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Teses e Dissertações de 2004

  

O Centro de História e Documentação Diplomática assinala que os conceitos e opiniões expressos nos trabalhos listados a seguir são de exclusiva responsabilidade de seus autores.


Título: Desafios de uma Missão: A Trajetória de Oswaldo Aranha na Embaixada Brasileira em Washington
Ano: 2004
Instituição: UERJ
Orientadora: Mônica Leite Lessa

Título: O Fim da Equidistância: o Veto Brasileiro ao Sionismo e a Política Externa do Governo Geisel Para o Oriente Médio (1974-1979)
Ano: 2004
Instituição: UERJ
Orientador: Orlando de Barros

Título: O Pan-Americanismo no Estado Novo: Mídia e Relações Internacionais
Ano: 2004
Instituição: UERJ
Orientador: Orlando de Barros

Título: "Negócios de tanta importância". O Conselho Ultramarino e a disputa pela condução da guerra no Atlântico e no Índico (1643-1661)
Ano: 2004
Instituição: UFRJ
Resumo: Esta tese tem por objetivo analisar as relações entre Portugal e suas Conquistas através das consultas do Conselho Ultramarino. Partindo do pressuposto que as práticas deliberativas dos conselheiros respondiam, por um lado, às representações políticas de uma sociedade de Antigo Regime, pautadas pela idéia de serviço e preservação do bem comum, e por outro, ao contexto de instabilidade política e crise no qual se encontrava Portugal no período compreendido entre a "Restauração" e a assinatura da paz com os Países Baixos, procura identificar um determinado número de temas que informaram a atuação dos conselheiros em sua relação com o monarca e demais agentes com capacidade de influenciar as decisões políticas relativas ao Ultramar. Estes temas, por sua vez, apontam não só para estratégias de consolidação e confirmação do papel do Conselho Ultramarino como órgão privilegiado para intermediar as relações entre a Coroa e os interesses relacionados às Conquistas, e de estabelecer linhas de ação em um contexto de guerra, mas também para a multiplicidade de agentes capazes de se contrapor às estas pretensões. Com isto, procura-se determinar se o Conselho Ultramarino, tradicionalmente considerado como instância máxima de deliberação para as Conquistas, efetivamente exercia este papel, e em que medida seus posicionamentos eram acatados pelo monarca.

 

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