Instituição de ensino:

Universidade de Brasília (UnB)

Programa:

Relações Internacionais

Autor:

Alexandre Santos de Amorim

Titulação:

Mestrado

Ano de defesa:

2008

Link:

 http://bdtd.bce.unb.br/tedesimplificado/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=4522

Resumo:

 Essa dissertação analisa o processo de globalização do radicalismo islâmico, por meio de um estudo de caso da organização terrorista Al Qaeda, entendida como a principal representante desse novo terror globalizado. Procuramos estudar como surgiu esse movimento, sua evolução e seu atual estágio. Á fim de melhor entender por que a Al Qaeda lançou sua guerra santa contra o Ocidente, aplicamos o modelo do “choque de civilizações” do autor norte-americano Samuel P. Huntington como referencial teórico para que, à sua luz, pudéssemos obter respostas mais precisas sobre o fenômeno em questão. Com o intuito de compreender o ineditismo do caráter e da ação da Al Qaeda fez-se necessário um estudo do fenômeno do terrorismo desde os seus primórdios. Há quase 2000 anos atrás, até os dias atuais, analisando os principais grupos, suas ideologias e suas ações ao longo das décadas. Uma vez traçado o histórico do terror no mundo, analisou-se a Al Qaeda, seu embasamento doutrinário, seu surgimento, sob a poeira da Guerra do Afeganistão, e seu crescimento nas suas fases sudanesa e afegã, culminando com os espetaculares ataques suicidas de 11 de setembro de 2001 contra o World Trade Center em Nova York e o Pentágono em Washington. Na seqüência, estudamos as conseqüências que a guerra contra o terrorismo, lançada pelos Estados Unidos causaram ao funcionamento e a infraestrutura da organização e ainda, como a Al Qaeda reagiu e se adaptou a esse novo cenário, continuando a apresentar-se como uma das mais sérias ameaças à estabilidade mundial no Século XXI.

Orientador:

Maria Helena de Castro Santos

Palavras-chave:

Choque de civilizações; Terrorismo; Al Qaeda