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FUNAG participa do Conselho de “Think Tanks” e do Foro Acadêmico do BRICS

A Fundação Alexandre de Gusmão apoiou a realização da reunião do Conselho de Think Tanks e do Foro Acadêmico do BRICS, realizados no Rio de Janeiro, respectivamente em 17 e 18 e 19 de março, com a participação de instituições governamentais e não governamentais do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O Ministro interino da Secretaria de Assuntos Estratégicos e Presidente do IPEA, Dr. Marcelo Neri, presidiu as sessões de abertura do Conselho e do Foro Acadêmico.

O Brasil exerce em 2014 a presidência dos BRICS. Como think tank oficial do Brasil para o grupo, o IPEA coordena as discussões e o trabalho do Conselho e do Foro Acadêmico. Da reunião do Conselho resultou documento com recomendações de longo prazo, que será entregue a autoridades de cada país envolvidas na organização da 6ª Cúpula dos BRICS, que será realizada em julho em Fortaleza.

De acordo com o coordenador do 6º Fórum Acadêmico dos BRICS e diretor do IPEA, Renato Bauman, o Fórum Acadêmico dos BRICS representa mecanismo que promove o intercâmbio de experiências entre os países membros.

Em suas palavras na abertura dos eventos, o embaixador Sérgio Moreira Lima, presidente da FUNAG, ressaltou a importância de o Brasil sediar a 6ª Cúpula dos BRICS e a contribuição que o Conselho e o Fórum poderão dar para o êxito de seus trabalhos. Também observou a necessidade de iniciativas que ajudem a superar a distância geográfica e cultural entre esses países e a ampliar o conhecimento mútuo inclusive por meio de acordos de cooperação com entidades congêneres.

Segundo Moreira Lima, “tais instrumentos buscam criar condições para o estudo conjunto de temas da agenda internacional de interesse para os BRICS, bem como para a valorização de uma perspectiva própria que contrabalance certas tendências predominantes nas análises e estudos feitos no plano internacional”.

Com base na reciprocidade, tais acordos terão o mérito de estimular a tradução para o português, o russo, o inglês e o mandarim de obras de grande interesse comum com vistas a facilitar sua presença em nos mercados editoriais dos países dos BRICS e no de outros países com a mesma língua, como assinalou.

Por sua vez, o embaixador José Alfredo Graça Lima, Subsecretário-Geral Política II do Ministério das Relações Exteriores, ressaltou que "o fórum dá o pontapé inicial no processo de organização da 6ª Cúpula e conta com a participação expressiva da sociedade civil na sua dinâmica. Com a incorporação crescente de segmentos da sociedade civil, iniciando-se pelo setor acadêmico, os BRICS passam a ser um projeto mais inclusivo, que transcende a interação intergovernamental”.

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