Coleção Bicentenário Brasil 200 anos – 1822-2022

Dom Pedro: estudo iconográfico: volume I

Autor: Stanislaw Herstal
Ementa: A obra Dom Pedro - Estudo iconográfico conta com prefácios de Artur César Ferreira Reis e Alberto Iria, além de nota explicativa de Jorge Felner da Costa e texto introdutório do próprio organizador da obra, Stanislaw Herstal.

A parte iconográfica do primeiro volume abrange o período da “infância” de Dom Pedro (1798-1807), sua “adolescência” (1808-1817), sua “mocidade” (1818-1822), que culmina com sua aclamação como primeiro Imperador do Brasil independente. O volume conclui com imagens dos dois primeiros anos de seu reinado (1823-1824).

Dom Pedro: estudo iconográfico: volume II

Autor: Stanislaw Herstal
Ementa: O segundo volume inicia em 1824, dando continuidade ao período em que Dom Pedro I atuou como “organizador do Império”, nas palavras de Herstal, e vai até sua abdicação, em 7 de abril de 1831, e o primeiro ano após deixar o Brasil. Assim como nos demais volumes, o autor realizou ricas descrições de medalhas, estojos, vasos, estátuas, leques, entre outros objetos em homenagem a Dom Pedro I.

Dom Pedro: estudo iconográfico: volume III

Autor: Stanislaw Herstal
Ementa: O terceiro volume começa em 1832, quando o então Duque de Bragança inicia o que o autor denomina “a Expedição Libertadora”, com vistas a restaurar a coroa portuguesa para sua filha, Dona Maria II. A segunda parte do volume, intitulada “o Rei Soldado 1832-1834”, inclui imagens do cerco do Porto, da vitória de Dom Pedro na guerra travada contra seu irmão Dom Miguel, encerrando com sua morte, em 24 de setembro de 1834. A obra ainda trata dos chamados “monumentos ao Libertador”, com imagens de projetos dos monumentos em homenagem a Dom Pedro no Porto e em Lisboa.

Os Pilares da Independência do Brasil

Autor: Evandro Fernandes de Pontes
Ementa: Os Pilares da Independência do Brasil resulta de anos de pesquisa em torno das biografias de Dom João VI, Dom Pedro I, Dona Leopoldina, bem como sobre o Convento de Santo Antônio no Rio de Janeiro. Esses foram considerados, pelo Professor Evandro Pontes, os Quatro Pilares do nosso Processo de Independência.

Legações e embaixadas do Brasil

Autor: Fundação Alexandre de Gusmão
Ementa: A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) publica o livro Legações e embaixadas do Brasil, que apresenta a história administrativa das legações e embaixadas do Brasil no período de 1808 a 2020. A obra também traz caderno de ilustrações de chefes de postos e caderno de fotografias de embaixadas e residências oficias.

A política exterior do Império - Volume I

Autor: João Pandiá Calógeras
Ementa: Os volumes - ­publicados originalmente em 1927, 1928 e 1933 - são referência para os estudiosos da história diplomática do Brasil, pois abordam períodos importantes na formação da política externa do país.

O primeiro volume examina a formação histórica de Portugal e o povoamento territorial do Brasil. O segundo, o processo de reconhecimento da Independência, concluindo com a abdicação de D. Pedro I, em 1831.O terceiro, o período que vai da Regência (1831-1840) até a queda do argentino Juan Manuel Rosas, em 1852.

A política exterior do Império - Volume II

Autor: João Pandiá Calógeras
Ementa: Os volumes - ­publicados originalmente em 1927, 1928 e 1933 - são referência para os estudiosos da história diplomática do Brasil, pois abordam períodos importantes na formação da política externa do país.

O primeiro volume examina a formação histórica de Portugal e o povoamento territorial do Brasil. O segundo, o processo de reconhecimento da Independência, concluindo com a abdicação de D. Pedro I, em 1831.O terceiro, o período que vai da Regência (1831-1840) até a queda do argentino Juan Manuel Rosas, em 1852.

A política exterior do Império - Volume III

Autor: João Pandiá Calógeras
Ementa: Os volumes - ­publicados originalmente em 1927, 1928 e 1933 - são referência para os estudiosos da história diplomática do Brasil, pois abordam períodos importantes na formação da política externa do país.

O primeiro volume examina a formação histórica de Portugal e o povoamento territorial do Brasil. O segundo, o processo de reconhecimento da Independência, concluindo com a abdicação de D. Pedro I, em 1831.O terceiro, o período que vai da Regência (1831-1840) até a queda do argentino Juan Manuel Rosas, em 1852.

O drama da Tríplice Aliança (1865-1876)

Autor: Álvaro Teixeira Soares
Ementa: Teixeira Soares descreve a Guerra do Paraguai (1864-1870), também denominada de Guerra da Tríplice Aliança, como o período "mais belo, mais movimentado, mais soberbo da diplomacia brasileira". O livro abrange a condução da guerra e a posterior construção da paz, processo complexo que quase levou a uma forte tensão entre Brasil e Argentina.

O diplomata também traça perfis dos atores principais da crise, como o Visconde do Rio Branco e do Barão de Cotegipe, em suas respectivas missões ao Prata representando o Brasil, e de Carlos Tejedor e Bernardo de Irigoyen, ministros das Relações Exteriores argentinos.

Diplomacia do Império no Rio da Prata (até 1865)

Autor: Álvaro Teixeira Soares
Ementa: A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) lança 2ª edição da obra Diplomacia do Império no Rio da Prata (até 1865), do diplomata Álvaro Teixeira Soares. Publicada originalmente em 1955, a obra há muito estava esgotada e era pouco acessível aos leitores.

Teixeira Soares apresenta no livro visão panorâmica sobre a atuação brasileira na bacia do Prata do período colonial até o início da Guerra do Paraguai (1864-1870) e contesta a historiografia revisionista que buscava atribuir ao Império do Brasil a culpa pelo começo desse conflito internacional, ao expor a teia de interesses de Paraguai, Argentina e Brasil na disputa entre colorados e blancos no Uruguai.

O autor também traça perfis de estadistas da época ­– ponto alto da obra –, como do Presidente uruguaio Bernardo Berro e do Visconde do Rio Branco, e faz comparações entre os líderes argentinos Juan Manuel Rosas e Domingo Sarmiento e entre os presidentes paraguaios Carlos Antônio López e seu filho, Francisco Solano López.

História da formação das fronteiras do Brasil

Autor: Álvaro Teixeira Soares
Ementa: Editado originalmente por ocasião dos 150 anos da Independência do Brasil, o livro analisa a conformação de toda fronteira brasileira, com capítulos sobre o imperialismo inglês e francês na Amazônia brasileira, a demarcação das fronteiras com as então Guianas francesa, holandesa e inglesa, bem como sobre as fronteiras com Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai. Teixeira Soares também discorre sobre o aproveitamento hidroelétrico dos rios; sobre o mar territorial e sua exploração; e sobre “fronteira lateral marítima”, tema ligado às nossas ilhas no Atlântico.

A missão Pimenta Bueno (1843-1847) - Volume I fac-similar

Autor: Pedro Freire Ribeiro
Ementa: Pedro Freire Ribeiro narra a missão Pimenta Bueno, que desenrolou-se no contexto de aproximação do Brasil com o Paraguai diante da ascensão de Juan Manuel Rosas em Buenos Aires, quando havia ameaça à livre navegação do Rio da Prata. Pimenta Bueno foi nomeado encarregado de negócios em outubro de 1843, chegando a Assunção em 18 de agosto de 1844, e coube-lhe reconhecer a independência paraguaia no ano de sua chegada no posto. Esse volume trata dos antecedentes e dos objetivos da missão Pimenta Bueno, além das atividades do diplomata em Assunção no ano de 1844.

A missão Pimenta Bueno (1843-1847) - Volume II fac-similar

Autor: Pedro Freire Ribeiro
Ementa: Pedro Freire Ribeiro narra a missão Pimenta Bueno, que desenrolou-se no contexto de aproximação do Brasil com o Paraguai diante da ascensão de Juan Manuel Rosas em Buenos Aires, quando havia ameaça à livre navegação do Rio da Prata. Pimenta Bueno foi nomeado encarregado de negócios em outubro de 1843, chegando a Assunção em 18 de agosto de 1844, e coube-lhe reconhecer a independência paraguaia no ano de sua chegada no posto. Esse volume traz transcrições de documentos como as instruções do então chanceler Paulino José Soares de Souza, futuro visconde do Uruguai; relatos dos ministros dos Negócios Estrangeiros sobre as consultas ao Conselho de Estado referentes a assuntos que afetavam a missão; e a reação do governo brasileiro sobre a atuação de Pimenta Bueno.

A missão Bellegarde ao Paraguai (1849-1852) - Vol. I Fac-similar

Autor: José Antônio Soares de Souza
Ementa: A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) publica, em edição fac-similar, os três volumes da obra A missão Bellegarde ao Paraguai (1849-1852), do historiador José Antônio Soares de Souza. A obra integra a coleção “Bicentenário Brasil 200 anos – 1822-2022”, lançada pela FUNAG com o intuito de contribuir para a celebração do ducentésimo aniversário de Independência do Brasil.

Bellegarde (1807-1864) foi nomeado para a missão no Paraguai em novembro de 1948, chegando no posto em abril do ano seguinte e desligando-se da posição em outubro de 1852. Em 1853, tornou-se ministro da Guerra e da Marinha (Gabinete Paraná). Foi membro fundador do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

O primeiro volume trata das relações entre Brasil e Paraguai de 1822 até 1846. O autor apresenta o quadro de dificuldades das relações internacionais da bacia do Prata nesse período, em especial as tensões entre Buenos Aires, Assunção, Montevidéu e Rio de Janeiro na consolidação de seus respectivos Estados nacionais.

A missão Bellegarde ao Paraguai (1849-1852) - Vol. II Fac-similar

Autor: José Antônio Soares de Souza
Ementa: A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) publica, em edição fac-similar, os três volumes da obra A missão Bellegarde ao Paraguai (1849-1852), do historiador José Antônio Soares de Souza. A obra integra a coleção “Bicentenário Brasil 200 anos – 1822-2022”, lançada pela FUNAG com o intuito de contribuir para a celebração do ducentésimo aniversário de Independência do Brasil.

Bellegarde (1807-1864) foi nomeado para a missão no Paraguai em novembro de 1948, chegando no posto em abril do ano seguinte e desligando-se da posição em outubro de 1852. Em 1853, tornou-se ministro da Guerra e da Marinha (Gabinete Paraná). Foi membro fundador do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

O segundo volume aborda os antecedentes do envio de Pedro de Alcântara Bellegarde ao Paraguai em 1848, sua missão no país e a atuação do militar na demarcação de limites com o Uruguai, em 1859, com destaque ao Conselho de Estado para a política externa e à forma como insere o Brasil e o Paraguai no conflito que seria travado contra Juan Manuel Rosas e Manuel Oribe pela proeminência política na bacia do Prata.

A missão Bellegarde ao Paraguai (1849-1852) - Vol. III Fac-similar

Autor: José Antônio Soares de Souza
Ementa: A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) publica, em edição fac-similar, os três volumes da obra A missão Bellegarde ao Paraguai (1849-1852), do historiador José Antônio Soares de Souza. A obra integra a coleção “Bicentenário Brasil 200 anos – 1822-2022”, lançada pela FUNAG com o intuito de contribuir para a celebração do ducentésimo aniversário de Independência do Brasil.

Bellegarde (1807-1864) foi nomeado para a missão no Paraguai em novembro de 1948, chegando no posto em abril do ano seguinte e desligando-se da posição em outubro de 1852. Em 1853, tornou-se ministro da Guerra e da Marinha (Gabinete Paraná). Foi membro fundador do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

No terceiro volume, Soares de Souza transcreve sobre as relações entre Brasil e Paraguai de 1848 a 1853, abrangendo a correspondência expedida dos ministros dos Negócios Estrangeiros Pedro Araújo Lima (visconde de Olinda) e Paulino José Soares de Souza (futuro visconde do Uruguai), as cartas recebidas e enviadas ao presidente paraguaio Carlos López, as instruções e os despachos e ofícios da missão.

O gigante e o rio: ação de Mauá no Uruguai e Argentina

Autor: Alvaro Teixeira Soares
Ementa: A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) lança, em edição fac-similar e com inédito caderno de fotografias, a obra O gigante e o rio: ação de Mauá no Uruguai e Argentina, do diplomata Álvaro Teixeira Soares.

Publicado originalmente em 1957, o livro apresenta uma parte da grande história de Irineu Evangelista de Souza, o Barão e Visconde de Mauá. Teixeira Soares escreve sobre a atuação de Mauá na região do Rio da Prata de 1851 a 1878, onde foi força fundamental da política externa brasileira, a pedido da diplomacia imperial.

Rio Branco e a Política Exterior do Brasil (1902-1912) - Vol. I - Edição fac-similar

Autor: Dunshee de Abranches
Ementa: Obra póstuma, publicada pela primeira vez em 1945, do jornalista e parlamentar João Dunshee de Abranches Moura sobre a chancelaria Rio Branco, sobretudo as disputas lindeiras, política comercial e inserção regional do Brasil. Ademais, trata-se da perspectiva próxima ao personagem histórico que aborda, uma vez que Dunshee era seu aliado no Congresso Nacional, e, portanto, a obra elucida questões de política interna relacionadas ao barão do Rio Branco.

Rio Branco e a Política Exterior do Brasil (1902-1912) - Vol. II - Edição fac-similar

Autor: Dunshee de Abranches
Ementa: Obra póstuma, publicada pela primeira vez em 1945, do jornalista e parlamentar João Dunshee de Abranches Moura sobre a chancelaria Rio Branco, sobretudo as disputas lindeiras, política comercial e inserção regional do Brasil. Ademais, trata-se da perspectiva próxima ao personagem histórico que aborda, uma vez que Dunshee era seu aliado no Congresso Nacional, e, portanto, a obra elucida questões de política interna relacionadas ao barão do Rio Branco.

Dom João VI no Brasil (1808-1821) - Vol. I - Edição fac-similar

Autor: Oliveira Lima
Ementa: Clássico da historiografia brasileira, escrito pelo historiador e diplomata Manuel de Oliveira Lima. A obra trata do Período Joanino e do processo de Independência do Brasil. Do ponto de vista metodológico, apresenta sofisticado uso de fontes nacionais e estrangeiras, adiantando em quase um século a história global ao apresentar a experiência portuguesa no Brasil em um quadro de movimentos transnacionais de ideias, indivíduos e produtos, longe, portanto, de uma história diplomática de gabinete, tradição existente até então.

Dom João VI no Brasil (1808-1821) - Vol. II - Edição fac-similar

Autor: Oliveira Lima
Ementa: Clássico da historiografia brasileira, escrito pelo historiador e diplomata Manuel de Oliveira Lima. A obra trata do Período Joanino e do processo de Independência do Brasil. Do ponto de vista metodológico, apresenta sofisticado uso de fontes nacionais e estrangeiras, adiantando em quase um século a história global ao apresentar a experiência portuguesa no Brasil em um quadro de movimentos transnacionais de ideias, indivíduos e produtos, longe, portanto, de uma história diplomática de gabinete, tradição existente até então.

História da Independência do Brasil - Ed. fac-similar

Autor: Francisco Adolfo de Varnhagen
Ementa: Varnhagen iniciou a pesquisa deste volume durante a escrita do livro “História Geral do Brasil (1854-1857)”. A metodologia envolveu levantamento de periódicos e panfletos, a realização de entrevistas, e a análise da correspondência diplomática de pelo menos cinco países. Varnhagen faleceu em 1878, não chegando a publicar sua obra em vida. O manuscrito foi encontrado no acervo do barão do Rio Branco, que, conjuntamente com Eduardo Prado, fez várias anotações. A primeira edição, publicada pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) em 1916, buscou restaurar o texto original, além de redigir notas explicativas. A presente edição reproduz a segunda edição da obra pelo IHGB, de 1938.

História da organização administrativa da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros e das Relações Exteriores (1808-1951) - Ed. fac-similar

Autor: Marcos Romero
Ementa: A obra trata-se de manual sobre a evolução administrativa da diplomacia brasileira desde a chegada de D. João VI ao Brasil, publicado em 1951 pelo Ministério das Relações Exteriores. A despeito de ser um texto predominantemente administrativo, ocasionalmente o autor permitiu-se a análise histórica menos burocrática, como a realizada sobre o período do barão do Rio Branco. É de particular interesse o período que vai de 1945 a 1951, em que o autor apresenta as relevantes iniciativas que estruturaram o Itamaraty para o período posterior à Segunda Guerra Mundial.

O movimento da independência (1821-1822) - Ed. fac-similar

Autor: Oliveira Lima
Ementa: Lançado no centenário da efeméride, em 1922, a publicação trata do complexo processo de separação de Brasil e Portugal. A obra inicia com o regresso de D. João VI para Lisboa e tem como um de seus focos principais as Cortes de Lisboa. No Brasil, sua atenção volta-se para as lojas maçônicas, a personalidade de José Bonifácio e a força de D. Pedro I. O livro é leitura obrigatória para todos aqueles que desejam compreender as razões que levaram à Independência do Brasil.

História da organização administrativa da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros e das Relações Exteriores (1808-1951) - Ed. fac-similar

Autor: Marcos Romero
Ementa: A obra trata-se de manual sobre a evolução administrativa da diplomacia brasileira desde a chegada de D. João VI ao Brasil, publicado em 1951 pelo Ministério das Relações Exteriores. A despeito de ser um texto predominantemente administrativo, ocasionalmente o autor permitiu-se a análise histórica menos burocrática, como a realizada sobre o período do barão do Rio Branco. É de particular interesse o período que vai de 1945 a 1951, em que o autor apresenta as relevantes iniciativas que estruturaram o Itamaraty para o período posterior à Segunda Guerra Mundial.

História da Independência do Brasil - Ed. fac-similar

Autor: Francisco Adolfo de Varnhagen
Ementa: Varnhagen iniciou a pesquisa deste volume durante a escrita do livro “História Geral do Brasil (1854-1857)”. A metodologia envolveu levantamento de periódicos e panfletos, a realização de entrevistas, e a análise da correspondência diplomática de pelo menos cinco países. Varnhagen faleceu em 1878, não chegando a publicar sua obra em vida. O manuscrito foi encontrado no acervo do barão do Rio Branco, que, conjuntamente com Eduardo Prado, fez várias anotações. A primeira edição, publicada pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) em 1916, buscou restaurar o texto original, além de redigir notas explicativas. A presente edição reproduz a segunda edição da obra pelo IHGB, de 1938.

Dom João VI no Brasil (1808-1821) - Edição fac-similar - Volume I

Autor: Oliveira Lima
Ementa: Clássico da historiografia brasileira, escrito pelo historiador e diplomata Manuel de Oliveira Lima. A obra trata do Período Joanino e do processo de Independência do Brasil. Do ponto de vista metodológico, apresenta sofisticado uso de fontes nacionais e estrangeiras, adiantando em quase um século a história global ao apresentar a experiência portuguesa no Brasil em um quadro de movimentos transnacionais de ideias, indivíduos e produtos, longe, portanto, de uma história diplomática de gabinete, tradição existente até então.

Dom João VI no Brasil (1808-1821) - Edição fac-similar - Volume II

Autor: Oliveira Lima
Ementa: Clássico da historiografia brasileira, escrito pelo historiador e diplomata Manuel de Oliveira Lima. A obra trata do Período Joanino e do processo de Independência do Brasil. Do ponto de vista metodológico, apresenta sofisticado uso de fontes nacionais e estrangeiras, adiantando em quase um século a história global ao apresentar a experiência portuguesa no Brasil em um quadro de movimentos transnacionais de ideias, indivíduos e produtos, longe, portanto, de uma história diplomática de gabinete, tradição existente até então.

Rio Branco e a Política Exterior do Brasil (1902-1912) - Edição fac-similar - Volume I

Autor: Dunshee de Abranches
Ementa: Obra póstuma, publicada pela primeira vez em 1945, do jornalista e parlamentar João Dunshee de Abranches Moura sobre a chancelaria Rio Branco, sobretudo as disputas lindeiras, política comercial e inserção regional do Brasil. Ademais, trata-se da perspectiva próxima ao personagem histórico que aborda, uma vez que Dunshee era seu aliado no Congresso Nacional, e, portanto, a obra elucida questões de política interna relacionadas ao barão do Rio Branco.

Rio Branco e a Política Exterior do Brasil (1902-1912) - Edição fac-similar - Volume II

Autor: Dunshee de Abranches
Ementa: Obra póstuma, publicada pela primeira vez em 1945, do jornalista e parlamentar João Dunshee de Abranches Moura sobre a chancelaria Rio Branco, sobretudo as disputas lindeiras, política comercial e inserção regional do Brasil. Ademais, trata-se da perspectiva próxima ao personagem histórico que aborda, uma vez que Dunshee era seu aliado no Congresso Nacional, e, portanto, a obra elucida questões de política interna relacionadas ao barão do Rio Branco.

Arquivo Diplomático da Independência - Volume I - (Ed. fac-similar)

Autor: Ministério das Relações Exteriores
Ementa: A primeira obra da coleção Bicentenário brasil 200 anos – 1822-2022 é o “Arquivo Diplomático da Independência”, editado em seis volumes, de 1922 a 1925, durante as comemorações do Primeiro Centenário da Independência do brasil, e reproduzidos fac-similarmente por ocasião do sesquicentenário (1972). O Arquivo reúne documentos relativos à formação do novo Estado independente e que foram sendo acrescidos por comunicações oficiais e pessoais de interesse nacional.

Arquivo Diplomático da Independência - Volume II - (Ed. fac-similar)

Autor: Ministério das Relações Exteriores
Ementa: A primeira obra da coleção Bicentenário brasil 200 anos – 1822-2022 é o “Arquivo Diplomático da Independência”, editado em seis volumes, de 1922 a 1925, durante as comemorações do Primeiro Centenário da Independência do brasil, e reproduzidos fac-similarmente por ocasião do sesquicentenário (1972). O Arquivo reúne documentos relativos à formação do novo Estado independente e que foram sendo acrescidos por comunicações oficiais e pessoais de interesse nacional.

Arquivo Diplomático da Independência - Volume III - (Ed. fac-similar)

Autor: Ministério das Relações Exteriores
Ementa: A primeira obra da coleção Bicentenário brasil 200 anos – 1822-2022 é o “Arquivo Diplomático da Independência”, editado em seis volumes, de 1922 a 1925, durante as comemorações do Primeiro Centenário da Independência do brasil, e reproduzidos fac-similarmente por ocasião do sesquicentenário (1972). O Arquivo reúne documentos relativos à formação do novo Estado independente e que foram sendo acrescidos por comunicações oficiais e pessoais de interesse nacional.

Arquivo Diplomático da Independência - Volume IV - (Ed. fac-similar)

Autor: Ministério das Relações Exteriores
Ementa: A primeira obra da coleção Bicentenário brasil 200 anos – 1822-2022 é o “Arquivo Diplomático da Independência”, editado em seis volumes, de 1922 a 1925, durante as comemorações do Primeiro Centenário da Independência do brasil, e reproduzidos fac-similarmente por ocasião do sesquicentenário (1972). O Arquivo reúne documentos relativos à formação do novo Estado independente e que foram sendo acrescidos por comunicações oficiais e pessoais de interesse nacional.

Arquivo Diplomático da Independência - Volume V - (Ed. fac-similar)

Autor: Ministério das Relações Exteriores
Ementa: A primeira obra da coleção Bicentenário brasil 200 anos – 1822-2022 é o “Arquivo Diplomático da Independência”, editado em seis volumes, de 1922 a 1925, durante as comemorações do Primeiro Centenário da Independência do brasil, e reproduzidos fac-similarmente por ocasião do sesquicentenário (1972). O Arquivo reúne documentos relativos à formação do novo Estado independente e que foram sendo acrescidos por comunicações oficiais e pessoais de interesse nacional.

Arquivo Diplomático da Independência - Volume VI - (Ed. fac-similar)

Organizador: Ministério das Relações Exteriores
Ementa: A primeira obra da coleção Bicentenário brasil 200 anos – 1822-2022 é o “Arquivo Diplomático da Independência”, editado em seis volumes, de 1922 a 1925, durante as comemorações do Primeiro Centenário da Independência do brasil, e reproduzidos fac-similarmente por ocasião do sesquicentenário (1972). O Arquivo reúne documentos relativos à formação do novo Estado independente e que foram sendo acrescidos por comunicações oficiais e pessoais de interesse nacional.