Ir direto para menu de acessibilidade.
Início do conteúdo da página

ANUÁRIO DE FUNCIONÁRIOS DO MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES

O primeiro documento, que apresenta a listagem e o currículo funcional dos servidores da pasta dos Negócios Estrangeiros (antecessora do Ministério das Relações Exteriores), foi o relatório apresentado na terceira sessão da oitava legislatura (1851) por Paulino José Soares de Souza, o futuro Visconde do Uruguai – “Relação dos empregados no corpo diplomático do Império (...) com declaração dos empregos que tem exercido e os vencimentos que atualmente percebem”. Em quase todo relatório subsequente, esse documento foi atualizado, em alguns casos acrescentando dados dos servidores em disponibilidade. Em 1916, optou-se por publicar, pela Imprensa Nacional, um volume separado – “Funccionarios do Ministério das Relações Exteriores em 15 de novembro de 1916”. O modelo editorial permaneceu igual ao dos relatórios.

Em decorrência do disposto no art. 21, letra h, do decreto n˚ 14.056 de 11 de fevereiro de 1920, a Seção de Contabilidade ficou encarregada de “organizar e publicar anualmente a relação dos funcionários da Secretaria de Estado, do Corpo Diplomático e do Consular” que serviria “de documento autêntico para todos os efeitos legais”. O primeiro produto foi o almanaque de 1920. A equipe da Secretaria de Estado desde o início interessou-se em compilar informações como datas de nascimento, estado social, lugar nativo e títulos acadêmicos – nenhuma dessas constantes nos relatórios anuais.

Denominado de almanaque até 1946, os anuários foram publicados em cerca de quarenta edições de 1920 a 2010, com alguns números especiais – como o de 2006, com o currículo funcional de todos os aposentados, e o de 2007, com uma edição histórica com dados de vários diplomatas falecidos.

A organização da obra evoluiu ao longo do tempo. A edição de 1947, por exemplo, além da folha de serviço dos servidores, continha a listagem dos ministros das Relações Exteriores, o quadro histórico dos chefes de missões diplomáticas, os endereços das repartições no exterior, as assinaturas telegráficas, uma tabela explicativa do orçamento de despesa do órgão e extensa reprodução da legislação aplicada às carreiras do órgão.

Apesar da sua relevância no cotidiano do órgão e, posteriormente, para pesquisadores, há longos períodos em que não temos sequer uma edição: de 1921 a 1927, de 1978 a 1982, de 1984 a 1991, de 1993 a 2004 e de 2011 a 2019. A Biblioteca Nacional, em sua hemeroteca digital, já havia disponibilizado as edições de 1916 a 1977 aos pesquisadores em imagens. O CHDD/FUNAG apresenta agora a série completa dos anuários em PDF, inclusive os volumes publicados em 2005 e 2010.

 

1916 1920 1928A 1928B 1929 1930 1934 1935A 1935B 1936

1937A 1937B 1938 1939A 1939B 1940 1941A 1941B 1942A

1942B 1943 1944 1945 1947 1948 1949 1950 1951 1952 1953

1954 1955 1956 1957 1958 1959 1960-1961 1962-1963 1964-1966

1971 1973 1974 1975 1976 1977 1983 1992 2005 2008 2010

registrado em:
Fim do conteúdo da página