Instituição de ensino:

Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)

Programa:

Sociologia

Autor:

Jose Antonio Vaz Semedo

Titulação:

Mestrado

Ano de defesa:

1995

Link:

 

http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/zeus/auth.php?back=http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=000083948&go=x&code=x&unit=x

Resumo:

 Pretendemos abordar o conjunto de questões subjacentes a crise do sindicalismo europeu. Não e propósito do texto esgotar a discussão sobre o assunto, mas tão somente disserta sobre o mesmo e apontar para algumas tendências dominante. Analisaremos a passagem do fordismo para a acumulação flexível, bem como as implicações das mudanças nas estruturas produtivas no seio da classe trabalhadora; desemprego, precarização do emprego, flexibilização do trabalho, fragmentação da classe operaria e sua influencia na crise sindical. Crise essa que não se expressa não só pela diminuição da taxa de sindicalização, como pela incapacidade dele, o sindicalismo precisa encontrar novas formas de organização, diferentes do período fordista.

Orientador:

Ricardo Luiz Coltro Antunes

Palavras-chave:

Sindicalismo europeu; França; Reestrturação do processo produtivo;