e “ir”, também ocorra modernamente com a preposição “em”: Ele nunca tinha vindo aqui em casa. Quando ao verbo “vir” se segue outro verbo, a preposição “a” é de rigor entre os dois verbos: &amp;quot;Isso poderia vir a prejudicar as relações bilaterais.&amp;quot; É preferível, porém, a supressão da locução, quando nada acrescente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;vultoso&#039;&#039;&#039; – Sinônimo de “volumoso” ou “de vulto”, “importante”, não tem “u”: um vultoso poeta; vultosas quantias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Waziristão&#039;&#039;&#039; – Usar nessa grafia. Gentílico: waziristanês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Westfália&#039;&#039;&#039; – Nessa grafia em português. Gentílico: westfaliano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;xador&#039;&#039;&#039; – Peça de vestuário feminino usada sobretudo no Irã; escreve-se com o “x”, obrigatório nas palavras aportuguesadas de origem árabe ou persa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;xaria&#039;&#039;&#039; – O direito islâmico; a lei islâmica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;xeique&#039;&#039;&#039; – Usar nessa forma – e não xeque (hoje desusado com esse sentido) nem *sheikh. O feminino é xeica: Na ocasião, foi recebida pela xeica do Catar, Mozah Bin Nasser Al-Thani. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;xerpa&#039;&#039;&#039; – Povo tibetano com tradição na função de guias; também se chama xerpa ao enviado / emissário / representante de um chefe de Estado ou de governo nas reuniões preparatórias de um evento de cúpula. Em português, usar nessa grafia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Yalta&#039;&#039;&#039; – Nessa grafia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;zero&#039;&#039;&#039; – A forma tradicional usada em Portugal e nos demais países lusófonos, assim como em inglês e em espanhol e empregada de forma natural pelos falantes brasileiros, é a quem mantém o substantivo no plural: “zero graus”, “zero reais”, “zero euros” (em inglês, corretamente: &#039;&#039;zero degrees&#039;&#039; e &#039;&#039;zero dollars&#039;&#039;; em espanhol, &#039;&#039;cero grados&#039;&#039; e &#039;&#039;cero pesos/euros&#039;&#039;; em Portugal e nos demais países lusófonos: zero graus, zero euros/escudos/reais/etc.).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;zika&#039;&#039;&#039; – Os nomes de doenças escrevem-se, em português, com inicial minúscula: a gripe, a cólera, o ebola, a zika. O vírus chama-se vírus da zika, vírus zika ou, simplesmente, o zika. Não usar a construção invertida, inglesa, &#039;&#039;Zika virus&#039;&#039;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Zimbábue&#039;&#039;&#039; – Como gentílico, use-se zimbabueano, forma usada nos países africanos lusófonos.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Uso_de_it%C3%A1lico&amp;diff=588</id>
		<title>Uso de itálico</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Uso_de_it%C3%A1lico&amp;diff=588"/>
		<updated>2020-06-12T14:38:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emprega-se itálico em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;a) títulos de publicações (livros, revistas, jornais, periódicos, etc.) ou títulos de congressos, conferências, &#039;&#039;slogans&#039;&#039;, lemas sem o uso de aspas (com inicial maiúscula em todas as palavras, exceto nas de ligação)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos:&lt;br /&gt;
: Foi publicada a nova edição da &#039;&#039;Moderna Gramática Portuguesa&#039;&#039;, de Evanildo Bechara.&lt;br /&gt;
: O documento foi aprovado na &#039;&#039;II Conferência Mundial para Pessoas com Deficiência&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por extensão, deve-se usar itálico em títulos de produções artísticas, literárias, técnicas e científicas: livro, filme, peça de teatro, tese, estudo, relatório, pesquisa, disco, música, show, exposição, obra de arte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, capítulos de livros, artigos, reportagens e retrancas de jornais e revistas devem ser escritos em redondo, com apenas a primeira inicial maiúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;b) palavras e as expressões em latim ou em outras línguas estrangeiras não incorporadas ao uso comum na língua portuguesa ou não aportuguesadas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos:&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Détente&#039;&#039;, &#039;&#039;mutatis mutandis&#039;&#039;, &#039;&#039;e-mail&#039;&#039;, &#039;&#039;show&#039;&#039;, &#039;&#039;check-in&#039;&#039;, &#039;&#039;caput&#039;&#039;, &#039;&#039;réveillon&#039;&#039;, &#039;&#039;site&#039;&#039;, &#039;&#039;status&#039;&#039;, &#039;&#039;print&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Atenção:&#039;&#039;&#039; Em palavras estrangeiras ou de formação híbrida de uso comum ou aportuguesadas, não há necessidade de destaque, como, por exemplo: currículo, déficit, Internet, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para mais detalhes, ver o verbete &amp;quot;Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos&amp;quot;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Top%C3%B4nimos_e_gent%C3%ADlicos&amp;diff=587</id>
		<title>Topônimos e gentílicos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Top%C3%B4nimos_e_gent%C3%ADlicos&amp;diff=587"/>
		<updated>2020-06-12T14:36:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diversos são os sufixos de que dispõe a língua portuguesa para a formação dos substantivos e adjetivos gentílicos. São exemplos: “–ano” (como em, por exemplo, “moçambicano”), “–ão” (como em “afegão”), “–enho” (“panamenho”), “–ense” (“singapurense”), “–ês” (“neozelandês”), “–ino” (“argentino”), “–ita”(“iemenita”), “–ol” (“mongol”), “–ota” (“cipriota”).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, é comum que a um mesmo topônimo correspondam em português múltiplas formas gentílicas dicionarizadas. Para a República do Mali, por exemplo, dicionários registram como válidas as formas “malinês”, “malinense”, “malense”, “malês” e “maliano” – sendo esta última, porém, praticamente a única com efetivo uso corrente. A abundância de formas constantes de vocabulários e dicionários não implica a existência do mesmo número de formas em uso prático e corrente. A rigor, independentemente dos registros, uma única forma acaba por consolidar-se no uso geral da língua – o mesmo processo, aliás, pelo qual passou o gentílico “brasileiro”, antes de suplantar as até hoje registradas “brasilense”, “brasiliense”, “brasiliano”, “brasílico”, “brasilíada”, “brasílio” e “brasil”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste trabalho de consolidação, procurou-se apresentar uma lista de viés pragmático, que indica, em vez de todas as formas existentes, apenas uma forma recomendável (com algumas poucas exceções), com base no número de registros em enciclopédias, dicionários e vocabulários brasileiros e de demais países lusófonos, no uso em meios de comunicação e organismos internacionais. Em relação aos gentílicos apresentados para países africanos, foi dada preferência às formas amplamente usadas nos países lusófonos africanos, mesmo quando divergiam das formas preferidas por dicionaristas brasileiros e portugueses (é o caso, por exemplo, de “burundês”, praticamente a única forma usada nos países lusófonos africanos, onde de fato se escreve com frequência sobre o Burundi, mas ignorada por vocabulários brasileiros e portugueses, que trazem, porém, numerosas formas de limitado uso, como *burundiano, *burundinês e *burúndio).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Topônimos e gentílicos do Brasil e dos demais países de língua portuguesa&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Comitê de Nomes Geográficos (CNGEO), que integra a Comissão Nacional de Cartografia (CONCAR), tem por função promover a padronização de nomes geográficos dentro do território da República Federativa do Brasil, assim como dos nomes estrangeiros que serão inseridos em produtos cartográficos nacionais.&lt;br /&gt;
Em cooperação com outras instituições federais, governos estaduais ou municipais, promove ações objetivando a revisão de nomes para posterior padronização. Cabe ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) manter um Banco de Nomes Geográficos do Brasil (BNGB) que pode ser consultado na página daquele instituto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para topônimos e gentílicos de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, dever-se-á seguir o uso oficialmente feito nos próprios países – sirva de exemplo Kwanza, nome de rio de Angola, de duas províncias do país (Kwanza Norte e Kwanza Sul) e da moeda do país (nesse caso, com minúscula, como os demais nomes de moedas: As transações poderão ser feitas em escudos, euros, francos, kwanzas, meticais ou reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Guiné-Bissau e Timor-Leste mantiveram os hifens em seus nomes, tendo sido exceções admitidas à regra do Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa sobre&lt;br /&gt;
limitação do uso do hífen a casos especiais de topônimos compostos (“os iniciados pelo adjetivo grã, grão, ou por forma verbal, ou cujos elementos estejam ligados por artigo”) e consequente abolição nos demais casos, como Antígua e Barbuda, Papua Nova Guiné, São Vicente e Granadinas, etc. Também o emprego ou não de artigo definido com nomes de cidades, estados e países lusófonos deverá seguir o uso oficial local. Nos casos de países, portanto, usam-se, com artigo, os nomes do Brasil, da Guiné-Bissau e da Guiné Equatorial; e, sem artigo, Angola, Cabo Verde, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste (“em Timor-Leste”, “de Timor-Leste”, não “do”, “no”).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos estados brasileiros, usam-se com artigo definido: o Acre, o Amapá, o Amazonas, a Bahia, o Ceará, o Espírito Santo, o Maranhão, o Pará, a Paraíba, o Paraná, o Piauí, o Rio de Janeiro, o Rio Grande do Norte, o Rio Grande do Sul, o Tocantins. Usam-se sem artigo: Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width: 100%; text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ style=&amp;quot;font-style: italic;&amp;quot;|&#039;&#039;&#039;Lista de topônimos e gentílicos em português&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!  Forma breve !!  Nome oficial !!  Capital !!  Gentílico !!  Nota&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Afeganistão ||  a República Islâmica do Afeganistão ||  Cabul (Kabul) ||  afegão ||  1&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a África do Sul || a República da África do Sul || Pretória (Tshwane), Cidade do Cabo (Cape Town), Bloemfontein || sul-africano || 2&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Albânia || a República da Albânia || Tirana || albanês || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Alemanha || a República Federal da Alemanha || Berlim (Berlin) || alemão || 3&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Andorra || o Principado de Andorra || Andorra-a-Velha || andorrano || &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Angola || a República de Angola || Luanda || angolano || 4&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Antígua e Barbuda || Antígua e Barbuda || Saint John&#039;s || antiguano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Arábia Saudita || o Reino da Arábia Saudita || Riade (Riyadh) || saudita || 5&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Argélia || a República Argelina Democrática e Popular || Argel (Algiers) || argelino || 6&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Argentina || a República Argentina || Buenos Aires || argentino || 7&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Armênia || a República da Armênia || Ierevan || armênio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Austrália || a Comunidade da Austrália || Camberra || australiano || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Áustria || a República da Áustria || Viena (Wien) || austríaco ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Azerbaijão || a República do Azerbaijão || Baku || azerbaijano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| (as) Bahamas || a Comunidade das Bahamas || Nassau || bahamense ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Bangladesh || a República Popular do Bangladesh || Daca (Dhaka) ||bangladês, bangladense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Barbados || Barbados || Bridgetown || barbadiano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Bahrein || o Reino do Bahrein || Manama || bahreinita ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Bélgica || o Reino da Bélgica || Bruxelas || belga ||8&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Belize || Belize || Belmopan || belizenho ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Benim || a República do Benim || Porto Novo (Porto-Novo), Cotonou [pronúncia: Cotonú] || beninês || 9&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Belarus || a República da Belarus || Minsk || belarusso || 10&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|a Bolívia || o Estado Plurinacional da Bolívia || La Paz, Sucre || boliviano || 11&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Bósnia || a Bósnia e Herzegovina || Sarajevo || bósnio ||  12&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Botsuana || a República do Botsuana || Gaborone || botsuanês ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Brasil || a República Federativa do Brasil || Brasília || brasileiro ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Brunei || o Estado do Brunei Darussalam || Bandar Seri Begawan || bruneíno ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Bulgária ||  a República da Bulgária || Sófia || búlgaro ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Burkina Faso || o Burkina Faso || Uagadugu (Ouagadougou) ||burkineonse, burkinabé ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Burundi || a República do Burundi [pronúncia: Burúndi] || Bujumbura || burundês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Butão || o Reino do Butão || Thimphu [pronúncia: Timpú] || butanês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Cabo Verde || a República de Cabo Verde || Praia || cabo-verdiano || 13&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Cameroun (Camarões) || a República do Cameroun (Camarões) (pronúncia: Camerún) || Iaundê || camerounês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Camboja || o Reino do Camboja || Phnom Penh [pronúncia: Pnom -] || cambojano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Catar || o Estado do Catar || Doha || catariano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Canadá || o Canadá || Ottawa || canadense || 14&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Cazaquistão || a República do Cazaquistão || Nursultan (até 20/03/2019, Astana) || cazaque ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Chade || a República do Chade || N&#039;Djamena || chadiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Chile || a República do Chile || Santiago || chileno || 15&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a China || a República Popular da China || Pequim (Beijing) || chinês || 16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Chipre || a República de Chipre || Nicósia || cipriota || 17&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Colômbia || a República da Colômbia || Bogotá || colombiano || 18&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| (as) Comores || a União das Comores || Moroni || comoriano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a República do Congo, o Congo Brazzaville || a República do Congo || Brazzaville || congolês || 19&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Congo Kinshasa, a RDC || a República Democrática do Congo || Kinshasa || congolês || 19&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Coreia do Sul || a República da Coreia || Seul (Seoul) || sul-coreano || 20&lt;br /&gt;
|-  &lt;br /&gt;
| a Coreia do Norte || a República Popular Democrática da Coreia || Pyongyang || norte-coreano || 20&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Costa do Marfim, a Côte d&#039;Ivoire || a República da Côte d&#039;Ivoire (Costa do Marfim) || Yamoussoukro, Abidjã || costa-marfinense, marfinense || 21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Costa Rica || a República da Costa Rica || São José || costa-ricense || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Croácia || a República da Croácia || Zagreb || croata ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Cuba || a República de Cuba || Havana (La Habana) || cubano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Dinamarca || o Reino da Dinamarca || Copenhague (København) || dinamarquês || 22&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Djibouti || a República do Djibouti || Djibouti [pronúncia: Djibutí ] || djiboutiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Dominica || a Comunidade da Dominica || Roseau [pronúncia: Rozô ] || dominiquense ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Egito || a República Árabe do Egito || Cairo || egípcio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| El Salvador || a República de El Salvador || São Salvador || salvadorenho ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| os Emirados Árabes || os Emirados Árabes Unidos || Abu Dhabi || emiradense, emirático ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Equador || a República do Equador || Quito || equatoriano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Eritreia || o Estado da Eritreia || Asmara || eritreu || &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Eslováquia || a República Eslovaca || Bratislava || eslovaco ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Eslovênia || a República da Eslovênia || Liubliana (Ljubljana) || esloveno ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Espanha || o Reino da Espanha || Madri (Madrid) || espanhol ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| os Estados Unidos, os EUA || os Estados Unidos da América || Washington || estadunidense, (norte-)americano || 23 &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Estônia || a República da Estônia || Talin || estoniano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Etiópia || a República Democrática Federal da Etiópia || Adis Abeba (Addis Ababa) || etíope || 24&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Fiji || a República de Fiji || Suva || fijiano || &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| as Filipinas || a República das Filipinas || Manila || filipino || 25&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Finlândia || a República da Finlândia || Helsinque || finlandês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a França || a República Francesa || Paris || francês || 26 ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Gabão || a República Gabonesa || Libreville || gabonês ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Gâmbia || a República da Gâmbia || Banjul || gambiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| (o) Gana || a República de Gana  || Acra (Accra) || ganês ou ganense || 27&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Geórgia || a Geórgia || Tbilisi || georgiano || 28&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Granada || Granada || Saint George&#039;s || granadino ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Grécia || a República Helênica || Atenas || grego ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Guatemala || a República da Guatemala || Cidade da Guatemala || guatemalteco || 29&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Guiana || a República Cooperativa da Guiana || Georgetown || guianês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Guiné, a Guiné Conacri ou a República da Guiné || a República da Guiné || Conacri || guineense || 30&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Guiné-Bissau || a República da Guiné-Bissau || Bissau || guineense, bissau-guineense || 30&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Guiné Equatorial || a República da Guiné Equatorial || Malabo || equato-guineense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Haiti || a República do Haiti || Porto Príncipe (Port-au-Prince) || haitiano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Honduras || a República de Honduras || Tegucigalpa || hondurenho || 31 &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Hungria || a Hungria || Budapeste (Budapest) || húngaro || 32&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Iêmen || a República do Iêmen || Sanaa || iemenita ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| as Ilhas Cook || as Ilhas Cook || Avarua || cookiano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| as Ilhas Marshall || a República das Ilhas Marshall || Majuro || marshallês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| as Ilhas Salomão || as Ilhas Salomão || Honiara || salomonense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Índia || a República da Índia || Nova Delhi || indiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Indonésia || a República da Indonésia || Jacarta (Jakarta) || indonésio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Irã  || a República Islâmica do Irã || Teerã (Tehran) || iraniano || 33&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Iraque || a República do Iraque || Bagdá (Baghdad) || iraquiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Irlanda || a Irlanda || Dublin || irlandês ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Islândia || a Islândia || Reiquiavique || islandês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Israel || o Estado de Israel || israelense || 34 &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|- a Itália || a República Italiana || Roma || italiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Jamaica || a Jamaica || Kingston || jamaicano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Japão || o Japão || Tóquio (Tokyo) || japonês || 35&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Jordânia || o Reino Haxemita da Jordânia || Amã (Amman) || jordaniano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Kiribati || a República do Kiribati || Tarawa || kiribatiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Kuwait || o Estado do Kuwait || Cidade do Kuwait || kuwaitiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Laos || a República Democrática Popular do Laos || Vientiane || laosiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Lesoto || o Reino do Lesoto || Maseru || lesotiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Letônia || a República da Letônia || Riga || letão ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Líbano || a República Libanesa || Beirute (Beirut) || libanês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Libéria || a República da Libéria || Monróvia || liberiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Líbia  || a Líbia || Trípoli || líbio || 36&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| (o) Liechtenstein ||  o Principado de Liechtenstein || Vaduz || liechtensteiniano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Lituânia || a República da Lituânia || Vilnius || lituano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| (o) Luxemburgo || o Grão-Ducado de Luxemburgo || Luxemburgo || luxemburguês ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Macedônia || a República da Macedônia || Skopje [pronúncia: Skópie] || macedônio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Madagascar || a República do Madagascar || Antananarivo || madagascarense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Malásia || a Malásia || Kuala Lumpur || malásio&amp;lt;sup&amp;gt;37&amp;lt;sup&amp;gt; || 38&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Malawi || a República do Malawi [pronúncia: Maláui] || Lilongwe || malawiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| as Maldivas || a República das Maldivas || Malé || maldivo ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Mali || a República do Mali || Bamako || maliano || 39&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Malta || a República de Malta || Valletta || maltês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Marrocos || o Reino do Marrocos || Rabat || marroquino ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Maurício || a República de Maurício || Port Louis || mauriciano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Mauritânia || a República Islâmica da Mauritânia || Nouakchott || mauritano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o México  || os Estados Unidos Mexicanos || Cidade do México || mexicano || 40&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| (o) Myanmar || a República da União de Myanmar || Nay Pyi Taw [pronúncia: Nê Pii Dó], Yangon || myanmarense || 41&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Micronésia || os Estados Federados da Micronésia || Palikir || micronésio ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Moçambique || a República de Moçambique || Maputo || moçambicano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Moldova || a República da Moldova || Chisinau [pronúncia: Kishinau] || moldovo || 42&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Mônaco || o Principado de Mônaco || Mônaco || monegasco ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Mongólia || a Mongólia || Ulan Bator [tônica: -bá-] || mongol ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Montenegro || Montenegro || Podgorica [pronúncia: Podgoritza] || montenegrino || 43 &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Namíbia || a República da Namíbia || Windhoek [pronúncia: Vindúk] || namibiano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Nauru || a República de Nauru || Yaren || nauruano || 44&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Nepal || a República Democrática Federal do Nepal || Katmandu || nepalês || &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Nicarágua || a República da Nicarágua || Manágua || nicaraguense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Níger || a República do Níger || Niamey || nigerino ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Nigéria || a República Federal da Nigéria || Abuja || nigeriano || 45&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Niue || Niue || Alofi || niuiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Noruega || o Reino da Noruega || Oslo || norueguês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Nova Zelândia || a Nova Zelândia || Wellington || neozelandês || 46&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Omã || o Sultanato de Omã || Mascate || omani ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| os Países Baixos ||  o Reino dos Países Baixos || Amsterdã, Haia (Den Haag) || neerlandês || 47&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Palau || a República de Palau || Melekeok || palauano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Palestina || o Estado da Palestina || Jerusalém Leste || palestino || 48&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Panamá || a República do Panamá || Cidade do Panamá || panamenho ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Papua Nova Guiné || o Estado Independente da Papua Nova Guiné || Port Moresby || papua, papuásio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Paquistão || a República Islâmica do Paquistão || Islamabade || paquistanês || 49&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Paraguai || a República do Paraguai || Assunção (Asunción) || paraguaio || 50&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Peru || a República do Peru || Lima || peruano || 51 || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Polônia || a República da Polônia || Varsóvia (Warszawa) || polonês, polaco || 52&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Portugal || a República Portuguesa || Lisboa || português ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Quênia ||  a República do Quênia || Nairóbi || queniano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Quirguistão || a República Quirguiz || Bisqueque || quirguiz ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Reino Unido || o Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte || Londres (London) || britânico || 53&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a República Centro-Africana || a República Centro-Africana || Bangui || centro-africano || 54&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a República Tcheca || a República Tcheca || Praga || tcheco ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a República Dominicana || a República Dominicana || São Domingos || dominicano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Romênia || a Romênia || Bucareste (București) || romeno ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Ruanda || a República de Ruanda || Kigali || ruandês || 55&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Rússia || a Federação da Rússia || Moscou || russo || 56&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Samoa || o Estado Independente da Samoa || Apia || samoano || 57&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Santa Lúcia || Santa Lúcia || Castries || santa-lucense ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| São Cristóvão e Névis || a Federação de São Cristóvão e Névis || Basseterre || são-cristovense ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| San Marino || a República de San Marino || San Marino || samarinês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| São Tomé e Príncipe || a República Democrática de São Tomé e Príncipe || São Tomé || santomense ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| São Vicente e Granadinas || São Vicente e Granadinas || Kingstown || são-vicentino ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Seicheles || a República de Seicheles || Victoria || seichelense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Senegal || a República do Senegal || Dacar || senegalês||&lt;br /&gt;
|- a Serra Leoa || a República da Serra Leoa || Freetown || serra-leonês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Sérvia || a República da Sérvia || Belgrado (Beograd) || sérvio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Singapura || a República de Singapura || Singapura || singapurense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Síria || a República Árabe da Síria || Damasco || sírio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Somália ||a República Federal da Somália || Mogadíscio (Mogadishu) || somaliano, somali || 58&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Sri Lanka || a República Democrática Socialista do Sri Lanka  || Colombo, Kotte || sri-lankês || 59&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Suazilândia || o Reino da Suazilândia || Mbabane || suázi || 60&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Sudão || a República do Sudão || Cartum (Khartoum) || sudanês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Sudão do Sul || a República do Sudão do Sul || Juba || sul-sudanês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Suécia || o Reino da Suécia || Estocolmo (Stockholm) || sueco ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Suíça || a Confederação Suíça || Berna || suíço || 61&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Suriname || a República do Suriname || Paramaribo || surinamês ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Tajiquistão || a República do Tajiquistão || Dushambe || tajique ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Tailândia || o Reino da Tailândia || Bangkok || tailandês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Tanzânia || a República Unida da Tanzânia || Dodoma, Dar es Salaam || tanzaniano || 62&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Timor-Leste || a República Democrática de Timor-Leste || Díli || timorense|| 63&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Togo || a República Togolesa || Lomé || togolês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Tonga || o Reino de Tonga || Nuku&#039;alofa || tonganês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Trinidad e Tobago || a República de Trinidad e Tobago || Port of Spain || trinitário ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Tunísia || a República da Tunísia || Túnis || tunisiano || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Turcomenistão || o Turcomenistão || Ashgabat || turcomeno || &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Turquia || a República da Turquia || Ancara (Ankara) || turco ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Tuvalu || Tuvalu || Funafuti || tuvaluano || 64&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Ucrânia || a Ucrânia || Kiev (Kyiv) || ucraniano || 65&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Uganda || a República do Uganda || Kampala || ugandês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Uruguai || a República Oriental do Uruguai || Montevidéu (Montevideo) || uruguaio || 66&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Uzbequistão || a República do Uzbequistão || Tashkent || uzbeque ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Vanuatu || a República de Vanuatu || Port Vila || vanuatuense || 67&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Vaticano || o Estado da Cidade do Vaticano || Cidade do Vaticano || vaticano || 68&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Venezuela || a República Bolivariana da Venezuela || Caracas || venezuelano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Vietnã || a República Socialista do Vietnã || Hanói || vietnamita ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Zâmbia || a República da Zâmbia || Lusaca || zambiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Zimbábue || a República do Zimbábue || Harare || zimbabueano ||&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Notas&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. O gentílico referente ao Afeganistão é afegão (plural: afegãos; femininos: afegã, afegãs). O antigo gentílico “afegane” hoje se usa apenas para o nome da moeda do Afeganistão (portanto, apenas como substantivo). São línguas oficiais do Afeganistão o pastó e o persa dari.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Pretória é a capital administrativa, sede do Poder Executivo e das embaixadas estrangeiras; a Cidade do Cabo é a capital legislativa (sede do parlamento), e&lt;br /&gt;
Bloemfontein, a capital judiciária. As províncias da África do Sul são: Cabo Ocidental; Cabo Oriental; Cabo Setentrional; Estado Livre; Gauteng; KwaZulu-Natal;&lt;br /&gt;
Limpopo; Mpumalanga; Noroeste. O país tem 11 línguas oficiais: africanse (e também africâner), inglês, ndebele, sesoto, sesoto do norte, setsuana, suázi, tsonga,venda, xhosa e zulu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Os estados da Alemanha são: Baden-Württemberg, Baixa Saxônia, Baviera, Berlim, Brandemburgo, Bremen, Hamburgo, Hessen, Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, Renânia do Norte-Westfália, Renânia-Palatinado, Sarre, Saxônia, Saxônia-Anhalt, Schleswig-Holstein e Turíngia. Devem-se aportuguesar, ainda, as&lt;br /&gt;
regiões da Baviera: Alto Palatinado, Suábia, Alta Baviera, Baixa Baviera, Alta Francônia, Baixa Francônia e Média Francônia. Aportuguesar também: Berlim, Colônia,Hamburgo e Munique. Devem-se manter inalterados os demais topônimos, incluídos: Aachen, Bonn, Braunschweig, Bremen, Bielefeld, Chemnitz, Darmstadt,&lt;br /&gt;
Dortmund, Duisburg, Düsseldorf, Essen, Frankfurt, Freiburg, Giessen, Hamelin, Hannover, Karlsruhe, Kassel, Leipzig, Lübeck, Lüneburg, Mainz, Magdeburg,&lt;br /&gt;
Münster, Neubrandeburg, Nürnberg, Potsdam, Regensburg, Stuttgart, Trier, Wuppertal, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. O Acordo Ortográfico em vigor (1990) menciona especificamente o nome “Kwanza” como exemplo de palavra a ser escrita com as letras “k” e “w” em português.&lt;br /&gt;
Kwanza Norte e Kwanza Sul são duas das onze províncias de Angola; a moeda de Angola é o kwanza (com inicial minúscula).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. A capital da Arábia Saudita é Riade. A cidade de Gidá é por vezes chamada de “capital comercial” por ser o centro econômico do país, abrigar o principal porto saudita e o aeroporto que serve as cidades de Meca e Medina. As embaixadas estrangeiras na Arábia Saudita situavam-se em Gidá até 1984, tendo desde então&lt;br /&gt;
sido transferidas para Riade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. As duas línguas oficiais da Argélia são o árabe e o amazigue (berbere). Com exceção da capital, Argel, usar todos os demais nomes de cidades na versão francesa:Constantine, Oran, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. De modo geral, o nome oficial a ser usado é “República Argentina”. O chefe de estado do país é oficialmente intitulado, porém, “presidente da Nação Argentina”.Os únicos nomes de cidade e província da Argentina que devem ser aportuguesados são Santa Fé e Rosário. Usar ainda em português os nomes “ilhas Malvinas” e os nomes das ilhas Geórgias do Sul e das ilhas Sandwich do Sul (por exemplo, na expressão “as ilhas Malvinas, Geórgias do Sul e Sandwich do Sul e os espaços marítimos circundantes”).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. A Bélgica é formalmente composta por três regiões: Bruxelas, Flandres e Valônia. A região de Flandres é composta pelas seguintes províncias: Antuérpia,&lt;br /&gt;
Brabante Flamengo, Flandres Ocidental, Flandres Oriental e Limburgo. A Valônia é composta pelas seguintes províncias: Brabante, Valão, Hainaut, Liège,&lt;br /&gt;
Luxemburgo e Namur. Quanto a cidades, devem-se aportuguesar os nomes de Antuérpia (em neerlandês, Antwerpen; em francês, Anvers), Bruges (em neerlandês,&lt;br /&gt;
Brugge; em francês, Bruges), Bruxelas (em neerlandês, Brussel; em francês, Bruxelles). Nos demais casos, use-se o nome empregado localmente, seja em francês,&lt;br /&gt;
seja em neerlandês (Gent, Liège, Leuven, Louvain-la-Neuve, Charleroi, Verviers, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Porto-Novo é a capital oficial; Cotonou é a sede do governo e do corpo diplomático. Cotonou pronuncia-se “Cotonú”; Abomey pronuncia-se “Abomé”, e Ouidah&lt;br /&gt;
pronuncia-se “Uidá”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Após o fim da União Soviética, a antiga “República Socialista Soviética da Bielorrússia” tornou-se independente, sob o nome de República da Belarus (nome&lt;br /&gt;
oxítono: a sílaba tônica é &amp;quot;–rus&amp;quot;). O gentílico é belarusso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Sucre é a “capital constitucional”. La Paz (oficialmente: “Nuestra Señora de La Paz”; gentílico: pacenho) é a sede do governo. Nenhum topônimo deve ser&lt;br /&gt;
aportuguesado – usem-se as formas locais: Cobija, Cochabamba, Guayaramerín, Puerto Quijarro, Santa Cruz de la Sierra, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. O “j” em geral pronuncia-se como “i”: Sarajevo pronuncia-se “Saraievo”. A terminação “-ica” pronuncia-se como “-itza”: Srebrenica pronuncia-se “Srebrenitza”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. O nome da capital usa-se, em Cabo Verde, com artigo: “...reunidos na cidade da Praia, capital de Cabo Verde...”); seu gentílico é “praiense”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Em Portugal e nos demais países lusófonos, usa-se preferivelmente o gentílico “canadiano”, igualmente válido. O Canadá é composto por dez províncias e três&lt;br /&gt;
territórios. A embaixada canadense em Brasília usa os seguintes nomes em português para as dez províncias canadenses: Alberta, Colúmbia Britânica, Manitoba,&lt;br /&gt;
Novo Brunswick, Terra Nova e Labrador, Nova Escócia, Ontário, Ilha do Príncipe Eduardo, Quebec e Saskatchewan. Os três territórios são Nunavut, os Territórios&lt;br /&gt;
do Noroeste e o Yukon. Não aportuguesar os nomes de cidades: Halifax, Montreal, Ottawa, Vancouver, Winnipeg, etc. Usar &amp;quot;Cidade do Quebec&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. O Poder Legislativo chileno tem sede em Valparaíso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Gentílico de Macau: macaense. Usar, nas formas tradicionais portuguesas, Cantão, Nanquim, Pequim, Tibete e Xangai – e, na forma tradicional inglesa, Hong&lt;br /&gt;
Kong (sem hífen).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. O nome do país não admite artigo em português. Diz-se: “República de Chipre”, “em Chipre”, “missão a Chipre”, “governo de Chipre”. Para a autoproclamada&lt;br /&gt;
“República Turca do Norte de Chipre”, usar essa forma (“a autoproclamada &#039;República Turca do Norte de Chipre&#039;“).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Gentílico de Bogotá: bogotano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Pode-se excepcionalmente usar “o Congo” como forma abreviada (não oficial), desde que não haja risco de ambiguidade com o país vizinho de mesmo nome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Pode-se usar, como forma abreviada (não oficial), “a Coreia”, e, como gentílico, “coreano”, desde que não haja risco de ambiguidade com o país vizinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Em 1983, oficializou-se a mudança da capital marfinense, de Abidjã para Yamoussoukro. A maioria das instituições governamentais e das embaixadas no país&lt;br /&gt;
continua sediada em Abidjã. Em 1986, o governo do país pediu formalmente que todos os países passassem a empregar exclusivamente a forma em francês &amp;quot;Côte&lt;br /&gt;
d&#039;Ivoire&amp;quot; para se referir ao país. Em toda comunicação dirigida a autoridades do país, em notas verbais, em documentos oficiais, atos bilaterais, etc., use- se,&lt;br /&gt;
portanto, a forma &amp;quot;a República da Côte d&#039;Ivoire&amp;quot;. Em comunicações dirigidas a brasileiros – inclusive no encaminhamento de textos de acordos ou de indicações&lt;br /&gt;
de embaixadores ao Congresso Nacional, por exemplo –, em notas à imprensa, informações públicas, etc., é recomendável a forma &amp;quot;Côte d&#039;Ivoire (Costa do&lt;br /&gt;
Marfim)&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. O Reino da Dinamarca inclui a Groenlândia (gentílico: groenlandês) e as Ilhas Féroe (gentílicos: feroês ou feroico). Outros nomes a aportuguesar são: Frísia, Jutlândia, Zelândia. Manter os demais nomes no original dinamarquês: Aarhus, Aalborg, Als (ilha), Ejsberg, Kolding, Odense, Vejle, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. A rigor, “americano” é o gentílico de “América” ou “Américas”; “norte-americano”, o gentílico de “América do Norte”; e “estadunidense”, o gentílico de&lt;br /&gt;
“Estados Unidos”. Quando o contexto não permite interpretações dúbias, podem-se usar as formas “americano” ou “norte-americano” com referência aos EUA.&lt;br /&gt;
Para assegurar maior clareza, pode ser preferível ao uso de gentílicos o uso de locuções: “[o governo] dos Estados Unidos”, “dos EUA”, etc. Gentílico de Porto Rico: porto-riquenho; capital de Porto Rico: San Juan. Gentílico de Guam: guamês. Além de eventuais particularidades, como “South” para “do Sul”, “North” para “do Norte” e “New” para “Nova” (por exemplo: Dakota do Sul, Carolina do Norte, Nova York), aportuguesar apenas os nome dos seguintes estados: Alasca, Califórnia, Flórida, Havaí, Novo México, Pensilvânia, Virgínia e Virgínia Ocidental – além do Distrito de Colúmbia. Dos nomes de cidades, aportuguesar: Colúmbia, Filadélfia, Indianápolis, Santa Fé e São Francisco. Em todos os demais casos, usar as formas em inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Embora não haja língua oficial, o amárico é a “língua de trabalho” do governo etíope. Usar a grafia Tigré (região) / tigré (nome do povo e de sua língua).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. As Filipinas têm duas línguas oficiais, o inglês e o tagalo. O tagalo é também a “língua nacional”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Reforma administrativa em 2015 estabeleceu que são dezessete as regiões da França: doze regiões na Europa e cinco regiões ultramarinas. As doze regiões na&lt;br /&gt;
porção europeia da França são: 1) Alsácia, Champanhe-Ardenas e Lorena; 2) Aquitânia, Limousin e Poitou-Charentes; 3) Auvérnia e Ródano-Alpes; 4) Borgonha e&lt;br /&gt;
Franco Condado; 5) Bretanha; 6) Centro-Vale do Loire; 7) Córsega; 8) Île-de-France; 9) Languedoc-Roussillon e Midi-Pireneus; 10) Normandia; 11) Norte-Pas-de-&lt;br /&gt;
Calais e Picardia; 12) Provença-Alpes-Côte-d&#039;Azur. As cinco regiões ultramarinas são Guadalupe, a Guiana Francesa (cuja capital é Caiena), a Martinica, Mayotte e a Reunião. A França tem, ainda, cinco coletividades ultramarinas: a Polinésia Francesa; São Bartolomeu; Saint-Pierre e Miquelon; Saint- Martin (na ilha caribenha de São Martinho); e Wallis e Futuna. A Nova Caledônia tem o status de “território sui generis da França”. Aportuguesar, ainda, os seguintes topônimos: Cherburgo, Estrasburgo, Mancha. Usar todos os demais topônimos nas formas francesas (mesmo os que tenham formas tradicionais portuguesas, hoje desusadas): Avignon, Nîmes, Octeville, Rouen, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Nos demais países lusófonos, costuma-se usar com artigo: o Gana; do Gana; no Gana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. A capital da Geórgia é Tbilisi; o parlamento situa-se na cidade de Kutaisi. Para as regiões autônomas autoproclamadas independentes, usar estas formas: «a&lt;br /&gt;
autoproclamada “República da Abcásia”»; «a autoproclamada “República da Ossétia do Sul”».&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Para a moeda da Guatemala, usar, em português, quetzal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Pode-se excepcionalmente usar “a Guiné” como forma abreviada (não oficial), desde que não haja risco de ambiguidade com relação às duas outras repúblicas&lt;br /&gt;
de mesmo nome curto. O gentílico “guineense” também só pode ser usado quando não houver absolutamente nenhum risco de ambiguidade. Os habitantes da&lt;br /&gt;
Guiné Equatorial são ditos “equato-guineenses”. Tradicionalmente, “guineense”, em português, é entendido como referente à Guiné-Bissau, país lusófono; quando&lt;br /&gt;
necessário especificar que se trata deste país, e não da vizinha República da Guiné (Guiné Conacri), usa-se a forma “bissau-guineense”. Para se referir aos habitantes do país vizinho, os habitantes da Guiné-Bissau usam a forma “conacri-guineense”. Em caso de possível ambiguidade, devem-se usar locuções: “da Guiné-Bissau”, “da Guiné Conacri” (ou “da República da Guiné”), etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Segundo a constituição hondurenha, as cidades de Tegucigalpa e Comayagüela, juntas, formam o “Distrito Central”, e “[a]s cidades de Tegucigalpa e&lt;br /&gt;
Comayagüela, conjuntamente, constituem a capital da República”. Os três Poderes têm sede em Tegucigalpa, razão pela qual apenas esta é comumente&lt;br /&gt;
considerada “a capital de Honduras”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. A Hungria é dividida em sete regiões: Transdanúbia Ocidental, Transdanúbia Meridional, Transdanúbia Central, Hungria Central, Hungria Setentrional,&lt;br /&gt;
Grande planície setentrional, Grande planície meridional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. A língua oficial do Irã é o persa (chamado, em persa, “farsi”).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Israel declarou Jerusalém &amp;quot;unificada&amp;quot; sua capital por meio de lei israelense de julho de 1980. A declaração foi considerada ilegal e a lei nula pela Resolução 478 (1980) do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Os países representados por embaixadas em Israel as mantêm na área de Tel Aviv.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Dos topônimos japoneses, devem ser usados em versão aportuguesada apenas Tóquio, Nagoia e Quioto. Nos demais casos, usar a romanização oficial japonesa: Fuji, Fukushima, Hamamatsu, Hiroshima, Kobe, Nagasaki, Osaka, Yokohama, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. As três regiões da Líbia são a Cirenaica, a Fazânia e a Tripolitânia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37 O gentílico malaio se refere à etnia, não à nacionalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Kuala Lumpur é a capital oficial da Malásia; Putrajaya é a sede administrativa e capital judiciária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
39. A forma tradicional em português é oxítona – por essa razão, escrita sem acento. Ocorre com cada vez mais frequência a pronúncia paroxítona. Independentemente da pronúncia acolhida, recomenda-se, com vistas à padronização, o uso exclusivo, na escrita, da forma Mali.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
40. Com exceção de “Cidade do México”, usar os nomes de todas as cidades e estados mexicanos na forma original, em espanhol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
41. A capital myanmarense foi oficialmente transferida de Yangon para Nay Pyi Taw em 2006. O gentílico “birmanês” refere-se à língua e à etnia majoritárias no&lt;br /&gt;
país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
42. Para a etnia e língua referentes à Gagaúzia, usar gagauz (sem acento), plural gagaúzes. Usar as grafias Transnístria e Dniestre (nome do rio).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
43. Podgorica (pronúncia: Podgoritza) é a capital de Montenegro; Cetinhe (pronúncia: Cetinhe) é considerada “capital histórica”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
44. Nauru não tem uma capital oficial. O país é dividido em 14 distritos administrativos. O governo fica sediado no distrito de Yaren.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
45. Acentuar Ifé e Oyó. Manter os demais topônimos na versão original (Ibadan, etc.).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
46. Para o território administrado pela Nova Zelândia, usar a grafia Tokelau (gentílico: tokelauano). Todos os nomes de cidades neozelandesas devem ser&lt;br /&gt;
mantidos na grafia original, sem aportuguesamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
47. Amsterdã é a capital constitucional, mas os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário e as embaixadas estrangeiras estão sediados em Haia. Não aportuguesar: Haarlem, Maastricht, Utrecht. Ademais de sua porção europeia ou “continental”, o Reino dos Países Baixos inclui ainda três “países autônomos” insulares, no Caribe: Aruba, Curaçao e Sint Maarten (esta última na ilha de São Martinho, dividida com a França). Embora se refira apenas a uma região da porção continental dos Países Baixos, o nome “Holanda” é usado pelo próprio país em contextos esportivos ou de promoção turística. A própria embaixada do país em Portugal chama-se “Embaixada da Holanda em Lisboa”. O nome “Holanda” pode ser usado, portanto, em contextos informais – especialmente quando de fato se estiver referindoà região do país oficialmente denominada Holanda (dividida em Holanda do Norte e Holanda do Sul): as cidades de Amsterdã, Haarlem, Haia e Roterdã, por&lt;br /&gt;
exemplo, estão todas efetivamente situadas em território holandês. Em seu site, a embaixada neerlandesa em Brasília informa que “a língua dos Países Baixos, o&lt;br /&gt;
neerlandês ou holandês, é o idioma materno de mais de 21 milhões de holandeses e flamengos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
48. Muitos países, inclusive o Brasil, reconhecem Jerusalém Leste como capital da Palestina. A sede administrativa do governo palestino está em Ramala.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
49. Usar, em português, a grafia Caxemira. Manter inalterados os demais topônimos, como Karachi, Faisalabad, Hyderabad, Lahore, Nasirabad e Peshawar. A&lt;br /&gt;
terminação “-stan” pode ser aportuguesada: Balochistão, Waziristão, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
50. O único topônimo paraguaio que admite aportuguesamento é o nome da capital, Assunção. Usar todos os demais topônimos na forma em espanhol (Ciudad&lt;br /&gt;
del Este, Concepción, Encarnación, Filadelfia, Salto del Guairá, etc.).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
51. Usar todos os topônimos peruanos na forma original em espanhol. Para a cidade chamada Cusco ou Cuzco em espanhol, usar, em português, apenas a forma&lt;br /&gt;
Cusco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
52 Galícia, em português, é o nome de uma região da Europa central, entre a Polônia e a Ucrânia (gentílico: galiciano). A comunidade autônoma cujo nome&lt;br /&gt;
em espanhol é Galicia é chamada, em português, Galiza. O gentílico é galego.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
53. “Britânico” é o gentílico referente ao Reino Unido. A expressão inglesa “Britain” deve ser sempre traduzida por “Reino Unido” (que inclui Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte), e não por Grã-Bretanha (que inclui apenas os primeiros três). São dependências britânicas: Guernsey; Jersey; e Ilha de Man.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
54. As duas línguas oficiais da República Centro-Africana são o francês e o bango. É preferível o uso da locução “da República Centro-Africana” em todos os&lt;br /&gt;
casos em que o gentílico “centro-africano” possa ser interpretado, ambiguamente, como referente à região da África central.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
55. Nos demais países lusófonos, costuma-se usar com artigo: o Ruanda; do Ruanda; no Ruanda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
56. Usar as seguintes grafias: Adigueia, Anapa, Altai (gentílico: altaico), Buriátia (gentílico: buriata), Cabardino-Balcária, Calmúquia (gentílico: calmuco), Carélia (gentílico: carélio), Chechênia (gentílico: checheno), Daguestão (gentílico: daguestanês), Dubna, Elistá, Leningrado, Mordóvia (gentílico: mordoviano), Moscou (gentílico: moscovita), Murmansk, Nenétsia, Omsk, Oremburgo, Ossétia do Norte-Alânia, Samara, São Petersburgo (gentílico: petersburguês), Tartaristão, Tula,Udmúrtia, Ufá, Urais, Vladimir, Vladivostok, Volgogrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
57. Podem-se usar denominações informais como “a Samoa Independente” ou “a antiga Samoa Ocidental”, de modo a evitar confusão com a vizinha Samoa&lt;br /&gt;
Americana, território dos EUA. O nome da capital, Apia, tem como vogal tônica o “i”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
58. A língua é o somali. É preferível o uso de “somaliano” como gentílico, especialmente quando possível a confusão entre adjetivo pátrio e o nome da etnia somali – cuja presença não se limita ao território da atual Somália. Caso necessário referir-se ao ente político constituído no noroeste do país, cuja declaração de independência não é reconhecida por nenhum país membro da ONU, usar expressões como “a autoproclamada República da Somalilândia”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
59. As duas línguas oficiais do país são o cingalês e o tâmil, que são também os nomes das duas principais etnias sri-lankesas. A sede dos Poderes Executivo e&lt;br /&gt;
Judiciário é Colombo. Oficialmente, porém, a capital sri-lankesa é a cidade de Sri Jayawardenapura Kotte, comumente chamada apenas Kotte. Vizinha e integrada&lt;br /&gt;
a Colombo, Kotte sedia o legislativo sri-lankês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
60. Mbabane é a capital administrativa; Lobamba é a “capital legislativa e cerimonial”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
61. As quatro línguas oficiais da Suíça são o alemão, o francês, o italiano e o romanche. Usar em português os seguintes topônimos: Basileia, Berna, Friburgo,&lt;br /&gt;
Genebra, Grisões, Lucerna, Ticino e Zurique, além das segundas partes de Appenzell Exterior e Appenzell Interior. Usar, nos demais casos, a forma local: Aargau;&lt;br /&gt;
Baden; Bellinzona; Graubünden; Jura; Neuchâtel; Nidwalden; Obwalden; Sankt Gallen; Schaffhausen; Schwyz; Solothurn; Thun; Thurgau; Uri; Vaud; Zug; etc. Para&lt;br /&gt;
o cantão bilíngue de Valais/Wallis, pode-se usar a forma Valais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
62. Em 1996, o governo tanzaniano transferiu a capital do país de Dar es Salaam para Dodoma. Muitas instituições governamentais, porém, continuam em Dar&lt;br /&gt;
es Salaam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
63. O nome do país não admite artigo em português: “República de Timor-Leste”, “em Timor-Leste”, “missão a Timor-Leste”, “governo de Timor-Leste”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
64. Funafuti, a capital tuvaluana, é um atol, composto por várias ilhas e ilhotas. Fongafale é a maior ilha do atol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
65. Com exceção de Odessa e Kiev (que devem ser usadas nessas grafias, consagradas em português), usar, nos demais casos, a romanização ucraniana para os&lt;br /&gt;
nomes de cidades: Chernobyl, Donetsk, Luhansk, Sumy, Lviv, etc. Gentílico de Kiev: kievense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
66. Gentílico de Montevidéu: montevideano. Os únicos topônimos uruguaios que admitem aportuguesamento são o nome da capital e Colônia do Sacramento.&lt;br /&gt;
Nos demais casos, use as formas em espanhol: Chuy; Río Branco; Rivera; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
67. As três línguas oficiais de Vanuatu são o bislamá (que é também a “língua nacional” vanuatuense), o francês e o inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
68. O Estado da Cidade do Vaticano e a Santa Sé têm personalidades próprias e distintas; o Vaticano é um país – o menor do mundo – e, mais especificamente,&lt;br /&gt;
uma cidade-estado, como o são Singapura e Mônaco. A Santa Sé, por sua vez, não é um estado, mas tem personalidade jurídica própria, inclusive anterior à da&lt;br /&gt;
fundação do Estado da Cidade do Vaticano. Na atualidade, porém, os dois entes se confundem e os nomes “Santa Sé” e “Vaticano” são frequentemente usados&lt;br /&gt;
indistintamente como sinônimos.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Redu%C3%A7%C3%B5es,_abreviaturas_e_siglas&amp;diff=586</id>
		<title>Reduções, abreviaturas e siglas</title>
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		<updated>2020-06-12T14:35:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Siglas são formadas pelas letras iniciais de outras palavras. Quando uma sigla pode ser lida como uma nova palavra, e não necessariamente letra a letra, pode ser chamada também de acrônimo. Como exemplo: UNESCO e ACNUR são acrônimos, ao passo que IBGE e CNPJ não o são.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recomenda-se que não se usem pontos entre as letras de uma sigla: escreva-se, assim, “ONU”, e não &amp;quot;O.N.U.&amp;quot; – à diferença das abreviaturas, em que o ponto é obrigatório: “pág.”, “etc.”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Siglas e acrônimos devem ser usados com parcimônia, apenas quando absolutamente necessário. Só faz sentido usar uma sigla que não seja de conhecimento geral quando o nome a que ela se refere tenha de ser repetido muitas vezes ao longo de um mesmo texto, e o nome a que se refere seja demasiado longo – mas não há razão, por exemplo, para se usar a sigla “UE” em vez de “União Europeia”, ou &amp;quot;UA&amp;quot; em vez de &amp;quot;União Africana&amp;quot;. Como critério prático para os revisores, recomenda-se evitar a utilização de siglas para instituições ou expressões com menos de três palavras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podem ser usadas sem ressalvas (e mesmo sem estar acompanhadas de sua explicação) aquelas siglas já de conhecimento geral, mais usadas que o próprio nome completo a que se referiam originalmente: HIV/AIDS, Petrobras, Varig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maior parte da imprensa brasileira escreve com apenas a inicial maiúscula (e as demais letras minúsculas) todo e qualquer acrônimo (isto é, as siglas que podem ser lidas como palavras) que tenha quatro letras ou mais: *Opep; *Otan; *Acnur; *Psol. Essa opção, feita por alguns jornais e revistas por questões de espaçamento, é arbitrária e não tem amparo em regra ortográfica ou gramatical. Ao contrário, a Base XIX, alínea &amp;quot;h&amp;quot; do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa recomenda o uso de &amp;quot;siglas, símbolos ou abreviaturas internacionais ou nacionalmente reguladas com maiúsculas, iniciais ou mediais ou finais ou o todo em maiúsculas: FAO, NATO, ONU; H2O; Sr., V. Exª&amp;quot;. O exemplo &amp;quot;NATO&amp;quot; (OTAN), dado pelo Acordo Ortográfico, demonstra não haver respaldo para a mencionada prática de veículos de imprensa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, nas publicações da FUNAG, &#039;&#039;&#039;deverão ser usadas as grafias adotadas pelas próprias instituições&#039;&#039;&#039;, havendo inclusive casos em que a escrita oficial da sigla alterna, por diferentes razões, letras maiúsculas e minúsculas Sequem alguns exemplos: ACNUR; ALADI; ALCA; Apex-Brasil; ASEAN; BID; BRICS; CAF; CAN; CARICOM; CNPq; CPLP; ECOSOC; Eletrobras, EFTA; FAO; FUNAG; Incra; Inmetro; Ipea; IRBr; MAPA; MERCOSUL; MoMA; MRE; OCDE; ONU; OPEP; OTAN; Petrobras; PNUD; PNUMA; PROSUL; Sudene; UFRGS; UFRJ; UFSCar; UNASUL; UnB; UNCTAD; UNESCO; USP; VOLP (a própria Academia Brasileira de Letras dá exemplo, com &amp;quot;VOLP&amp;quot;, de acrônimo com quatro letras grafado somente com maiúsculas); etc. Sugere-se confirmar a forma de utilização da sigla ou acrônimo no portal oficial da respectiva instituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Siglas podem receber plural, marcado por um “s” minúsculo: &amp;quot;PMs visitaram cinco UPPs cariocas no sábado.&amp;quot; Nunca se usará, nesses casos, o apóstrofo. Algumas siglas rejeitam a marca do plural, por seu significado já incluir, opcionalmente, o plural: Os PALOP (países africanos de língua oficial portuguesa) (embora também se possa dizer “um PALOP”). Quando a sigla termina em “S”, também é praxe dispensar-se o “s” minúsculo que marcaria o plural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nomes de políticos deverão ser acompanhados da sigla do partido ao qual pertençam na primeira menção do nome. A sigla partidária deverá ser indicada entre parênteses, separada com barra da sigla de seu estado: O senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB/SC).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas publicações da FUNAG, as siglas dos estados brasileiros devem constar, entre parênteses, após o nome dos municípios, com exceção das capitais: Novo Hamburgo (RS); Chapecó (SC); Foz do Iguaçu (PR); Porto Alegre; Florianópolis; Curitiba, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a forma correta das abreviaturas ou reduções, sugere-se consultar o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letras (ABL) e os principais dicionários da língua portuguesa.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Par%C3%AAnteses&amp;diff=585</id>
		<title>Parênteses</title>
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		<updated>2020-06-12T14:30:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São empregados para intercalar, em um texto, explicações, indicações, comentários, observações, como por exemplo, indicar uma data, uma referência bibliográfica, uma sigla.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos:&lt;br /&gt;
: Na última reunião (10 de novembro de 2018), tomou-se a decisão.&lt;br /&gt;
: O Estado de Direito (Constituição, art. 1º) define-se pela submissão de todas as relações ao Direito.&lt;br /&gt;
: A sede da Organização das Nações Unidas (ONU) está localizada em Nova York.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Meia-risca/Travess%C3%A3o&amp;diff=584</id>
		<title>Meia-risca/Travessão</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Meia-risca/Travess%C3%A3o&amp;diff=584"/>
		<updated>2020-06-12T14:30:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O travessão, que é representado graficamente por um hífen prolongado (–), substitui parênteses, vírgulas, dois-pontos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos:&lt;br /&gt;
: O controle inflacionário – meta prioritária do governo – será ainda mais rigoroso.&lt;br /&gt;
: As restrições ao livre mercado – especialmente o de produtos tecnologicamente avançados – podem ser muito prejudiciais para a sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Atenção:&#039;&#039;&#039; Não se usa hífen (-) no lugar de travessão (–).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como ocorre com parênteses, não se utiliza vírgula antes do travessão, embora seja permitido utilizá-la após o segundo travessão, caso a vírgula seja necessária para a oração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por exemplo: Em português – assim como em outras línguas latinas –, as regras de pontuação são claras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evitar, se possível, o abuso de travessões. Mais de dois travessões no mesmo período pode gerar confusão.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=583</id>
		<title>Hífen</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=583"/>
		<updated>2020-06-12T14:29:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortogràfico da Língua Portuguesa; VOLP; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual editorial do Ipea&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sucessivas reformas ortográficas e, sobretudo, o uso da língua portuguesa tem evidenciado uma tendência contínua à diminuição do emprego do hífen, com seu uso se restringindo a compostos eventuais (“encontrei-os”, “ser-me-á”, “Acordo MERCOSUL-União Europeia”, “eixo Brasília-Lisboa”, “anti-ISIS”, etc.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, obrigatório no Brasil desde 1º de janeiro de 2016, determina que, “nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Não usar hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não devem ser usados hífens, por exemplo, nos nomes (por extenso) dos números (seiscentos e vinte e um mil, oitocentos e vinte e dois; décimo terceiro; tricentésimo vigésimo primeiro; um quarto; dois quintos; um e meio). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tampouco devem levar hifens, entre outras, as seguintes expressões ou locuções: acordo de livre comércio, aeroespacial, afrodescendente, agroindústria, agropecuária, ajudante de ordens, almirante de esquadra, alto comissariado, alto representante, anglofalante, anglomania, ano novo, anteontem, antiaéreo, antimíssil, antirreligioso, antissocial, à parte (locução adverbial, que se distingue do substantivo aparte), assembleia geral (exceção à regra das expressões com &amp;quot;geral&amp;quot;, que levam hífen), à toa, autoestrada, autorregulação, à vontade, boa sorte, bom dia, bom senso, boa tarde, boa noite, bom senso, bons ofícios, brigadeiro do ar, caixa eletrônico, caixa postal, capitão de fragata, capitão de mar e guerra, carta credencial, carta revogatória, carta rogatória, cidade sede, circular telegráfica, coautor, coerdeiro, cogestão, conta corrente, contracheque, contraindicação, contraofensiva, contrassenha, coobrigação, cooperação, coordenar, copatrocinar, copatrocínio, correio eletrônico, despacho telegráfico, dia a dia, dona de casa, encarregado de negócios, Estado membro, Estados membros, Estado parte, Estados partes, estadunidense (preferível a &amp;quot;estado-unidense&amp;quot;, forma também admitida pelo VOLP), eurocentrismo, eurodeputado, extraoficial, extraoficialmente, extrarregional, extrema direita, extrema esquerda, febre amarela, fim de século, fim de semana, general de brigada, general de divisão, general de exército, greve geral, homem bomba, hora extra, horas extras, infantojuvenil, infraestrutura, intrarregional (mas inter-regional), intranacional, limpeza geral, livre comércio, livre mercado, lua de mel, lusofonia, malgrado, malvisto, mandachuva, mandato tampão, meia(s) palavra(s), membros não permanentes, microempresa, mão de obra, multissetorial, não agressão, não alinhado, não beligerante, não combatente, não discriminação, não fumante, não governamental, não ingerência, não intervenção, não permanente, não proliferação, não violência, neoidealismo, neoimprerialismo, neoliberalismo, neorrealismo, organização não governamental, papel ofício, paraquedas, paraquedismo, paraquedista, passatempo, plurianual, plurissetorial, ponto de interrogação, ponto de vista, ponto e vírgula, pôr do sol, preestabelecer, presidente eleito, proativo, quase delito, quase equilíbrio, radiouvinte, reelaborar, residência funcional, residência oficial, reunião geral, sala de jantar, salário mínimo, semiárido, sequestro relâmpago, sinologia, sobreaquecer, sobreaquecimento, socioeconômico, subaquático, subchefe, subchefia, superaquecer, superaquecimento, tão só, tão somente, traje passeio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fins de padronização, também as formas compostas por letras e números deverão ser escritas sem hífen: G20 (não G-20, nem G 20), assim como A380, A4, CMP11, COP22, 3D, E190, G4, G7, G8, G20, G77, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos termos do AOLP, “emprega-se o hífen nos topônimos compostos, iniciados pelos adjetivos grã, grão ou por forma verbal ou cujos elementos estejam ligados por artigo”, como “Grã-Bretanha”, “Passa-Quatro”, “Baía de Todos-os-Santos”, “Trás-os-Montes”, enquanto “os outros topônimos compostos escrevem-se com os elementos separados, sem hífen”, como América do Sul, Belo Horizonte, Cabo VerdeN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se em português sem hífen os países: “a Bósnia e Herzegovina”, “o Congo Brazzaville”, “o Congo Kinshasa”, “a Guiné Conakry”, “a Guiné Equatorial”, “a Papua Nova Guiné”, “Trinidad e Tobago”, etc. As únicas exceções, consagradas, são &amp;quot;Guiné-Bissau&amp;quot;, &amp;quot;República Centro-Africana&amp;quot; e &amp;quot;Timor-Leste&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, os nomes de cidades dispensam o hífen: “Andorra la Vella”; “Adis Abeba”; “Dar es Salaam”; “Hong Kong”; “Kuala Lumpur”; “Jerusalém Leste”, “Jerusalém Oeste”, “Nova Delhi”; “Nova York”; “Phnom Penh”; “Porto Príncipe”; “Saint George&#039;s” (capital de Granada); “Saint John&#039;s” (capital de Antígua e Barbuda); “Tel Aviv”; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Uso de hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras de uso do hífen em vigor mantêm a obrigatoriedade nos seguintes casos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) em compostos iniciados por numeral ordinal - primeiro-ministro; segunda-secretária; terceiros-secretários; primeira-secretaria, primeira-dama, etc.; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) em gentílicos - centro-africano; latino-americano; norte-americano; norte-coreano; sul-americano, sul-africano, sul-coreano, juiz-forano, cruzeirense-do-sul, etc.;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
c) nos nomes de instituições e cargos compostos pelo adjetivo “geral” - Procuradoria-Geral; secretário-geral; subsecretário-geral; consulado-geral; cônsul-geral; coordenação-geral; coordenadora-geral; diretor-geral; relator-geral; ouvidor-geral, etc. (mas, como apontado acima, a expressão assembleia geral não leva hífen); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) nos compostos com “ex-” ou “vice-” - ex-primeira-ministra; ex-vice-presidente; vice-cônsules; vice-consulado, etc.;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) em postos da hierarquia militar: tenente-coronel, capitão-tenente. Atenção: nomes compostos com elemento de ligação preposicionado ficam sem hífen: brigadeiro do ar, general de exército, general de brigada, tenente-brigadeiro do ar; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) em cargos que denotam hierarquia dentro de uma empresa: diretor-presidente, diretor-adjunto, editor-chefe, editor-assistente, sócio-gerente, diretor-executivo (Manual da Secom do Senado).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue lista exemplificativa de expressões que mantêm o hífen, segundo o VOLP: &lt;br /&gt;
abaixo-assinado, afro-asiático, afro-brasileiro, afro-luso-brasileiro, além-fronteiras, além-mar, anglo-saxão, anti-humanitário, anti-imperialista, bem-sucedido, bem-vindo, boa-fé, carro-bomba, centro-americano, cidade-estado, cidade-irmã, consulado-geral, cônsul-geral, conta-corrente, contra-almirante, decreto-lei, euro-asiático, estado-maior, estado-tampão, ex-primeiro-ministro, ex-vice-presidente, geo-história, indo-europeu, inter-hemisférico, inter-racial, inter-regional (mas intrarregional), inter-relação, latino-americano, livre-câmbio, livre-docência, livre-docente, livre-iniciativa, luso-brasileiro, má-fé, major-brigadeiro, mal-entendido, mal-estar, mal-humorado, mandato-tampão, matéria-prima, mesa-redonda, neo-ortodoxo, norte-americano, país-membro (pl. países-membros), pan-americano, pan-árabe, pan-hispânico, papel-moeda, para-brisa(s), porta-aviões, pós-graduação, pré-contrato, pré-escolar, pré-requisito, primeiro-ministro, primeiro-mundismo, primeiro-mundista, pró-americano, professor-assistente, recém-nascido, recém-nomeado, salário-família, salário-hora, secretaria-geral, secretário-geral, segundo-secretário, sem-número, sobre-humano, sub-humano, sub-reitor, subsecretário-geral, sul-africano, sul-coreano, tenente-brigadeiro, tenente-coronel, terceiro-mundista, terceiro-mundo, vice-almirante, vice-cônsul, vice-consulado, vice-presidente, vice-reitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o &#039;&#039;Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty&#039;&#039; também recomenda a manutenção do hífen nas expressões &amp;quot;acordo-quadro&amp;quot; e &amp;quot;ministro-conselheiro&amp;quot;. Embora o Manual do Itamaraty considere aceitável a expressão &amp;quot;não-permanete&amp;quot;, com hífen, recomenda-se evitar, nas publicações da FUNAG, o hífen em todas as expressões nas quais o &amp;quot;não&amp;quot; funciona quase como um prefixo (ver os exemplos de expressões sem hífen, neste verbete).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os nomes em francês não aportuguesados são escritos com hífen uma vez que, naquela língua, o hífen em geral é obrigatório: “Porto-Novo” (capital do Benin); “Port-au-Prince” (nome francês de Porto Príncipe, capital do Haiti); “Saint-Georges-de-l&#039;Oyapock”, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utiliza-se hífen para indicar a ligação de tempo entre dois termos:&lt;br /&gt;
: O período junho-julho de 2004 não assistiu a um sucesso econômico tão surpreendente quanto o semestre anterior daquele ano.&lt;br /&gt;
: Os resultados totalmente disponíveis do biênio 2003-2004 permitem aos cidadãos uma avaliação inicial consistente dos governos eleitos em 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também se utiliza hífen para indicar ligação de espaço entre dois termos; bem como para acordo, relação.&lt;br /&gt;
: O acordo MERCOSUL-União Europeia.&lt;br /&gt;
: O desenvolvimento econômico brasileiro se deu no sentido sul-norte.&lt;br /&gt;
: A delicada situação mundial quanto ao processo de enriquecimento de urânio no Irã abala ainda mais as relações ocidentais-orientais.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Aspas&amp;diff=582</id>
		<title>Aspas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Aspas&amp;diff=582"/>
		<updated>2020-06-12T14:28:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====&#039;&#039;&#039;Emprego das aspas&#039;&#039;&#039;====&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;a) antes e depois de uma citação textual direta, quando esta tem até três linhas, sem utilizar itálico&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplo:&lt;br /&gt;
: A Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, no parágrafo único de seu art. 1º afirma: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o texto original já contiver aspas, estas serão substituídas por aspas simples:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos:&lt;br /&gt;
: “As citações são os elementos retirados dos documentos pesquisados durante a leitura da documentação e que se revelaram ‘úteis’ para corroborar as ideias desenvolvidas pelo autor no decorrer do seu raciocínio.”&amp;lt;sup&amp;gt;5&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O servidor informou: “O cidadão deverá assinalar ‘concordo’ ou ‘discordo’.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Atenção:&#039;&#039;&#039; Quando a citação ocupar quatro ou mais linhas, deve-se optar pelo parágrafo recuado, sem aspas e sem itálico (com o a nota de rodapé após o ponto).&lt;br /&gt;
Exemplo:&lt;br /&gt;
: Já é tempo de zelarmos com mais assiduidade não só pelo polimento da frase,&lt;br /&gt;
: mas também, e principalmente, pela sua carga semântica, procurando dar aos jovens&lt;br /&gt;
: uma orientação capaz de levá-los a pensar com clareza e objetividade para terem o&lt;br /&gt;
: que dizer e poderem expressar-se com eficácia.&amp;lt;sup&amp;gt;5&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;b) quando necessário, para diferenciar títulos, termos técnicos, expressões fixas, definições, exemplificações e assemelhados&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplo:&lt;br /&gt;
: O maior inteiro que divide simultaneamente cada membro de um conjunto é o “máximo divisor comum”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Não confundir o prefixo “ante”, que significa “anterior”, com “anti”, “contra”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Para efeitos deste estudo, entenda-se por “pessoa com altas habilidades” aquela que...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Nem sempre se pode aplicar uma “normal ideal” no lugar de uma “norma real”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====&#039;&#039;&#039;Posição das aspas em frase contendo citação&#039;&#039;&#039;====&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto à correta posição das aspas em frase contendo citação, valem as seguintes regras:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;a) quando o fim da citação, assinalado por ponto-final, ponto-de-interrogação ou ponto-de-exclamação, coincidir com o término da frase, as aspas se colocam após esses pontos e não se usa mais nenhum sinal de pontuação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos:&lt;br /&gt;
: O presidente anunciou: “Está encerrada a sessão.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O deputado perguntou: “Haverá sessão extraordinária amanhã?”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O ministro declarou, indignado: “Isto não pode acontecer!”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;b) quando não fizerem parte da citação, o ponto-final, ponto-de-interrogação e ponto-de-exclamação deverão vir depois das aspas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: De quem é a famosa frase “Conhece-te a ti mesmo”?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: É dos dominicanos ou dos beneditinos o lema “&#039;&#039;Ora et labora&#039;&#039;”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;c) quando a frase continuar após a citação, deve-se utilizar o ponto-de-interrogação ou de-exclamação desta, mas não o ponto-final&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos:&lt;br /&gt;
: A máxima “Todo poder emana do povo” nunca deve ser esquecida pelos governantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A indagação histórica “Até tu?” ainda hoje é usada para indicar grande surpresa e indignação com alguém.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Valores_monet%C3%A1rios&amp;diff=581</id>
		<title>Valores monetários</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Valores_monet%C3%A1rios&amp;diff=581"/>
		<updated>2020-06-12T14:27:24Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Grafia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para valores monetários, os números são escritos em algarismos, e não por extenso: R$ 3, e não três reais; R$ 100, e não cem reais; R$1.533; R$ 280 mil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Números acima de mil são grafados de forma mista, com algarismos e palavras: R$ 3 mil, R$ 4,3 mil, R$ 30 mil, R$ 100 mil, US$ 5 milhões. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Tourinho sugeriu a instituição de uma bolsa de pesquisa no valor de R$ 3 mil.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
* De acordo com o senador, num município com 1 milhão de árvores (2 mil hectares), a exploração da seringueira permite uma renda bruta mensal de R$ 1,2 milhão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Símbolo&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Use o símbolo da moeda apenas para reais (R$) e para o dólar americano (US$).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
* O objetivo é garantir uma renda de pelo menos R$ 70 por pessoa.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
* Se tirarmos da balança comercial o PIB do agronegócio, as exportações brasileiras, o déficit na balança comercial superaria os US$ 50 bilhões — acrescentou.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
* Trata-se de um investimento de &amp;lt;s&amp;gt;2 bilhões de reais&amp;lt;/s&amp;gt; R$ 2 bilhões para a geração de cerca de 30 mil postos de trabalhos, diretos e indiretos. Investimento que, sem dúvida alguma, vai contribuir para transformar o perfil socioeconômico de Alagoas — explicou.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
* Segundo Eduardo Lopes, um servidor que recebe cerca de &amp;lt;s&amp;gt;R$ 4 mil reais&amp;lt;/s&amp;gt; R$ 4 mil brutos deixa em torno de 38% desse valor nos cofres públicos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Para as moedas dos demais países e para as brasileiras já extintas, a grafia deve ser sempre por extenso: 20 marcos alemães, 2 mil ienes, 5 dólares canadenses, cruzeiros (Cr$), cruzados (CZ$), cruzados novos (NCz$).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Abreviatura&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os valores de grandeza monetária podem ser abreviados (mi, bi, tri) em títulos, legendas, tabelas, gráficos, infográficos, creditagem de TV e &#039;&#039;crawl&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Exemplo para títulos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Emenda individual para o Orçamento será de R$ 10 mi&lt;br /&gt;
* Programa prevê R$ 133 bi para rodovias e ferrovias&lt;br /&gt;
* Governo poupa R$ 40 bi com redutor &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Outros&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nome das moedas é escrito em inicial minúscula: o real, o dólar, o peso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Use espaço entre o símbolo e o valor: R$ 200.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não use zero na casa decimal: R$ 180 e não R$ 180,00.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Atenção! Para valores inexatos, escreva o valor por extenso:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Segundo o senador, nos últimos dez anos o Ministério dos Transportes injetou quase meio bilhão de reais na reconstrução, mas o licenciamento ambiental não foi liberado pelo Ibama.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=N%C3%BAmeros&amp;diff=580</id>
		<title>Números</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=N%C3%BAmeros&amp;diff=580"/>
		<updated>2020-06-12T14:26:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O que escrever por extenso e em algarismo&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É recomendável o uso de numerais por extenso apenas nos casos de números com até duas sílabas; quanto aos números com mais de duas sílabas, recomenda-se representá-los exclusivamente por meio de algarismos: “os &#039;&#039;&#039;dez&#039;&#039;&#039; países”, “os &#039;&#039;&#039;treze&#039;&#039;&#039; secretários”, “os &#039;&#039;&#039;quinze&#039;&#039;&#039; membros”, mas “os &#039;&#039;&#039;16&#039;&#039;&#039; países”, “os &#039;&#039;&#039;17&#039;&#039;&#039; membros”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de mil: use algarismo + palavra para números redondos ou aproximados | 3 mil; 4,3 mil; 18,7 mil; 3 milhões; 20 milhões; 1,3 bilhão. Não use 1 mil, use apenas mil. Se for necessário registrar o número preciso (quando não inteiro), use algarismos: 12.357; 20.004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: E informou que há países com economias similares à brasileira com &#039;&#039;&#039;mil&#039;&#039;&#039; companhias abertas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Tourinho sugeriu a instituição de uma bolsa de pesquisa no valor de &#039;&#039;&#039;R$ 3 mil&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Os rios da Amazônia, com &#039;&#039;&#039;18,3 mil&#039;&#039;&#039; km de vias navegáveis, transportam &#039;&#039;&#039;1,2 milhão&#039;&#039;&#039; de pessoas por mês.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Veja exceções: escreva sempre em algarismos!&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Dia, década e século&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
13 de fevereiro; 13/02/2012; anos 1980, década de 1970; século 21 (ou XXI).&lt;br /&gt;
O Congresso Nacional se reúne de 1 de fevereiro a 17 de julho e de 1º de agosto a 22 de dezembro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Percentagem&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
A produção agropecuária é hoje responsável por &#039;&#039;&#039;27%&#039;&#039;&#039; do produto interno bruto (PIB) brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Números decimais&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Em 1995, a renda do brasileiro equivalia a &#039;&#039;&#039;2,57&#039;&#039;&#039; vezes à do habitante dos países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Medida, peso, grandeza, distância&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Santa Catarina aprovou em 2009 um código ambiental local, que reduz o limite de recomposição das APPs desmatadas para &#039;&#039;&#039;5 m&#039;&#039;&#039; nas propriedades com menos de &#039;&#039;&#039;50 hectares&#039;&#039;&#039;, e para &#039;&#039;&#039;10 m&#039;&#039;&#039; em todas as outras.&lt;br /&gt;
Gráfica arrecada &#039;&#039;&#039;4 t&#039;&#039;&#039; de alimentos em doações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Temperatura&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
40 graus (&#039;&#039;&#039;40 ºC&#039;&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Placar de jogos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Brasil &#039;&#039;&#039;2 x 0&#039;&#039;&#039; Argentina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Remissões&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
(veja infográfico na &#039;&#039;&#039;página 7&#039;&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Aproximações&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
Use apenas números inteiros. É errado dizer, por exemplo, “cerca de 47 pessoas”, pois, assim, se dá a informação exata (47) e não aproximada. Seria aceitável, nesse caso, “cerca de 50 pessoas”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Neste domingo, cerca de 70 profissionais estarão envolvidos na transmissão das principais notícias sobre a votação e a apuração em todo o país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Início de parágrafo&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
Escreva o número por extenso. Se possível, reescreva a frase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Vinte e cinco anos depois, as vítimas reivindicam assistência médica adequada e ressarcimento financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Passados 25 anos, as vítimas reivindicam assistência médica adequada e ressarcimento financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Ordem de grandeza&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
Indique sempre a ordem de grandeza dos números. Não há problema em repetir palavras para isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: No mesmo momento, ela lacra o provedor de acesso, deixando toda uma população, normalmente de 5 mil a 10 mil pessoas, sem acesso à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Somente na América Latina, o PIB cresceria entre US$ 50 bilhões e US$ 70 bilhões e de 1,1 milhão a 1,7 milhão de pessoas conseguiriam um emprego, metade delas no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Uso de pontos e zeros&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
---- &lt;br /&gt;
Use ponto nos números acima de mil (Lei 8.666, de 1993, 1.342 pessoas), exceto para ano: 1997 e não 1.997.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Use vírgula para o decimal: R$ 11.230,56&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Gabrielli explicou que o TCU considera inconstitucional o Decreto 2.745/1998, editado para regular a atuação da Petrobras no regime de concessões, entendendo que a estatal deveria cumprir a Lei Geral de Licitações (Lei 8.666, de 1993), bem mais rígida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O representante da ABIEC destacou o crescimento da produção de carne no Brasil e lembrou que, desde 1970, o rebanho brasileiro aumentou 2,5 vezes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não use zero antes de números como hora: escreva 8h, em vez de 08h.&lt;br /&gt;
Use zero para datas: 02/06/2012.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
: Matéria corrigida em 30/08/2012, às 9h28. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não use zero na casa decimal: R$ 180, e não R$ 180,00; 5%, e não 5,0%; 15,4 mil, e não 15,40 mil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O limite para vendas isentas de tributos nas lojas francas pode aumentar de US$ 500 para US$ 1.200.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Fração&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Frações são escritas com algarismos (7/12), exceto quando os dois elementos são menores que dez (dois terços). O verbo deve concordar com o numerador da fração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Uma PEC precisa do apoio de um terço dos senadores ou dos deputados para ser apresentada e, para ser aprovada, do voto de, no mínimo, três quintos dos parlamentares em cada Casa, em dois turnos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Meio&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Use meio ou 0,5, mas prefira a forma em algarismos para títulos, legendas, infográficos ou quando houver outros numerais no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O esforço envolveu 2.450 escolas de ensino fundamental, 15 mil professores e cerca de 0,5 milhão de estudantes.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Horas&amp;diff=579</id>
		<title>Horas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Horas&amp;diff=579"/>
		<updated>2020-06-12T14:25:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever horários em português em contextos formais, deve-se usar o sistema de 24 horas: por exemplo, 16h30 ou 16:30, reservando 4h30 e 4:30 para o horário de quatro e meia da madrugada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por cautela extrema, pode-se, mesmo assim, usar a expressão “da manhã” ou “da madrugada”, a fim de evitar qualquer ambiguidade: &amp;quot;O ministro deverá chegar às 10h35 da manhã.&amp;quot; &amp;quot;O ministro deverá chegar às 10 horas da manhã.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se vê nos exemplos acima, nas horas inteiras pode-se usar o substantivo “hora(s)”; nos demais casos, pode-se usar o símbolo de hora, que é “h” – escrito em letra minúscula e sem ponto, como é de rigor nos símbolos (vide km, símbolo de quilômetro, frequentemente grafado, incorretamente, *Km).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O meio-dia é representado por 12h00, 12h ou 12:00, e a meia-noite, por 00h00, 00h ou 00:00.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda como se vê no exemplo acima, se se usa o formato que já traz o símbolo de hora (“h”), não se deve escrever a palavra “hora(s)”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a rigor signifique o momento exato em que começa um novo dia, a palavra “meia-noite” e suas traduções são fonte de potencial confusão (quanto a qual dia se referem – se ao que se inicia ou ao que acaba de terminar). Por essa razão, recomenda-se o uso preferencial dos horários 23h59 ou 00h01.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Datas&amp;diff=578</id>
		<title>Datas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Datas&amp;diff=578"/>
		<updated>2020-06-12T14:25:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever datas por extenso, cumpre recordar que os nomes dos meses de ano se escrevem em português com minúscula inicial: &amp;quot;O festival terá início na última semana de fevereiro e durará até a segunda semana de março.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Constituem exceção, naturalmente, as ocorrências em nomes próprios, ou em expressões tratadas como nome próprio: &amp;quot;Moram na rua Quinze de Novembro.&amp;quot; &amp;quot;A embaixada organizou um excelente Sete de Setembro este ano.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever datas por extenso, números menores que dez não devem levar um “zero à esquerda”: escreva-se, portanto, “Brasília, 9 de março” (e não &amp;quot;Brasília, 09 de março&amp;quot;). “O evento ocorrerá entre os dias 1 e 5 de setembro próximo” (no caso do dia primeiro de um mês, pode-se usar o número cardinal, 1, em vez do ordinal, 1º, para padronização).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever datas inteiramente por meio de números, porém, a padronização internacional atual recomenda o uso de sempre dez dígitos – dois para dia e dois para o mês (mesmo no caso de números menores que dez) e quatro algarismos para o ano: 14/09/2017, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em textos, use da seguinte forma: 7 de fevereiro de 2012.&lt;br /&gt;
: Com participação de argentinos, PARLASUL volta a se reunir em 2 de julho.&lt;br /&gt;
: De acordo com a Constituição, o Congresso Nacional se reúne de 1 de fevereiro a 17 de julho e de 1 de agosto a 22 de dezembro.&lt;br /&gt;
: Em infográficos, tabelas, créditos de imagens ou textos de legenda, pode-se usar a data de forma abreviada. Nesse caso, separe os números por barra e use zero antes dos números: 07/02/2012.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Nomes_oficiais_de_pa%C3%ADses_em_ingl%C3%AAs,_espanhol_e_franc%C3%AAs&amp;diff=577</id>
		<title>Nomes oficiais de países em inglês, espanhol e francês</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Nomes_oficiais_de_pa%C3%ADses_em_ingl%C3%AAs,_espanhol_e_franc%C3%AAs&amp;diff=577"/>
		<updated>2020-06-12T14:24:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width: 100%; text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ style=&amp;quot;font-style: italic;&amp;quot;|&#039;&#039;&#039;Nomes oficiais de países em inglês, espanhol e francês&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!  Inglês !!  Espanhol !! Francês&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Afghanistan, Islamic Republic of Afghanistan || Afganistán, República Islámica de Afganistán || Afghanistan, République islamique d’Afghanistan&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Albania, Republic of Albania || Albania, Republic of Albania || Albanie, République d’Albanie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Algeria, People&#039;s Democratic Republic of Algeria || Argelia, República Argelina Democrática y Popular || Algérie, République algérienne démocratique et populaire&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Andorra, Principality of Andorra || Andorra, Principado de Andorra || Andorre, Principauté d&#039;Andorre&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Angola, Republic of Angola || Angola, República de Angola || Angola, République d&#039;Angola&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Antigua and Barbuda, Antigua and Barbuda || Antigua y Barbuda, Antigua y Barbuda || Antigua-et-Barbuda, Antigua-et-Barbuda&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Argentina, Argentine Republic || Argentina, República Argentina || Argentine, République Argetine &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Armenia, Republic of Armenia || Armenia, República de Armenia || Arménie, République d&#039;Arménie &lt;br /&gt;
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|-&lt;br /&gt;
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|-&lt;br /&gt;
|Denmark, Kingdom of Denmark || Dinamarca, Reino de Dinamarca || Danemark, Royaume du Danemark&lt;br /&gt;
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|-&lt;br /&gt;
|Dominica, Commonwealth of Dominica || Dominica, Commonwealth de Dominica || Dominique, Commonwealth de Dominique&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Dominican Republic, Dominican Republic || República Dominicana, República Dominicana || République dominicaine, République dominicaine&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Ecuador, Republic of Ecuador || Ecuador, República del Ecuador || Équateur, République de l’Équateur&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Egypt, Arab Republic of Egypt || Egipto, República Árabe de Egipto || Égypte, République arabe d’Égypte&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|El Salvador, Republic of El Salvador || El Salvador, República de El Salvador || Salvador, République du Salvador&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Equatorial Guinea, Republic of Equatorial Guinea || Guinea Ecuatorial, República de Guinea Ecuatorial || Guinée équatoriale, République de Guinée équatoriale&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Eritrea, State of Eritrea || Eritrea, Estado de Eritrea || Érythrée, État d’Érythrée&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Estonia, Republic of Estonia || Estonia, República de Estonia || Estonie, République d’Estonie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Ethiopia, Federal Democratic Republic of Ethiopia || Etiopía, República Democrática Federal de Etiopía || Éthiopie, République démocratique fédérale d’Éthiopie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Fiji, Republic of Fiji || Fiyi, República de Fiyi || Fidji, République des Fidji&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Finland, Republic of Finland || Finlandia, República de Finlandia || Finlande, République de Finlande&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|France, French Republic || Francia, República Francesa || France, République française&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Gabon, Gabonese Republic || Gabón, República Gabonesa || Gabon, République gabonaise&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|The Gambia, Republic of The Gambia || Gambia, República de Gambia || Gambie, République de Gambie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Georgia, Georgia || Georgia, Georgia || Géorgie, Géorgie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Germany, Federal Republic of Germany || Alemania, República Federal de Alemania || Allemagne, République fédérale d’Allemagne&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Ghana, Republic of Ghana || Ghana, República de Ghana || Ghana, République du Ghana&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Greece, Hellenic Republic || Grecia, República Helénica || Grèce, République hellénique&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Grenada, Grenada || Granada, Granada || Grenade, Grenade&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Guatemala, Republic of Guatemala || Guatemala, República de Guatemala || Guatémala, République du Guatémala&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Guinea, Republic of Guinea || Guinea, República de Guinea || Guinée, République de Guinée&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Guinea-Bissau, Republic of Guinea-Bissau || Guinea-Bissau, República de Guinea-Bissau || Guinée-Bissau, République de Guinée-Bissau&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Guyana, Cooperative Republic of Guyana || Guyana, República Cooperativa de Guyana || Guyana, République coopérative du Guyana&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Haiti, Republic of Haiti || Haití, República de Haití || Haïti, République d’Haïti&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Honduras, Republic of Honduras || Honduras, República de Honduras || Honduras, République du Honduras&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Hungary, Hungary || Hungría, Hungría || Hongrie, Hongrie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Iceland, Iceland || Islandia, Islandia || Islande, Islande&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|India, Republic of India || India, República de la India || Inde, République de l’Inde&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Indonesia, Republic of Indonesia || Indonesia, República de Indonesia || Indonésie, République d’Indonésie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Iran, Islamic Republic of Iran || Irán, República Islámica de Irán || Iran, République islamique d’Iran&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Iraq, Republic of Iraq || Irak, República de Irak || Iraq, République d’Iraq&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Ireland, Ireland || Irlanda, Irlanda || Irlande, Irlande&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Israel, State of Israel || Israel, Estado de Israel || Israël, État d’Israël&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Italy, Italian Republic || Italia, República Italiana || Italie, République italienne&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Jamaica, Jamaica || Jamaica, Jamaica || Jamaïque, Jamaïque&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Japan, Japan || Japón, Japón || Japon, Japon&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Jordan, Hashemite Kingdom of Jordan || Jordania, Reino Hachemita de Jordania || Jordanie, Royaume hachémite de Jordanie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Kazakhstan, Republic of Kazakhstan || Kazajistán, República de Kazajistán || Kazakhstan, République du Kazakhstan&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Kenya, Republic of Kenya || Kenia, República de Kenia || Kenya, République du Kenya&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Kiribati, Republic of Kiribati || Kiribati, República de Kiribati || Kiribati, République des Kiribati&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|(North) Korea, Democratic People&#039;s Republic of Korea || Corea (del Norte), República Popular Democrática de Corea || Corée (du Nord), République populaire démocratique de Corée&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|(South) Korea, Republic of Korea || Corea (del Sur), República de Corea || Corée (du Sud), République de Corée&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Kuwait, State of Kuwait || Kuwait, Estado de Kuwait || Koweït, État du Koweït&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Kyrgyzstan, Kyrgyz Republic || Kirguistán, República Kirguisa || Kirghizstan, République kirghize&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Laos, Lao People&#039;s Democratic Republic || Laos, República Democrática Popular de Laos || Laos, République démocratique populaire lao&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Latvia, Republic of Latvia || Letonia, República de Letonia || Lettonie, République de Lettonie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Lebanon, Lebanese Republic || Líbano, República Libanesa || Liban, République libanaise&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Lesotho, Kingdom of Lesotho || Lesoto, Reino de Lesoto || Lesotho, Royaume du Lesotho&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Liberia, Republic of Liberia || Liberia, República de Liberia || Libéria, République du Libéria&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Libya, Libya || Libia, Libia || Libye, Libye&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Liechtenstein, Principality of Liechtenstein || Liechtenstein, Principado de Liechtenstein || Liechtenstein, Principauté de Liechtenstein&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Lithuania, Republic of Lithuania || Lituania, República de Lituania || Lituanie, République de Lituanie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Luxembourg, Grand Duchy of Luxembourg || Luxemburgo, Gran Ducado de Luxemburgo || Luxembourg, Grand-Duché de Luxembourg&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Macedonia, Republic of Macedonia || Macedonia, República de Macedonia || Macédoine, République de Macédoine&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Madagascar, Republic of Madagascar || Madagascar, República de Madagascar || Madagascar, République de Madagascar&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Malawi, Republic of Malawi || Malaui, República de Malaui || Malawi, République du Malawi&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Malaysia, Malaysia || Malasia, Malasia || Malaisie, Malaisie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Maldives, Republic of Maldives || Maldivas, República de Maldivas || Maldives, République des Maldives&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Mali, Republic of Mali || Mali, República de Mali || Mali, République du Mali&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Malta, Republic of Malta || Malta, República de Malta || Malte, République de Malte&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Marshall Islands, Republic of the Marshall Islands || Islas Marshall, República de las Islas Marshall || Marshall, République des Îles Marshall&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Mauritania, Islamic Republic of Mauritania || Mauritania, República Islámica de Mauritania || Mauritanie, République islamique de Mauritanie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Mauritius, Republic of Mauritius || Mauricio, República de Mauricio || Maurice, République de Maurice&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Mexico, United Mexican States || México, Estados Unidos Mexicanos || Mexique, États-Unis mexicains&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Micronesia, Federated States of Micronesia || Micronesia, Estados Federados de Micronesia || Micronésie, États fédérés de Micronésie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Moldova, Republic of Moldova || Moldova, República de Moldova || Moldova, République de Moldova&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Monaco, Principality of Monaco || Mónaco, Principado de Mónaco || Monaco, Principauté de Monaco&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Mongolia, Mongolia || Mongolia, Mongolia || Mongolie, Mongolie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Montenegro, Montenegro || Montenegro, Montenegro || Monténégro, Monténégro&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Morocco, Kingdom of Morocco || Marruecos, Reino de Marruecos || Maroc, Royaume du Maroc&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Mozambique, Republic of Mozambique || Mozambique, República de Mozambique || Mozambique, République du Mozambique&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Myanmar, Republic of the Union of Myanmar || Myanmar, República de la Unión de Myanmar || Myanmar, République de l’Union du Myanmar&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Namibia, Republic of Namibia || Namibia, República de Namibia || Namibie, République de Namibie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Nauru, Republic of Nauru || Nauru, República de Nauru || Nauru, République de Nauru&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Nepal, Federal Democratic Republic of Nepal || Nepal, República Democrática Federal de Nepal || Népal, République démocratique fédérale du Népal&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Netherlands, Kingdom of the Netherlands || Países Bajos, Reino de los Países Bajos || Pays-Bas, Royaume des Pays-Bas&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|New Zealand, New Zealand || Nueva Zelandia, Nueva Zelandia || Nouvelle-Zélande, Nouvelle-Zélande&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Nicaragua, Republic of Nicaragua || Nicaragua, República de Nicaragua || Nicaragua, République du Nicaragua&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Niger, Republic of Niger || Níger, República de Níger || Niger, République du Niger&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Nigeria, Federal Republic of Nigeria || Nigeria, República Federal de Nigeria || Nigéria, République fédérale du Nigéria&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Niue, Niue || Niue, Niue || Niue, Niue&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Norway, Kingdom of Norway || Noruega, Reino de Noruega || Norvège, Royaume de Norvège&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Oman, Sultanate of Oman || Omán, Sultanato de Omán || Oman, Sultanat d’Oman&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Pakistan, Islamic Republic of Pakistan || Pakistán, República Islámica de Pakistán || Pakistan, République islamique du Pakistan&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Palau, Republic of Palau || Palaos, República de Palaos || Palaos, République des Palaos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Palestine, State of Palestine || Palestina, Estado de Palestina || Palestine, État de Palestine&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Panama, Republic of Panama || Panamá, República de Panamá || Panama, République du Panama&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Papua New Guinea, Independent State of Papua New || Papúa Nueva Guinea, Estado Independiente de Papúa Nueva || Papouasie-Nouvelle-Guinée, État indépendant de Papouasie-Nouvelle-Guinea&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Paraguay,Republic of Paraguay || Paraguay,  República del Paraguay || Paraguay, République du Paraguay&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Peru, Republic of Peru || Perú, República del Perú, || Pérou, République du Pérou&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Philippines, |Republic of the Philippines ||  Filipinas, República de Filipinas || Philippines, République des Philippines &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Poland, Republic of Poland || Polonia, República de Polonia || Pologne, République de Pologne,&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Portugal, Portuguese Republic || Portugal,  República Portuguesa ||  Portugal, République portugaise,&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Qatar, State of Qatar || Catar, Estado de Catar || Qatar, État du Qatar&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Romania, Romania || Rumania, Rumania || Roumanie, Roumanie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Russia, Russian Federation,  || Rusia,  Federación de Rusia || Russie, Fédération de Russie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Rwanda, Republic of Rwanda || Ruanda, República de Ruanda || Rwanda, République du Rwanda&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Saint Kitts and Nevis, Federation of Saint Kitts and Nevis ||  San Cristóbal y Nieves, Federación de San Cristóbal y Nieves || Saint-Christophe-et-Niévès, Fédération de Saint-Christophe-et-Niévès&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Saint Lucia, Saint Lucia || Santa Lucía, Santa Lucía, || Sainte-Lucie, Sainte-Lucie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Saint Vincent and the Grenadines, Saint Vincent and the Grenadines ||  San Vicente y las Granadinas, San Vicente y las Granadinas ||  Saint-Vincent-et-les-Grenadines, Saint-Vincent-et-les-Grenadines&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Samoa, Independent State of Samoa || Samoa, Estado Independiente de Samoa || Samoa, État indépendant du Samoa&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|San Marino, Republic of San Marino || San Marino, República de San Marino || Saint-Marin, République de Saint-Marin&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Sao Tome and Principe, Democratic Republic of Sao Tome and, Principe || Santo Tomé y Príncipe, República Democrática de Santo Tomé y Príncipe || République de Saint-Marin, Sao Tomé-et-Principe&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Saudi Arabia, Kingdom of Saudi Arabia || Arabia Saudita, Reino de la Arabia Saudita || Arabie saoudite, Royaume d’Arabie saoudite&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Senegal, Republic of Senegal || Senegal, República del Senegal || Sénégal, République du Sénégal&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Serbia, Republic of Serbia || Serbia, República de Serbia || Serbie, République de Serbie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Seychelles, Republic of Seychelles || Seychelles, República de Seychelles || Seychelles, République des Seychelles&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Sierra Leone, Republic of Sierra Leone || Sierra Leona, República de Sierra Leona || Sierra Leone, République de Sierra Leone&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Singapore, Republic of Singapore || Singapur, República de Singapur || Singapour, République de Singapour&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Slovakia, Slovak Republic || Eslovaquia, República Eslovaca || Slovaquie, République slovaque&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Slovenia, Republic of Slovenia || Eslovenia, República de Eslovenia || Slovénie, République de Slovénie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Solomon Islands, Solomon Islands || Islas Salomón, Islas Salomón || Salomon, Îles Salomon&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Somalia, Federal Republic of Somalia || Somalia, República Federal de Somalia || Somalie, République fédérale de Somalie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|South Africa, Republic of South Africa || Sudáfrica, República de Sudáfrica || Afrique du Sud, République d’Afrique du Sud&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|South Sudan, Republic of South Sudan || Sudán del Sur, República de Sudán del Sur || Soudan du Sud, République du Soudan du Sud&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Spain, Kingdom of Spain || España, Reino de España || Espagne, Royaume d’Espagne&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Sri Lanka, Democratic Socialist Republic of Sri Lanka || Sri Lanka, República Democrática Socialista de Sri Lanka || Sri Lanka, République démocratique socialiste duSri Lanka&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Sudan, Republic of the Sudan || Sudán, República de Sudán || Soudan, République du Soudan &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Suriname, Republic of Suriname|| Surinam, República de Surinam || Suriname, République du Suriname&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Swaziland, Kingdom of Swaziland ||  Suazilandia, Reino de Suazilandia || Swaziland, Royaume du Swaziland&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Sweden, Kingdom of Sweden || Suecia, Reino de Suecia || Suède, Royaume de Suède&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Switzerland, Swiss Confederation || Suiza, Confederación Suiza || Suisse, Confédération suisse&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Syria, Syrian Arab Republic || Siria, República Árabe Siria || Syrie, République arabe syrienne&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Tajikistan, Republic of Tajikistan || Tayikistán, República de Tayikistán || Tadjikistan, République du Tadjikistan&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Tanzania, United Republic of Tanzania || Tanzania, República Unida de Tanzania || Tanzanie, République unie de Tanzanie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Thailand, Kingdom of Thailand || Tailandia, Reino de Tailandia || Thaïlande, Royaume de Thaïlande&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Timor-Leste, Democratic Republic of Timor-Leste || Timor-Leste,  República Democrática de Timor-Leste || Timor-Leste, République démocratique du Timor-Leste&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Togo, Togolese Republic  ||Togo, República Togolesa || Togo, République togolaise&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Tonga, Kingdom of Tonga || Tonga, Reino de Tonga || Tonga, Royaume des Tonga&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|Trinidad and Tobago, Republic of Trinidad and Tobago || Trinidad y Tobago, República de Trinidad y Tobago ||  Trinité-et-Tobago,  République de Trinité-et-Tobago&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Tunisia, Republic of Tunisia, || Túnez, República de Túnez, || Tunisie, République tunisienne, &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Turkey, Republic of Turkey || Turquía, República de Turquía, || Turquie, République de Turquie, &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Turkmenistan, Turkmenistan || Turkmenistán, Turkmenistán || Turkménistan, Turkménistan&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Tuvalu, Tuvalu || Tuvalu, Tuvalu || Tuvalu, Tuvalu &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Ukraine, Ukraine || Ucrania, Ucrania || Ukraine, Ukraine&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Uganda, Republic of Uganda  || Uganda República de Uganda || Ouganda,République d’Ouganda &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|United Arab Emirates, United Arab Emirates || Emiratos Árabes Unidos, Emiratos Árabes Unidos   || Émirats arabes unis,Émirats arabes unis&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|United Kingdom, United Kingdom of Great Britain and, Northern Ireland || Reino Unido, Reino Unido de Gran Bretaña e Irlanda, del Norte || Royaume-Uni, Royaume-Uni de Grande-Bretagne et, d’Irlande du Nord&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|United States, United States of America || Estados Unidos, Estados Unidos de América || États-Unis, États-Unis d’Amérique&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Uruguay, Oriental Republic of Uruguay || Uruguay, República Oriental del Uruguay || Uruguay, République orientale de l’Uruguay&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Uzbekistan, Republic of Uzbekistan || Uzbekistán, República de Uzbekistán || Ouzbékistan, République d’Ouzbékistan&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vanuatu, Republic of Vanuatu || Vanuatu, República de Vanuatu || Vanuatu, République du Vanuatu&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vatican / The Holy See, Vatican City State / The Holy See || Vaticano / Santa Sede, Estado de la Ciudad del Vaticano / Santa Sede || Vatican / Saint-Siège, État de la Cité du Vatican / Saint-Siège&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Venezuela, Bolivarian Republic of Venezuela || Venezuela, República Bolivariana de Venezuela || Vénézuéla, République bolivarienne du Vénézuéla&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Viet Nam, Socialist Republic of Viet Nam || Vietnam, República Socialista de Vietnam || Viêt Nam, République socialiste du Viêt Nam&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Yemen, Republic do Yemen || Yemen, República del Yemen || Yémen, République du Yémen&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Zambia, Republic of Zambia || Zambia, República de Zambia || Zambie, République de Zambie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Zimbabwe, Republic of Zimbabwe || Zimbabue, República de Zimbabue || Zimbabwe, République du Zimbabwe&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Sujeito_preposicionado&amp;diff=576</id>
		<title>Sujeito preposicionado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Sujeito_preposicionado&amp;diff=576"/>
		<updated>2020-06-12T14:23:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sujeito é o ser de quem se fala ou que executa a ação enunciada na oração. De acordo com a gramática normativa, o sujeito da oração não pode ser preposicionado. Ele pode ter complemento, mas não ser complemento. Devem ser evitadas, portanto, construções com sujeito preposicionado, como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Errado:&#039;&#039;&#039; É tempo do Congresso votar a emenda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Certo:&#039;&#039;&#039; É tempo de o Congresso votar a emenda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Errado:&#039;&#039;&#039; Apesar das relações entre os países estarem cortadas, (...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Certo:&#039;&#039;&#039; Apesar de as relações entre os países estarem cortadas, (...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Errado:&#039;&#039;&#039; Não vejo mal no Governo proceder assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Certo:&#039;&#039;&#039; Não vejo mal em o Governo proceder assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Errado:&#039;&#039;&#039; Antes destes requisitos serem cumpridos, (...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Certo:&#039;&#039;&#039; Antes de estes requisitos serem cumpridos, (...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Errado:&#039;&#039;&#039; Apesar da Assessoria ter informado em tempo, (...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Certo:&#039;&#039;&#039; Apesar de a Assessoria ter informado em tempo, (...).&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Concord%C3%A2ncia_verbal&amp;diff=575</id>
		<title>Concordância verbal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Concord%C3%A2ncia_verbal&amp;diff=575"/>
		<updated>2020-06-12T14:21:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Fonte: &#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A regra geral é: o verbo concorda em número e pessoa com o sujeito da oração.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sujeito único — casos particulares&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Quando o sujeito é representado por expressões partitivas (&#039;&#039;&#039;a maioria de&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;&#039;parte de&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;&#039;uma porção de&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;&#039;metade de&#039;&#039;&#039;) acompanhadas por nome, o verbo pode concordar com o partitivo ou com o nome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: A maior parte dos &#039;&#039;pacientes&#039;&#039; não &#039;&#039;desenvolvem&#039;&#039; os sintomas no início da doença.&lt;br /&gt;
: A &#039;&#039;maior parte&#039;&#039; dos pacientes não &#039;&#039;desenvolve&#039;&#039; os sintomas no início da doença.&lt;br /&gt;
: Pesquisa mostra que &#039;&#039;metade&#039;&#039; dos brasileiros se &#039;&#039;protege&#039;&#039; da radiação solar.&lt;br /&gt;
: Pesquisa mostra que metade dos &#039;&#039;brasileiros&#039;&#039; se &#039;&#039;protegem&#039;&#039; da radiação solar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Quando o sujeito é precedido por expressões como &#039;&#039;&#039;cerca de&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;&#039;mais de&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;&#039;menos de&#039;&#039;&#039; e outras que indicam quantidade aproximada, o verbo concorda com o numeral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Com a medida, &#039;&#039;cerca de 50&#039;&#039; milhões de pessoas &#039;&#039;serão&#039;&#039; beneficiados.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Mais de um&#039;&#039; senador &#039;&#039;votou&#039;&#039; contra a orientação do partido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Nos casos em que o sujeito é um nome próprio no plural:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Se o nome for precedido de artigo, o verbo fica no plural.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Os Estados Unidos consomem&#039;&#039; cerca de 20 milhões de barris de petróleo por dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Se o nome não estiver acompanhado de artigo, o verbo fica no singular.&lt;br /&gt;
: Diante do atual impasse, &#039;&#039;Minas Gerais defende&#039;&#039; regra de transição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Em nome de obras, prefira o verbo no singular:&lt;br /&gt;
: Segundo Sarney, &#039;&#039;Os sertões&#039;&#039; define a nacionalidade do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
4. Quando o sujeito é formado pela expressão &#039;&#039;&#039;um dos que&#039;&#039;&#039;, o verbo fica no plural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O estado foi &#039;&#039;um dos que haviam&#039;&#039; ingressado na Justiça contra os atuais critérios do FPE.&lt;br /&gt;
: Herman Benjamin assinalou que o CDC é &#039;&#039;uma das poucas leis brasileiras nascidas&#039;&#039; por determinação constitucional.&lt;br /&gt;
: Essa é &#039;&#039;uma das leis que&#039;&#039;, mais do que aplicadas, &#039;&#039;são&#039;&#039; muito admiradas elos brasileiros  — enfatizou o ministro.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Quando o sujeito é o pronome relativo &#039;&#039;&#039;que&#039;&#039;&#039;, o verbo concorda em número e pessoa com o antecedente do pronome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Foram &#039;&#039;os integrantes&#039;&#039; da comissão &#039;&#039;que rejeitaram&#039;&#039; a proposta.&lt;br /&gt;
: O senador foi &#039;&#039;um dos poucos que concordaram&#039;&#039; com as emendas ao projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
6. Quando o sujeito é o pronome relativo &#039;&#039;&#039;quem&#039;&#039;&#039;, o verbo fica na terceira pessoa do singular ou concorda com o antecedente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Meu primeiro projeto sobre o assunto foi apresentado há 20 anos e ninguém quis aprová-lo. Não sou &#039;&#039;eu quem está&#039;&#039; atrasando isso — respondeu o senador.&lt;br /&gt;
: Foi &#039;&#039;ele quem propôs&#039;&#039;, no ano passado, a criação de uma subcomissão no Senado que buscasse caminhos para o Brasil vencer o atraso na : exploração desses elementos químicos.&lt;br /&gt;
: São &#039;&#039;eles quem marcam&#039;&#039; a data, os convocados, quando podem comparecer, acordados com a comissão.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Quando o sujeito é um pronome de tratamento, o verbo fica na terceira pessoa do singular e concorda com o gênero da pessoa a que se refere.&lt;br /&gt;
: Senhor governador, Vossa Excelência está equivocado — disse o parlamentar.&lt;br /&gt;
: Senhora governadora, Vossa Excelência está equivocada — disse o parlamentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
8. Nas orações com verbo impessoal, como não há sujeito, o verbo fica sempre na terceira pessoa do singular. São os casos de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) verbo haver no sentido de existir ou de transcurso de tempo:&lt;br /&gt;
: Há 15 anos, apenas 2% dos negros tinham ensino superior concluído. Hoje, o índice está em 6%. — disse o senador.&lt;br /&gt;
: Paulo Bernardo afirmou que há no país 263 milhões de celulares aproximadamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) verbo fazer no sentido de tempo decorrido ou para indicar fenômenos da natureza (chover, ventar, amanhecer, anoitecer, gear)&lt;br /&gt;
: Faz dois anos que o projeto está na Câmara. E é medida provisória em cima de medida provisória travando pauta e dificultando as votações — reclamou o parlamentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
9. Quando o sujeito é indeterminado, o verbo vai para a 3ª pessoa do plural. Porém, quando a indeterminação é indicada pela partícula se, o verbo fica no singular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: “Pediram mais tempo para a decisão, mas ninguém entrou em acordo”, reclamou o senador.&lt;br /&gt;
: Durante a reunião, decidiu-se pelo adiamento da votação.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sujeito composto — casos particulares&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
1. Quando o verbo está antes dos sujeitos, ele pode concordar com o núcleo mais próximo ou ir para o plural.&lt;br /&gt;
: Estreia/estreiam o filme e a peça com base na vida de Ruy Barbosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Quando o verbo está depois dos sujeitos, ele vai para o plural.&lt;br /&gt;
: O senador e o deputado acreditam que a terceirização pode ser uma das explicações para os acidentes que veem ocorrendo nas instalações da empresa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Quando os núcleos forem ligados pela conjunção nem, o verbo vai, de preferência, para o plural.&lt;br /&gt;
: Nem eu nem ninguém vamos passar a mão na cabeça dele — afirmou o ministro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Quando os núcleos forem ligados pela conjunção ou... ou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) se indicar exclusão ou se os núcleos forem similares, o verbo fica no singular:&lt;br /&gt;
: Alienação parental é a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor.&lt;br /&gt;
: Há ainda a ação de oferecimento de alimentos, em que o pai ou mãe ajuíza a ação, oferecendo a quantia que se propõe a pagar.&lt;br /&gt;
: A LAI, ou Lei 12.527/2011, estabelece que qualquer cidadão tem o direito de requerer informações de interesse público, não protegidas por sigilo, a órgãos governamentais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) se indicar inclusão (os dois núcleos do sujeito puderem desenvolver ou sofrer a ação), o verbo fica no plural:&lt;br /&gt;
: Ou o país ou as instituições não serão prejudicados com a decisão — afirmou.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Em caso de sujeito formado pela expressão um ou outro, o verbo fica no singular:&lt;br /&gt;
: Apesar das tentativas vãs que um ou outro membro de outros Poderes faz no sentido de enfraquecer a atividade legislativa, querendo tomar o lugar do legislador, nós somos insubstituíveis — afirmou.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Em sujeito representado pela expressão nem um nem outro, o verbo fica no singular.&lt;br /&gt;
: Nem um nem outra forma de votação foi defendida — disse o senador.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. No caso de núcleos ligados pela partícula com:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) se tiver valor de adição (e), o verbo fica no plural:&lt;br /&gt;
: O sindicato dos rodoviários com (e) os representantes dos trabalhadores rurais fizeram manifestações na frente do Congresso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) se a ideia for de companhia, o verbo concorda com o núcleo do sujeito:&lt;br /&gt;
: O líder, com os demais deputados do partido, discordou da proposta.&lt;br /&gt;
: O líder, em companhia dos demais deputados do partido, discordou da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=L%C3%ADnguas_estrangeiras&amp;diff=574</id>
		<title>Línguas estrangeiras</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=L%C3%ADnguas_estrangeiras&amp;diff=574"/>
		<updated>2020-06-12T14:20:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Nomes do Itamaraty&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ministério das Relações Exteriores é historicamente conhecido, nacional e internacionalmente, como “Itamaraty” – nome do palácio que lhe serve de sede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras línguas é grafado como: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;em inglês&#039;&#039;&#039; - Ministry of Foreign Affairs (of Brazil)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;em francês&#039;&#039;&#039; - Ministère des Affaires étrangères (du Brésil)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;em espanhol&#039;&#039;&#039; - Ministerio de Relaciones Exteriores (de Brasil)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas formas devem ser empregadas em todas as publicações e expedientes institucionais nessas línguas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Títulos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Português&#039;&#039;&#039; (&#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;, p. 56; &#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;, verbete &amp;quot;Itálico&amp;quot;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos títulos de livros, dissertações, teses, etc. em português, todas as palavras devem ser escritas com inicial maiúscula, com exceção de palavras de ligação, como artigos, conjunções e pronomes.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O Sol é para Todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias Póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Moderna Gramática Portuguesa&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Inglês&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos títulos de livros, dissertações, teses, etc. em inglês, a primeira letra de cada palavra deve ser escrita com maiúscula, à exceção de artigos e preposições.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;To Kill a Mockingbird&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;The Posthumous Memoirs of Bras Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Espanhol, francês e italiano&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas a primeira letra deve ser escrita com maiúscula, à exceção de nomes próprios que se encontrem no interior do título.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Matar un ruiseñor&#039;&#039; &lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Ne tirez pas sur l&#039;oiseau moqueur&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memorias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Mémoires posthumes de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Aportuguesamentos_e_uso_de_estrangeirismos&amp;diff=573</id>
		<title>Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Aportuguesamentos_e_uso_de_estrangeirismos&amp;diff=573"/>
		<updated>2020-06-12T14:18:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras em outras línguas que não o português, quando usadas num texto em português, devem ser visualmente destacadas. A melhor forma de o fazer é por meio do uso de letras em itálico: &lt;br /&gt;
: O governo da Eslováquia anunciou hoje que concedeu &#039;&#039;agrément&#039;&#039; à embaixadora brasileira designada para o país.&lt;br /&gt;
: É bastante óbvio qual dos dois lados se beneficia do &#039;&#039;statu quo&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
: Após a chegada da polícia, o &#039;&#039;shopping&#039;&#039; permaneceu fechado até o fim do dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Latinismos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Termos e expressões em latim são tratados como todo outro estrangeirismo – isto é, devem ser destacados sempre que usados em textos em português – por meio de itálico.&lt;br /&gt;
Como regra geral, são mantidas na forma original (destacadas em itálico) as expressões e locuções latinas de uso internacional, das quais são exemplos: &#039;&#039;a contrario sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;ad aeternum&#039;&#039;, &#039;&#039;ad hoc&#039;&#039;, &#039;&#039;ad interim&#039;&#039;, &#039;&#039;ad judicia&#039;&#039;, &#039;&#039;ad referendum&#039;&#039;, &#039;&#039;alma mater&#039;&#039;, &#039;&#039;amicus curiae&#039;&#039;, &#039;&#039;animus contrahendi&#039;&#039;, &#039;&#039;a priori&#039;&#039;, &#039;&#039;a posteriori&#039;&#039;, &#039;&#039;apud&#039;&#039;, &#039;&#039;bona fide&#039;&#039;, &#039;&#039;campus&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;campi&#039;&#039;), &#039;&#039;caput&#039;&#039;, &#039;&#039;causa mortis&#039;&#039;, &#039;&#039;contra legem&#039;&#039;, &#039;&#039;cum grano salis&#039;&#039;, &#039;&#039;curriculum vitae&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;curricula vitae&#039;&#039;), &#039;&#039;data venia&#039;&#039;, &#039;&#039;de facto&#039;&#039;, &#039;&#039;de jure&#039;&#039;, &#039;&#039;erga omnes&#039;&#039; (para todos), &#039;&#039;et alii&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;et al.&#039;&#039;), &#039;&#039;exempli gratia&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;e.g.&#039;&#039;), &#039;&#039;ex nunc&#039;&#039; (que não retroage), &#039;&#039;ex officio&#039;&#039;, &#039;&#039;ex tunc&#039;&#039; (que retroage), &#039;&#039;grosso modo&#039;&#039;, &#039;&#039;habeas corpus&#039;&#039;, &#039;&#039;habeas data&#039;&#039;, &#039;&#039;honoris causa&#039;&#039;, &#039;&#039;ibidem&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;ibid.&#039;&#039;), &#039;&#039;idem&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;id.&#039;&#039;), &#039;&#039;id est&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;i.e.&#039;&#039;), &#039;&#039;in fine&#039;&#039;, &#039;&#039;in loco&#039;&#039;, &#039;&#039;in memoriam&#039;&#039;, &#039;&#039;in natura&#039;&#039;, &#039;&#039;in situ&#039;&#039;, &#039;&#039;inter partes&#039;&#039;, &#039;&#039;in totum&#039;&#039;, &#039;&#039;(in) verbis&#039;&#039;, &#039;&#039;in vitro&#039;&#039;, &#039;&#039;ipsis litteris&#039;&#039;, &#039;&#039;ipsis verbis&#039;&#039;, &#039;&#039;ipso facto&#039;&#039;, &#039;&#039;ipso jure&#039;&#039;, &#039;&#039;jus cogens&#039;&#039;, &#039;&#039;lapsus linguae&#039;&#039;, &#039;&#039;lato sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;locus&#039;&#039; (plural &#039;&#039;loci&#039;&#039;), &#039;&#039;manu militari&#039;&#039;, &#039;&#039;modus operandi&#039;&#039;, &#039;&#039;modus vivendi&#039;&#039;, &#039;&#039;motu proprio&#039;&#039;, &#039;&#039;mutatis mutandis&#039;&#039;, &#039;&#039;opere citato&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;op. cit.&#039;&#039;), &#039;&#039;pacta sunt servanda&#039;&#039;, &#039;&#039;pari passu&#039;&#039;, &#039;&#039;per capita&#039;&#039;, &#039;&#039;per se&#039;&#039;, &#039;&#039;persona (non) grata&#039;&#039;, &#039;&#039;post mortem&#039;&#039;, &#039;&#039;post scriptum&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;p.s.&#039;&#039;), &#039;&#039;pro bono&#039;&#039;, &#039;&#039;pro forma&#039;&#039;, &#039;&#039;pro labore&#039;&#039;, &#039;&#039;pro rata&#039;&#039;, &#039;&#039;pro tempore&#039;&#039;, &#039;&#039;quorum&#039;&#039;, &#039;&#039;ratione personae&#039;&#039;, &#039;&#039;sic&#039;&#039; (usado entre colchetes para indicar que a palavra foi reproduzida fielmente, por mais errada ou estranha que seja), &#039;&#039;sine die&#039;&#039;, &#039;&#039;sine loco&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;s.l.&#039;&#039;, usada entre colchetes em referências bibliográficas quando o local de edição não pode ser identificado), &#039;&#039;sine nomine&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;s.n.&#039;&#039;, usada entre colchetes em referências bibliográficas quando a editora não pode ser identificada), &#039;&#039;sine qua non&#039;&#039;, &#039;&#039;statu quo&#039;&#039; (evitar &#039;&#039;status quo&#039;&#039;, deformação inglesa), &#039;&#039;statu quo ante&#039;&#039;, &#039;&#039;stricto sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;sub judice&#039;&#039;, &#039;&#039;sui generis&#039;&#039;, (&#039;&#039;ut&#039;&#039;) &#039;&#039;supra&#039;&#039;, &#039;&#039;tabula rasa&#039;&#039;, &#039;&#039;ultima ratio&#039;&#039;, &#039;&#039;urbi et orbi&#039;&#039;, &#039;&#039;uti possidetis&#039;&#039;, &#039;&#039;verbi gratia&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;v.g.&#039;&#039;), &#039;&#039;versus&#039;&#039;, &#039;&#039;vide&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso também vale para expressões substantivadas, também consagradas na forma original: “um &#039;&#039;mea culpa&#039;&#039;”, “estão analisando o pedido de &#039;&#039;habeas corpus&#039;&#039;”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas palavras e expressões em outros idiomas, porém, tendem a ser aportuguesados ou incorporados ao vernáculo (caso em que não devem ser destacados em itálico): currículo (embora também possa ser utilizada a forma latina &#039;&#039;curriculum vitae&#039;&#039;, como visto acima), déficit, exequátur, etcécera (e a abreviatura etc.), fac-símile, fórum (plural: fóruns), Internet (usar com inicial maiúscula), memorando (plural: memorandos), O.K. (ou Ok), parêntese, quórum (plural: quóruns), superávit, etc. Note-se que o VOLP não reconhece os aportuguesamentos &amp;quot;déficit&amp;quot; e &amp;quot;superávit&amp;quot;, mas ambas as expressões são consagradas, com acentos (portanto, aportuguesadas) em vários dicionários da língua portuguesa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Outros idiomas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos de expressões de outros idiomas (especialmente inglês e francês) usados em português que devem ser destacados em itálico: &#039;&#039;accountability&#039;&#039;, &#039;&#039;aggiornamento&#039;&#039;, &#039;&#039;agrément&#039;&#039;, &#039;&#039;apartheid&#039;&#039;, &#039;&#039;à vol d&#039;oiseau&#039;&#039;, &#039;&#039;babysitter&#039;&#039;, &#039;&#039;background&#039;&#039;, &#039;&#039;backup&#039;&#039;, &#039;&#039;banner&#039;&#039;, &#039;&#039;benchmarking&#039;&#039;, &#039;&#039;best-seller&#039;&#039;, &#039;&#039;boutade&#039;&#039;, &#039;&#039;browser&#039;&#039;, &#039;&#039;bug&#039;&#039;, &#039;&#039;bullying&#039;&#039;, &#039;&#039;bypass&#039;&#039;, &#039;&#039;caucus&#039;&#039;, &#039;&#039;chassis&#039;&#039;, &#039;&#039;check-in&#039;&#039;, &#039;&#039;check-out&#039;&#039;, &#039;&#039;check-up&#039;&#039;, &#039;&#039;commodity&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;commodities&#039;&#039;), &#039;&#039;common law&#039;&#039;, &#039;&#039;copy and paste&#039;&#039; (ou &#039;&#039;cut and paste&#039;&#039;), &#039;&#039;copyright&#039;&#039;, &#039;&#039;crack&#039;&#039;, &#039;&#039;database&#039;&#039;, &#039;&#039;déjà-vu&#039;&#039;, &#039;&#039;détente&#039;&#039;, &#039;&#039;download&#039;&#039;, &#039;&#039;drive-through&#039;&#039; (ou &#039;&#039;drive-thru&#039;&#039;), &#039;&#039;e-book&#039;&#039;, &#039;&#039;e-mail&#039;&#039;, &#039;&#039;en passant&#039;&#039;, &#039;&#039;esprit de corps&#039;&#039;, &#039;&#039;establishment&#039;&#039;, &#039;&#039;expert&#039;&#039;, &#039;&#039;franchising&#039;&#039;, &#039;&#039;freelancer&#039;&#039;, &#039;&#039;free-shop&#039;&#039;, &#039;&#039;freeway&#039;&#039;, &#039;&#039;gentleman&#039;&#039;, &#039;&#039;glamour&#039;&#039;, &#039;&#039;gourmand&#039;&#039;, &#039;&#039;gourmet&#039;&#039;, &#039;&#039;hardware&#039;&#039;, &#039;&#039;holding&#039;&#039;, &#039;&#039;home page&#039;&#039;, &#039;&#039;imbroglio&#039;&#039; (o VOLP reconhece o aportuguesamento imbróglio), &#039;&#039;impeachment&#039;&#039;, &#039;&#039;input&#039;&#039;, &#039;&#039;insight&#039;&#039;, &#039;&#039;kibutz&#039;&#039;, &#039;&#039;know-how&#039;&#039;, &#039;&#039;last but not least&#039;&#039;, &#039;&#039;layout&#039;&#039;, &#039;&#039;leasing&#039;&#039;, &#039;&#039;Leitmotiv&#039;&#039;, &#039;&#039;lobby&#039;&#039;, &#039;&#039;log in&#039;&#039;, &#039;&#039;mainstream&#039;&#039;, &#039;&#039;marketing&#039;&#039;, &#039;&#039;merchandising&#039;&#039;, &#039;&#039;métier&#039;&#039;, &#039;&#039;mise en scène&#039;&#039;, &#039;&#039;mouse&#039;&#039; (de computador), &#039;&#039;nobreak&#039;&#039;, &#039;&#039;non-paper&#039;&#039;, &#039;&#039;nonsense&#039;&#039;, &#039;&#039;office-boy&#039;&#039;, &#039;&#039;ombudsman&#039;&#039;, &#039;&#039;online&#039;&#039; (ou &#039;&#039;on-line&#039;&#039;), &#039;&#039;outdoor&#039;&#039;, &#039;&#039;output&#039;&#039;, &#039;&#039;overbooking&#039;&#039;, &#039;&#039;overnight&#039;&#039;, &#039;&#039;parti pris&#039;&#039;, &#039;&#039;performance&#039;&#039;, &#039;&#039;personal trainer&#039;&#039;, &#039;&#039;podcast&#039;&#039;, &#039;&#039;rationale&#039;&#039;, &#039;&#039;reboot&#039;&#039;, &#039;&#039;recall&#039;&#039;, &#039;&#039;relax&#039;&#039;, &#039;&#039;replay&#039;&#039;, &#039;&#039;réveillon&#039;&#039;, &#039;&#039;royalty&#039;&#039; (plural &#039;&#039;royalties&#039;&#039;), &#039;&#039;rule of law&#039;&#039;, &#039;&#039;savoir-faire&#039;&#039;, &#039;&#039;scanner&#039;&#039;, &#039;&#039;script&#039;&#039;, &#039;&#039;search&#039;&#039;, &#039;&#039;self-made man&#039;&#039;, &#039;&#039;self-service&#039;&#039;, &#039;&#039;serial killer&#039;&#039;, &#039;&#039;settings&#039;&#039;, &#039;&#039;set-up&#039;&#039;, &#039;&#039;sherpa&#039;&#039;, &#039;&#039;shopping center&#039;&#039;, &#039;&#039;showman&#039;&#039;, &#039;&#039;sign in/out&#039;&#039;, &#039;&#039;site&#039;&#039;, &#039;&#039;slogan&#039;&#039;, &#039;&#039;soft power&#039;&#039;, &#039;&#039;software&#039;&#039;, &#039;&#039;souvenir&#039;&#039;, &#039;&#039;spray&#039;&#039;, &#039;&#039;spread&#039;&#039; (bancário), &#039;&#039;staff&#039;&#039;, &#039;&#039;stand-by&#039;&#039;; &#039;&#039;tête-à-tête&#039;&#039;, &#039;&#039;time-sharing&#039;&#039;, &#039;&#039;tout court&#039;&#039;, &#039;&#039;trade-off&#039;&#039;, &#039;&#039;trailer&#039;&#039;, &#039;&#039;underground&#039;&#039;, &#039;&#039;update&#039;&#039;, &#039;&#039;upgrade&#039;&#039;, &#039;&#039;vis-à-vis&#039;&#039;, &#039;&#039;web&#039;&#039;, &#039;&#039;website&#039;&#039;, &#039;&#039;Zeitgeist&#039;&#039;, &#039;&#039;zoom in&#039;&#039;, &#039;&#039;zoom out&#039;&#039;, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas publicações da FUNAG no idioma português, quando são feitas citações em outros idiomas, mesmo quando constem de parágrafo separado, com recuo e letra menor, deve-se aplicar a mesma regra de destacar o texto por meio de itálico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A regra somente deixa de ser aplicável nas referências bibliográficas, caso em que os destaques em itálico devem seguir as normas da ABNT. No entanto, mesmo nas referências bibliográficas, deve ser mantido o itálico nas expressões latinas, como &#039;&#039;in&#039;&#039;, &#039;&#039;apud&#039;&#039;, &#039;&#039;idem&#039;&#039;, &#039;&#039;ibidem&#039;&#039; (ou &#039;&#039;ibid.&#039;&#039;), &#039;&#039;op. cit.&#039;&#039;, etc. Ver, a propósito, os verbetes &#039;&#039;&#039;[[Citações]]&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;[[Referências]]&#039;&#039;&#039;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Manual_de_revis%C3%A3o_da_FUNAG&amp;diff=572</id>
		<title>Manual de revisão da FUNAG</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Manual_de_revis%C3%A3o_da_FUNAG&amp;diff=572"/>
		<updated>2020-06-12T14:12:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: /* Referências e fontes de pesquisa */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Apresentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual tem o objetivo de ser uma ferramenta teórico-referencial para garantir maior clareza e padronizar as revisões de textos publicados pela Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora elaborado primariamente para servir de referência aos revisores da FUNAG e aos autores que submetam textos para serem publicados pela Fundação, o manual também pode ser útil para o público em geral, pois busca sanar dúvidas comuns do idioma português e consolida recomendações de várias fontes oficiais, listadas no item [[#Referências_e_fontes_de_pesquisa|Referências e fontes de pesquisa]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eventuais comentários e sugestões podem ser enviados para o &#039;&#039;e-mail&#039;&#039; manual@funag.gov.br.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Revisão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Orientações gerais aos revisores]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Revisão e preparação de original]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Línguas estrangeiras]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Maiúsculas e minúsculas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Noções básicas de gramática da língua portuguesa]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Colocação pronominal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Concordância verbal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Pronomes demonstrativos]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Sujeito preposicionado]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Uso do por que/por quê/porque/porquê]] =====&lt;br /&gt;
==== [[Nomes oficiais de países em inglês, espanhol e francês]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Numerais]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Datas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Horas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Números]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Valores monetários]] =====&lt;br /&gt;
==== [[Pontuação]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Aspas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Hífen]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Meia-risca/Travessão]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Parênteses]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Vírgula]] =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Reduções, abreviaturas e siglas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Topônimos e gentílicos]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Uso de itálico]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Vocabulário e dúvidas frequentes]]  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Principais orientações da ABNT]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Citações]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Referências]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências e fontes de pesquisa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual compila recomendações de diversas fontes, com vistas a sanar as dúvidas mais comuns no dia a dia do processo editorial de publicações da FUNAG. Deve ser utilizado em todas as fases, especialmente nas de preparação de originais e revisão de provas, com a finalidade de conferir dados e padronizar termos geográficos, econômicos, legislativos, parlamentares, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para informações mais detalhadas, listam-se, a seguir, as principais fontes de referência utilizadas neste manual: &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;, aprovado pela Portaria nº 292, de 11 de maio de 2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 12 de maio de 2016, atualizado em 13 de maio de 2020, disponível em https://diplopedia.itamaraty.gov.br/uploads/19-Manual_de_Reda%C3%A7%C3%A3o_Oficial_e_Diplom%C3%A1tica_do_Itamaraty.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;, 3ª edição, revista, atualizada e ampliada, aprovado pela Portaria nº 1.369, de 27 de dezembro de 2018, publicada no DOU de 28 de dezembro de 2018, disponível em http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, promulgado pelo Decreto nº 6.583, de 29 de setembro de 2008, publicado no DOU de 30 de setembro de 2008, disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6583.htm; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letras (ABL), disponível em http://bit.ly/buscaVOLP; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), especialmente as normas NBR 6023 (Informação e documentação - referências - elaboração), 2ª edição, de 14 de novembro de 2018; e NBR 10520 (Informação e documentação - citações em documentos - apresentação), de agosto de 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além dessas fontes principais de referência, foram consultadas, para a elaboração deste manual, muitas fontes secundárias, como dicionários da língua portuguesa, gramáticas modernas, além de outros manuais e ferramentas de pesquisa como, por exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de cmunicação da Secretaria de Comunicação Social do Senado Federal&#039;&#039;, disponível em https://www12.senado.leg.br/manualdecomunicacao;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de redação da Câmara de Deputados: padronização e documentos administrativos&#039;&#039;, disponível em http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/32279/manual_redacao_camara.pdf?sequence=7;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual editorial do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada&#039;&#039; (Ipea), disponível em https://www.ipea.gov.br/sites/manualeditorial;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sistema Concórdia do Itamaraty, que contém informações sobre atos internacionais de que o Brasil é parte, disponível em https://concordia.itamaraty.gov.br/; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Biblioteca das Nações Unidas, que contém Informações sobre outros atos internacionais, disponível em http://research.un.org/en/docs/law/treaties.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ajuda==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/5e/Cheatsheet-en.png Resumo de formatação]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [[Detalhamento]]&lt;br /&gt;
[[Usuário:FUNAG|FUNAG]] ([[Usuário Discussão:FUNAG|discussão]]) 15h32min de 5 de outubro de 2017 (BRT)&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Manual_de_revis%C3%A3o_da_FUNAG&amp;diff=571</id>
		<title>Manual de revisão da FUNAG</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Manual_de_revis%C3%A3o_da_FUNAG&amp;diff=571"/>
		<updated>2020-06-12T14:11:24Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: /* Referências e fontes de pesquisa */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Apresentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual tem o objetivo de ser uma ferramenta teórico-referencial para garantir maior clareza e padronizar as revisões de textos publicados pela Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora elaborado primariamente para servir de referência aos revisores da FUNAG e aos autores que submetam textos para serem publicados pela Fundação, o manual também pode ser útil para o público em geral, pois busca sanar dúvidas comuns do idioma português e consolida recomendações de várias fontes oficiais, listadas no item [[#Referências_e_fontes_de_pesquisa|Referências e fontes de pesquisa]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eventuais comentários e sugestões podem ser enviados para o &#039;&#039;e-mail&#039;&#039; manual@funag.gov.br.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Revisão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Orientações gerais aos revisores]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Revisão e preparação de original]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Línguas estrangeiras]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Maiúsculas e minúsculas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Noções básicas de gramática da língua portuguesa]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Colocação pronominal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Concordância verbal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Pronomes demonstrativos]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Sujeito preposicionado]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Uso do por que/por quê/porque/porquê]] =====&lt;br /&gt;
==== [[Nomes oficiais de países em inglês, espanhol e francês]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Numerais]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Datas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Horas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Números]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Valores monetários]] =====&lt;br /&gt;
==== [[Pontuação]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Aspas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Hífen]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Meia-risca/Travessão]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Parênteses]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Vírgula]] =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Reduções, abreviaturas e siglas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Topônimos e gentílicos]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Uso de itálico]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Vocabulário e dúvidas frequentes]]  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Principais orientações da ABNT]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Citações]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Referências]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências e fontes de pesquisa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual compila recomendações de diversas fontes, com vistas a sanar as dúvidas mais comuns no dia a dia do processo editorial de publicações da FUNAG. Deve ser utilizado em todas as fases, especialmente nas de preparação de originais e revisão de provas, com a finalidade de conferir dados e padronizar termos geográficos, econômicos, legislativos, parlamentares, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para informações mais detalhadas, listam-se, a seguir, as principais fontes de referência utilizadas neste manual: &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;, aprovado pela Portaria nº 292, de 11 de maio de 2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 12 de maio de 2016, atualizado em 13 de maio de 2020, disponível em https://diplopedia.itamaraty.gov.br/uploads/19-Manual_de_Reda%C3%A7%C3%A3o_Oficial_e_Diplom%C3%A1tica_do_Itamaraty.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;, 3ª edição, revista, atualizada e ampliada, aprovado pela Portaria nº 1.369, de 27 de dezembro de 2018, publicada no DOU de 28 de dezembro de 2018, disponível em http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, promulgado pelo Decreto nº 6.583, de 29 de setembro de 2008, publicado no DOU de 30 de setembro de 2008, disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6583.htm; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letras (ABL), disponível em http://bit.ly/buscaVOLP; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), especialmente as normas NBR 6023 (Informação e documentação - referências - elaboração), 2ª edição, de 14 de novembro de 2018; e NBR 10520 (Informação e documentação - citações em documentos - apresentação), de agosto de 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além dessas fontes principais de referência, foram consultadas, para a elaboração deste manual, muitas fontes secundárias, como dicionários da língua portuguesa, gramáticas modernas, além de outros manuais e ferramentas de pesquisa como, por exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de Comunicação da Secretaria de Comunicação Social do Senado Federal&#039;&#039;, disponível em https://www12.senado.leg.br/manualdecomunicacao;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de Redação da Câmara de Deputados: padronização e documentos administrativos&#039;&#039;, disponível em http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/32279/manual_redacao_camara.pdf?sequence=7;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual Editorial do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada&#039;&#039; (Ipea), disponível em https://www.ipea.gov.br/sites/manualeditorial;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sistema Concórdia do Itamaraty, que contém informações sobre atos internacionais de que o Brasil é parte, disponível em https://concordia.itamaraty.gov.br/; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Biblioteca das Nações Unidas, que contém Informações sobre outros atos internacionais, disponível em http://research.un.org/en/docs/law/treaties.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ajuda==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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[[Usuário:FUNAG|FUNAG]] ([[Usuário Discussão:FUNAG|discussão]]) 15h32min de 5 de outubro de 2017 (BRT)&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=570</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=570"/>
		<updated>2020-06-05T23:29:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceçôes:&#039;&#039;&#039; a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas em títulos, cargos, postos, funções, profissões e axiônimos em geral&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”; pelo novo Acordo Ortográfico, os cargos, postos e axiônimos em geral devem grafar-se com minúscula inicial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitem inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;). Caso a regra da maiúscula opcional pretendesse abranger os axiônimos, a expressão &amp;quot;neste caso&amp;quot; (que se refere, claramente, ao elemento mais próximo, dos hagiònimos) deveria ter sido substituída por &amp;quot;em ambos os casos&amp;quot; ou &amp;quot;nos dois casos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, recomenda-se que, nas publicações da FUNAG, siga-se a regra oficial, já seguida pelos órgãos de comunicações da Presidência da República e do Congresso Nacional e pela imprensa brasileira e portuguesa em geral, de grafar com inicial minúscula os nomes de títulos, cargos, funções, profissões e axiônimos em geral, reservando o uso de maiúsculas para as instituições: o Senado (mas: o senador; os senadores; a senadora Fulana de Tal); o ministro da Educação (mas: o Ministério da Educação); o doutor; a oficial de chancelaria; o professor; o primeiro-ministro; a chanceler; o arcebispo de Buenos Aires; o embaixador do Brasil na Itália; o vice-presidente Fulano de Tal; o papa Francisco; o patriarca de Moscou; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem outros exemplos de títulos, cargos, profissões e axiônimos em geral que devem ser escritos com iniciais minúsculas: advogado, barão, bispo, capitão, cardeal, conde, conselheiro, coronel, deputado, desembargador, diretor-executivo, doutor, duque, general, imperador, juiz, major, marquês, padre, príncipe, rei, secretário, senhor, vereador, visconde, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa recomendação aplica-se mesmo quando o título seja seguido do nome: o barão do Rio Branco, o duque de Caxias, o marquês de Pombal, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres ou dignitários que se revestem de caráter episcopal: Dom João VI, Dom Pedro I, Dom Paulo Evaristo Arns, etc. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): &#039;&#039;O Senhor do Paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;O senhor do paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;Menino de Engenho&#039;&#039; ou &#039;&#039;Menino de engenho&#039;&#039;, &#039;&#039;Árvore e Tambor&#039;&#039; ou &#039;&#039;Árvore e tambor&#039;&#039;.&amp;quot;&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses etc. em português, que constem de obras da FUNAG, sejam escritos com maiúscula apenas na primeira letra e nos nomes próprios.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O sol é para todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A norma 8.2 da ABNT indica que “o título e o subtítulo devem ser reproduzidos como figuram no documento, separados por dois pontos”, enquanto a íntegra do documento (Normas Brasileiras – ABNT NBR 6023) aponta o uso de maiúscula somente na primeira letra do título seguido por todo o restante em letras minúsculas, exceto nomes próprios e siglas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa regra, que é a mesma das demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), deve ser usada também nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; (p. 56) recomendar para que se use iniciais maiúsculas em todas as palavras, exceto aquelas de ligação, como artigos, conjunções, pronomes etc., este mesmo manual usa em sua bibliografia somente a maiúscula no primeiro elemento e minúsculas nos demais vocábulos. Nota-se, inclusive, que o exemplo usado na página 56 – &#039;&#039;Moderna Gramática Portuguesa&#039;&#039; – está de outra forma na bibliografia na página 173 – BECHARA, Evanildo. &#039;&#039;Moderna gramática portuguesa&#039;&#039;. 19. ed. São Paulo: Nacional, 1974.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de redação da Presidência da República: Acordo Ortogràfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=569</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
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		<updated>2020-06-05T22:36:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceçôes:&#039;&#039;&#039; a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas em títulos, cargos, postos, funções, profissões e axiônimos em geral&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”; pelo novo Acordo Ortográfico, os cargos, postos e axiônimos em geral devem grafar-se com minúscula inicial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitem inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;). Caso a regra da maiúscula opcional pretendesse abranger os axiônimos, a expressão &amp;quot;neste caso&amp;quot; (que se refere, claramente, ao elemento mais próximo, dos hagiònimos) deveria ter sido substituída por &amp;quot;em ambos os casos&amp;quot; ou &amp;quot;nos dois casos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, recomenda-se que, nas publicações da FUNAG, siga-se a regra oficial, já seguida pelos órgãos de comunicações da Presidência da República e do Congresso Nacional e pela imprensa brasileira e portuguesa em geral, de grafar com inicial minúscula os nomes de títulos, cargos, funções, profissões e axiônimos em geral, reservando o uso de maiúsculas para as instituições: o Senado (mas: o senador; os senadores; a senadora Fulana de Tal); o ministro da Educação (mas: o Ministério da Educação); o doutor; a oficial de chancelaria; o professor; o primeiro-ministro; a chanceler; o arcebispo de Buenos Aires; o embaixador do Brasil na Itália; o vice-presidente Fulano de Tal; o papa Francisco; o patriarca de Moscou; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem outros exemplos de títulos, cargos, profissões e axiônimos em geral que devem ser escritos com iniciais minúsculas: advogado, barão, bispo, capitão, cardeal, conde, conselheiro, coronel, deputado, desembargador, diretor-executivo, doutor, duque, general, imperador, juiz, major, marquês, padre, príncipe, rei, secretário, senhor, vereador, visconde, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa recomendação aplica-se mesmo quando o título seja seguido do nome: o barão do Rio Branco, o duque de Caxias, o marquês de Pombal, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres ou dignitários que se revestem de caráter episcopal: Dom João VI, Dom Pedro I, Dom Paulo Evaristo Arns, etc. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): &#039;&#039;O Senhor do Paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;O senhor do paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;Menino de Engenho&#039;&#039; ou &#039;&#039;Menino de engenho&#039;&#039;, &#039;&#039;Árvore e Tambor&#039;&#039; ou &#039;&#039;Árvore e tambor&#039;&#039;.&amp;quot;&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses etc. em português, que constem de obras da FUNAG, sejam escritos com maiúscula apenas na primeira letra e nos nomes próprios.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O sol é para todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A norma 8.2 da ABNT indica que “o título e o subtítulo devem ser reproduzidos como figuram no documento, separados por dois pontos”, enquanto a íntegra do documento (Normas Brasileiras – ABNT NBR 6023) aponta o uso de maiúscula somente na primeira letra do título seguido por todo o restante em letras minúsculas, exceto nomes próprios e siglas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa regra, que é a mesma das demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), deve ser usada também nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; (p. 56) recomendar para que se use iniciais maiúsculas em todas as palavras, exceto aquelas de ligação, como artigos, conjunções, pronomes etc., este mesmo manual usa em sua bibliografia somente a maiúscula no primeiro elemento e minúsculas nos demais vocábulos. Nota-se, inclusive, que o exemplo usado na página 56 – &#039;&#039;Moderna Gramática Portuguesa&#039;&#039; – está de outra forma na bibliografia na página 173 – BECHARA, Evanildo. &#039;&#039;Moderna gramática portuguesa&#039;&#039;. 19. ed. São Paulo: Nacional, 1974.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de Redação da Presidência da República: Acordo Ortogràfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=568</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=568"/>
		<updated>2020-06-05T22:34:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceçôes:&#039;&#039;&#039; a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas em títulos, cargos, postos, funções, profissões e axiônimos em geral&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”; pelo novo Acordo Ortográfico, os cargos, postos e axiônimos em geral devem grafar-se com minúscula inicial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitem inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;). Caso a regra da maiúscula opcional pretendesse abranger os axiônimos, a expressão &amp;quot;neste caso&amp;quot; (que se refere, claramente, ao elemento mais próximo, dos hagiònimos) deveria ter sido substituída por &amp;quot;em ambos os casos&amp;quot; ou &amp;quot;nos dois casos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, recomenda-se que, nas publicações da FUNAG, siga-se a regra oficial, já seguida pelos órgãos de comunicações da Presidência da República e do Congresso Nacional e pela imprensa brasileira e portuguesa em geral, de grafar com inicial minúscula os nomes de títulos, cargos, funções, profissões e axiônimos em geral, reservando o uso de maiúsculas para as instituições: o Senado (mas: o senador; os senadores; a senadora Fulana de Tal); o ministro da Educação (mas: o Ministério da Educação); o doutor; a oficial de chancelaria; o professor; o primeiro-ministro; a chanceler; o arcebispo de Buenos Aires; o embaixador do Brasil na Itália; o vice-presidente Fulano de Tal; o papa Francisco; o patriarca de Moscou; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem outros exemplos de títulos, cargos, profissões e axiônimos em geral que devem ser escritos com iniciais minúsculas: advogado, barão, bispo, capitão, cardeal, conde, conselheiro, coronel, deputado, desembargador, diretor-executivo, doutor, duque, general, imperador, juiz, major, marquês, padre, príncipe, rei, secretário, senhor, vereador, visconde, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa recomendação aplica-se mesmo quando o título seja seguido do nome: o barão do Rio Branco, o duque de Caxias, o marquês de Pombal, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres ou dignitários que se revestem de caráter episcopal: Dom João VI, Dom Pedro I, Dom Paulo Evaristo Arns, etc. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): O Senhor do Paço de Ninães, O senhor do paço de Ninães, Menino de Engenho ou Menino de engenho, Árvore e Tambor ou Árvore e tambor.&amp;quot;&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses etc. em português, que constem de obras da FUNAG, sejam escritos com maiúscula apenas na primeira letra e nos nomes próprios.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O sol é para todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A norma 8.2 da ABNT indica que “o título e o subtítulo devem ser reproduzidos como figuram no documento, separados por dois pontos”, enquanto a íntegra do documento (Normas Brasileiras – ABNT NBR 6023) aponta o uso de maiúscula somente na primeira letra do título seguido por todo o restante em letras minúsculas, exceto nomes próprios e siglas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa regra, que é a mesma das demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), deve ser usada também nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; (p. 56) recomendar para que se use iniciais maiúsculas em todas as palavras, exceto aquelas de ligação, como artigos, conjunções, pronomes etc., este mesmo manual usa em sua bibliografia somente a maiúscula no primeiro elemento e minúsculas nos demais vocábulos. Nota-se, inclusive, que o exemplo usado na página 56 – &#039;&#039;Moderna Gramática Portuguesa&#039;&#039; – está de outra forma na bibliografia na página 173 – BECHARA, Evanildo. &#039;&#039;Moderna gramática portuguesa&#039;&#039;. 19. ed. São Paulo: Nacional, 1974.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de Redação da Presidência da República: Acordo Ortogràfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Horas&amp;diff=533</id>
		<title>Horas</title>
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		<updated>2020-04-28T13:35:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever horários em português em contextos formais, deve-se usar o sistema de 24 horas: por exemplo, 16h30 ou 16:30, reservando 4h30 e 4:30 para o horário de quatro e meia da madrugada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por cautela extrema, pode-se, mesmo assim, usar a expressão “da manhã” ou “da madrugada”, a fim de evitar qualquer ambiguidade: &amp;quot;O ministro deverá chegar às 10h35 da manhã.&amp;quot; &amp;quot;O ministro deverá chegar às 10 horas da manhã.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se vê nos exemplos acima, nas horas inteiras pode-se usar o substantivo “hora(s)”; nos demais casos, pode-se usar o símbolo de hora, que é “h” – escrito em letra minúscula e sem ponto, como é de rigor nos símbolos (vide km, símbolo de quilômetro, frequentemente grafado, incorretamente, *Km).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O meio-dia é representado por 12h00, 12h ou 12:00, e a meia-noite, por 00h00, 00h ou 00:00.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda como se vê no exemplo acima, se se usa o formato que já traz o símbolo de hora (“h”), não se deve escrever a palavra “hora(s)”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a rigor signifique o momento exato em que começa um novo dia, a palavra “meia-noite” e suas traduções são fonte de potencial confusão (quanto a qual dia se referem – se ao que se inicia ou ao que acaba de terminar). Por essa razão, recomenda-se o uso preferencial dos horários 23h59 ou 00h01.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Horas&amp;diff=532</id>
		<title>Horas</title>
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		<updated>2020-04-28T13:35:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever horários em português em contextos formais, deve-se usar o sistema de 24 horas: por exemplo, 16h30 ou 16:30, reservando 4h30 e 4:30 para o horário de quatro e meia da madrugada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por cautela extrema, pode-se, mesmo assim, usar a expressão “da manhã” ou “da madrugada”, a fim de evitar qualquer ambiguidade: &amp;quot;O ministro deverá chegar às 10h35 da manhã.&amp;quot; &amp;quot;O ministro deverá chegar às 10 horas da manhã.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se vê nos exemplos acima, nas horas inteiras pode-se usar o substantivo “hora(s)”; nos demais casos, pode-se usar o símbolo de hora, que é “h” – escrito em letra minúscula e sem ponto, como é de rigor nos símbolos (vide km, símbolo de quilômetro, frequentemente grafado, incorretamente, *Km).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O meio-dia é representado por 12h00, 12h ou 12:00, e a meia-noite, por 00h00, 00h ou 00:00.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda como se vê no exemplo acima, se se usa o formato que já traz o símbolo de hora (“h”), não se deve escrever a palavra “hora(s)”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a rigor signifique o momento exato em que começa um novo dia, a palavra “meia-noite” e suas traduções são fonte de potencial confusão (quanto a qual dia se referem – se ao que se inicia ou ao que acaba de terminar). Por essa razão, recomenda-se o uso preferencial dos horários 23h59 ou 00h01.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
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		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Datas&amp;diff=531</id>
		<title>Datas</title>
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		<updated>2020-04-28T13:34:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever datas por extenso, cumpre recordar que os nomes dos meses de ano se escrevem em português com minúscula inicial: &amp;quot;O festival terá início na última semana de fevereiro e durará até a segunda semana de março.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Constituem exceção, naturalmente, as ocorrências em nomes próprios, ou em expressões tratadas como nome próprio: &amp;quot;Moram na rua Quinze de Novembro.&amp;quot; &amp;quot;A embaixada organizou um excelente Sete de Setembro este ano.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever datas por extenso, números menores que dez não devem levar um “zero à esquerda”: escreva-se, portanto, “Brasília, 9 de março” (e não &amp;quot;Brasília, 09 de março&amp;quot;). “O evento ocorrerá entre os dias 1 e 5 de setembro próximo” (no caso do dia primeiro de um mês, pode-se usar o número cardinal, 1, em vez do ordinal, 1º, para padronização).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever datas inteiramente por meio de números, porém, a padronização internacional atual recomenda o uso de sempre dez dígitos – dois para dia e dois para o mês (mesmo no caso de números menores que dez) e quatro algarismos para o ano: 14/09/2017, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em textos, use da seguinte forma: 7 de fevereiro de 2012.&lt;br /&gt;
: Com participação de argentinos, PARLASUL volta a se reunir em 2 de julho.&lt;br /&gt;
: De acordo com a Constituição, o Congresso Nacional se reúne de 1 de fevereiro a 17 de julho e de 1 de agosto a 22 de dezembro.&lt;br /&gt;
: Em infográficos, tabelas, créditos de imagens ou textos de legenda, pode-se usar a data de forma abreviada. Nesse caso, separe os números por barra e use zero antes dos números: 07/02/2012.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
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		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Horas&amp;diff=530</id>
		<title>Horas</title>
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		<updated>2020-04-28T13:32:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Manual de redação do Itamaraty)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever horários em português em contextos formais, deve-se usar o sistema de 24 horas: por exemplo, 16h30 ou 16:30, reservando 4h30 e 4:30 para o horário de quatro e meia da madrugada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por cautela extrema, pode-se, mesmo assim, usar a expressão “da manhã” ou “da madrugada”, a fim de evitar qualquer ambiguidade: &amp;quot;O ministro deverá chegar às 10h35 da manhã.&amp;quot; &amp;quot;O ministro deverá chegar às 10 horas da manhã.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se vê nos exemplos acima, nas horas inteiras pode-se usar o substantivo “hora(s)”; nos demais casos, pode-se usar o símbolo de hora, que é “h” – escrito em letra minúscula e sem ponto, como é de rigor nos símbolos (vide km, símbolo de quilômetro, frequentemente grafado, incorretamente, *Km).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O meio-dia é representado por 12h00, 12h ou 12:00, e a meia-noite, por 00h00, 00h ou 00:00.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda como se vê no exemplo acima, se se usa o formato que já traz o símbolo de hora (“h”), não se deve escrever a palavra “hora(s)”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a rigor signifique o momento exato em que começa um novo dia, a palavra “meia-noite” e suas traduções são fonte de potencial confusão (quanto a qual dia se referem – se ao que se inicia ou ao que acaba de terminar). Por essa razão, recomenda-se o uso preferencial dos horários 23h59 ou 00h01.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
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		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Horas&amp;diff=529</id>
		<title>Horas</title>
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		<updated>2020-04-28T13:32:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;)(Manual de redação do Itamaraty)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever horários em português em contextos formais, deve-se usar o sistema de 24 horas: por exemplo, 16h30 ou 16:30, reservando 4h30 e 4:30 para o horário de quatro e meia da madrugada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por cautela extrema, pode-se, mesmo assim, usar a expressão “da manhã” ou “da madrugada”, a fim de evitar qualquer ambiguidade: &amp;quot;O ministro deverá chegar às 10h35 da manhã.&amp;quot; &amp;quot;O ministro deverá chegar às 10 horas da manhã.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se vê nos exemplos acima, nas horas inteiras pode-se usar o substantivo “hora(s)”; nos demais casos, pode-se usar o símbolo de hora, que é “h” – escrito em letra minúscula e sem ponto, como é de rigor nos símbolos (vide km, símbolo de quilômetro, frequentemente grafado, incorretamente, *Km).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O meio-dia é representado por 12h00, 12h ou 12:00, e a meia-noite, por 00h00, 00h ou 00:00.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda como se vê no exemplo acima, se se usa o formato que já traz o símbolo de hora (“h”), não se deve escrever a palavra “hora(s)”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a rigor signifique o momento exato em que começa um novo dia, a palavra “meia-noite” e suas traduções são fonte de potencial confusão (quanto a qual dia se referem – se ao que se inicia ou ao que acaba de terminar). Por essa razão, recomenda-se o uso preferencial dos horários 23h59 ou 00h01.&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Datas</title>
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		<updated>2020-04-28T13:31:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Manual de redação do Itamaraty)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever datas por extenso, cumpre recordar que os nomes dos meses de ano se escrevem em português com minúscula inicial: &amp;quot;O festival terá início na última semana de fevereiro e durará até a segunda semana de março.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Constituem exceção, naturalmente, as ocorrências em nomes próprios, ou em expressões tratadas como nome próprio: &amp;quot;Moram na rua Quinze de Novembro.&amp;quot; &amp;quot;A embaixada organizou um excelente Sete de Setembro este ano.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever datas por extenso, números menores que dez não devem levar um “zero à esquerda”: escreva-se, portanto, “Brasília, 9 de março” (e não &amp;quot;Brasília, 09 de março&amp;quot;). “O evento ocorrerá entre os dias 1 e 5 de setembro próximo” (no caso do dia primeiro de um mês, pode-se usar o número cardinal, 1, em vez do ordinal, 1º, para padronização).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever datas inteiramente por meio de números, porém, a padronização internacional atual recomenda o uso de sempre dez dígitos – dois para dia e dois para o mês (mesmo no caso de números menores que dez) e quatro algarismos para o ano: 14/09/2017, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em textos, use da seguinte forma: 7 de fevereiro de 2012.&lt;br /&gt;
: Com participação de argentinos, PARLASUL volta a se reunir em 2 de julho.&lt;br /&gt;
: De acordo com a Constituição, o Congresso Nacional se reúne de 1 de fevereiro a 17 de julho e de 1 de agosto a 22 de dezembro.&lt;br /&gt;
: Em infográficos, tabelas, créditos de imagens ou textos de legenda, pode-se usar a data de forma abreviada. Nesse caso, separe os números por barra e use zero antes dos números: 07/02/2012.&lt;/div&gt;</summary>
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		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Horas&amp;diff=527</id>
		<title>Horas</title>
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		<updated>2020-04-28T13:28:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Ao escrever horários em português em contextos formais, deve-se usar o sistema de 24 horas: por exemplo, 16h30 ou 16:30, reservando 4h30 e 4:30 para o horário de quatro e meia da madrugada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por cautela extrema, pode-se, mesmo assim, usar a expressão “da manhã” ou “da madrugada”, a fim de evitar qualquer ambiguidade: &amp;quot;O ministro deverá chegar às 10h35 da manhã.&amp;quot; &amp;quot;O ministro deverá chegar às 10 horas da manhã.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se vê nos exemplos acima, nas horas inteiras pode-se usar o substantivo “hora(s)”; nos demais casos, pode-se usar o símbolo de hora, que é “h” – escrito em letra minúscula e sem ponto, como é de rigor nos símbolos (vide km, símbolo de quilômetro, frequentemente grafado, incorretamente, *Km).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O meio-dia é representado por 12h00, 12h ou 12:00, e a meia-noite, por 00h00, 00h ou 00:00.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda como se vê no exemplo acima, se se usa o formato que já traz o símbolo de hora (“h”), não se deve escrever a palavra “hora(s)”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a rigor signifique o momento exato em que começa um novo dia, a palavra “meia-noite” e suas traduções são fonte de potencial confusão (quanto a qual dia se referem – se ao que se inicia ou ao que acaba de terminar). Por essa razão, recomenda-se o uso preferencial dos horários 23h59 ou 00h01.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Manual_de_revis%C3%A3o_da_FUNAG&amp;diff=526</id>
		<title>Manual de revisão da FUNAG</title>
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		<updated>2020-04-28T13:22:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: /* Revisão */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Apresentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual tem o objetivo de ser uma ferramenta teórico-referencial para garantir maior clareza e padronizar as revisões de textos publicados pela Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora elaborado primariamente para servir de referência aos revisores da FUNAG e aos autores que submetam textos para serem publicados pela Fundação, o manual também pode ser útil para o público em geral, pois busca sanar dúvidas comuns do idioma português e consolida recomendações de várias fontes oficiais, listadas no item [[#Referências_e_fontes_de_pesquisa|Referências e fontes de pesquisa]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eventuais comentários e sugestões podem ser enviados para o &#039;&#039;e-mail&#039;&#039; manual@funag.gov.br.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Revisão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Orientações gerais aos revisores]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Revisão e preparação de original]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Línguas estrangeiras]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Maiúsculas e minúsculas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Noções básicas de gramática da língua portuguesa]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Colocação pronominal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Concordância verbal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Pronomes demonstrativos]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Sujeito preposicionado]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Uso do por que/por quê/porque/porquê]] =====&lt;br /&gt;
==== [[Nomes oficiais de países em inglês, espanhol e francês]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Numerais]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Datas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Horas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Números]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Valores monetários]] =====&lt;br /&gt;
==== [[Pontuação]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Aspas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Hífen]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Meia-risca/Travessão]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Parênteses]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Vírgula]] =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Reduções, abreviaturas e siglas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Topônimos e gentílicos]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Uso de itálico]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Vocabulário e dúvidas frequentes]]  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Principais orientações da ABNT]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Citações]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Referências]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências e fontes de pesquisa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual compila recomendações de diversas fontes, com vistas a sanar as dúvidas mais comuns no dia a dia do processo editorial de publicações da FUNAG. Deve ser utilizado em todas as fases, especialmente nas de preparação de originais e revisão de provas, com a finalidade de conferir dados e padronizar termos geográficos, econômicos, legislativos, parlamentares, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para informações mais detalhadas, listam-se, a seguir, as principais fontes de referência utilizadas neste manual: &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
- Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty, aprovado pela Portaria nº 292, de 11 de maio de 2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 12 de maio de 2016, disponível em http://www.consultaesic.cgu.gov.br/busca/dados/Lists/Pedido/Attachments/485564/RESPOSTA_PEDIDO_Manual_de_Redao_Oficial_e_Diplomtica_do_Itamaraty.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manual de redação da Presidência da República, 3ª edição, revista, atualizada e ampliada, aprovado pela Portaria nº 1.369, de 27 de dezembro de 2018, publicada no DOU de 28 de dezembro de 2018, disponível em http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, promulgado pelo Decreto nº 6.583, de 29 de setembro de 2008, publicado no DOU de 30 de setembro de 2008, disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6583.htm; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letras (ABL), disponível em http://bit.ly/buscaVOLP; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), especialmente as normas NBR 6023 (Informação e documentação - referências - elaboração), 2ª edição, de 14 de novembro de 2018; e NBR 10520 (Informação e documentação - citações em documentos - apresentação), de agosto de 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além dessas fontes principais de referência, foram consultadas, para a elaboração deste manual, muitas fontes secundárias, como dicionários da língua portuguesa, gramáticas modernas, além de outros manuais e ferramentas de pesquisa como, por exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manual de comunicação da Secretaria de Comunicação Social do Senado Federal, disponível em https://www12.senado.leg.br/manualdecomunicacao;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manual de redação da Câmara de Deputados: padronização e documentos administrativos, disponível em http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/32279/manual_redacao_camara.pdf?sequence=7;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manual editorial do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), disponível em https://www.ipea.gov.br/sites/manualeditorial;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sistema Concórdia do Itamaraty, que contém informações sobre atos internacionais de que o Brasil é parte, disponível em https://concordia.itamaraty.gov.br/; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Biblioteca das Nações Unidas, que contém Informações sobre outros atos internacionais, disponível em http://research.un.org/en/docs/law/treaties.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ajuda==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/5e/Cheatsheet-en.png Resumo de formatação]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [[Detalhamento]]&lt;br /&gt;
[[Usuário:FUNAG|FUNAG]] ([[Usuário Discussão:FUNAG|discussão]]) 15h32min de 5 de outubro de 2017 (BRT)&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Manual_de_revis%C3%A3o_da_FUNAG&amp;diff=525</id>
		<title>Manual de revisão da FUNAG</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Manual_de_revis%C3%A3o_da_FUNAG&amp;diff=525"/>
		<updated>2020-04-28T13:17:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Henrique Sardinha: /* Revisão */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Apresentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual tem o objetivo de ser uma ferramenta teórico-referencial para garantir maior clareza e padronizar as revisões de textos publicados pela Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora elaborado primariamente para servir de referência aos revisores da FUNAG e aos autores que submetam textos para serem publicados pela Fundação, o manual também pode ser útil para o público em geral, pois busca sanar dúvidas comuns do idioma português e consolida recomendações de várias fontes oficiais, listadas no item [[#Referências_e_fontes_de_pesquisa|Referências e fontes de pesquisa]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eventuais comentários e sugestões podem ser enviados para o &#039;&#039;e-mail&#039;&#039; manual@funag.gov.br.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Revisão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Orientações gerais aos revisores]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Revisão e preparação de original]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Línguas estrangeiras]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Maiúsculas e minúsculas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Noções básicas de gramática da língua portuguesa]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Colocação pronominal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Concordância verbal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Pronomes demonstrativos]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Sujeito preposicionado]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Uso do por que/por quê/porque/porquê]] =====&lt;br /&gt;
==== [[Nomes oficiais de países em inglês, espanhol e francês]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Numerais]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Datas]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Horas]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Números]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Valores monetários]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Pontuação]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Aspas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Hífen]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Meia-risca/Travessão]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Parênteses]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Vírgula]] =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Reduções, abreviaturas e siglas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Topônimos e gentílicos]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Uso de itálico]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Vocabulário e dúvidas frequentes]]  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Principais orientações da ABNT]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Citações]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Referências]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências e fontes de pesquisa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual compila recomendações de diversas fontes, com vistas a sanar as dúvidas mais comuns no dia a dia do processo editorial de publicações da FUNAG. Deve ser utilizado em todas as fases, especialmente nas de preparação de originais e revisão de provas, com a finalidade de conferir dados e padronizar termos geográficos, econômicos, legislativos, parlamentares, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para informações mais detalhadas, listam-se, a seguir, as principais fontes de referência utilizadas neste manual: &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
- Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty, aprovado pela Portaria nº 292, de 11 de maio de 2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 12 de maio de 2016, disponível em http://www.consultaesic.cgu.gov.br/busca/dados/Lists/Pedido/Attachments/485564/RESPOSTA_PEDIDO_Manual_de_Redao_Oficial_e_Diplomtica_do_Itamaraty.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manual de redação da Presidência da República, 3ª edição, revista, atualizada e ampliada, aprovado pela Portaria nº 1.369, de 27 de dezembro de 2018, publicada no DOU de 28 de dezembro de 2018, disponível em http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, promulgado pelo Decreto nº 6.583, de 29 de setembro de 2008, publicado no DOU de 30 de setembro de 2008, disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6583.htm; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letras (ABL), disponível em http://bit.ly/buscaVOLP; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), especialmente as normas NBR 6023 (Informação e documentação - referências - elaboração), 2ª edição, de 14 de novembro de 2018; e NBR 10520 (Informação e documentação - citações em documentos - apresentação), de agosto de 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além dessas fontes principais de referência, foram consultadas, para a elaboração deste manual, muitas fontes secundárias, como dicionários da língua portuguesa, gramáticas modernas, além de outros manuais e ferramentas de pesquisa como, por exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manual de comunicação da Secretaria de Comunicação Social do Senado Federal, disponível em https://www12.senado.leg.br/manualdecomunicacao;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manual de redação da Câmara de Deputados: padronização e documentos administrativos, disponível em http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/32279/manual_redacao_camara.pdf?sequence=7;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manual editorial do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), disponível em https://www.ipea.gov.br/sites/manualeditorial;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sistema Concórdia do Itamaraty, que contém informações sobre atos internacionais de que o Brasil é parte, disponível em https://concordia.itamaraty.gov.br/; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Biblioteca das Nações Unidas, que contém Informações sobre outros atos internacionais, disponível em http://research.un.org/en/docs/law/treaties.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ajuda==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/5e/Cheatsheet-en.png Resumo de formatação]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [[Detalhamento]]&lt;br /&gt;
[[Usuário:FUNAG|FUNAG]] ([[Usuário Discussão:FUNAG|discussão]]) 15h32min de 5 de outubro de 2017 (BRT)&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Henrique Sardinha</name></author>
	</entry>
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