Instituição de ensino:

Fundação Getúlio Vargas - Escola de Economia de São Paulo (FGV-EESP)

Programa:

Finanças e Economia

Autor:

Newton Arata

Titulação:

Mestre

Ano de defesa:

2012

Link:

http://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/bitstream/handle/10438/9992/MPFE_NewtonArata_Cash%20holding.pdf

Resumo:

Estendemos estudos anteriores a cerca do nível de caixa e seus determinantes, analisando a relação entre grau de internacionalização e nível de caixa das empresas. Diferente das empresas domésticas, as empresas internacionalizadas possuem mais oportunidades de investimento e enfrentam mais adversidades nos seus negócios. Utilizamos uma amostra de empresas de capital aberto não financeiras do Brasil e do México, para o período de 2006 a 2010. Regressões em painel com efeitos fixos foram utilizadas. Encontramos evidências de que o grau de internacionalização é um determinante de caixa e que o nível de caixa aumenta de forma quadrática à medida que o grau de internacionalização da empresa aumenta. As empresas brasileiras pagadoras de dividendos seguram mais caixa, mas que esse efeito não se aplica para empresas mexicanas. Além disso, o comportamento encontrado para as empresas brasileiras e mexicanas foi diferente de empresas norte-americanas, estudadas por Chiang e Wang (2011). Por fim, no período antes da crise, as empresas seguraram menos caixa em seus balanços.

Orientador:

Hsia Hua Sheng

Palavras-chave:

nível de caixa; grau de internacionalização; empresas multinacionais